Gestão de telecom no mercado financeiro é um dos custos mais subestimados do setor e um dos mais difíceis de auditar sem a ferramenta certa.
O número de fintechs que operam no Brasil disparou 77% desde 2020, chegando a 2.048 empresas em 2025, segundo dados da Topaz Evolution. Além disso, bancos digitais já respondem por 42% das contas principais no país, segundo pesquisa da Okiar, por isso, a infraestrutura de comunicação corporativa dessas instituições cresceu na mesma velocidade (com contratos, linhas e dispositivos) acumulando custo sem que ninguém audite de forma sistemática.
O resultado é previsível: gestão de telecom no mercado financeiro vira uma categoria de despesa que ninguém questiona até que alguém para calcular o que realmente está sendo pago.

O que torna a gestão de telecom no mercado financeiro diferente?
Gestão de telecom no mercado financeiro envolve desafios específicos que empresas de outros setores raramente enfrentam.
Em primeiro lugar: a regulação. O Banco Central e a LGPD impõem exigências de rastreabilidade e governança sobre comunicações corporativas que vão além do que a maioria das empresas documenta, por isso, linhas ativas sem controle e contratos sem auditoria não são só ineficiência operacional, são um risco regulatório real.
Em segundo lugar: escala e rotatividade. Bancos digitais e fintechs crescem rápido e contratam rápido, como resultado, linhas de colaboradores desligados acumulam, planos ficam desalinhados com o uso real e contratos regionais se multiplicam sem visibilidade consolidada.
Em terceiro lugar: estrutra de custo complexa. Telecom no mercado financeiro raramente é um contrato único, além disso, inclui linhas móveis, links de dados, infraestrutura de call center e roaming internacional para executivos. Por isso, o TCO real de telecom quase nunca está claro para ninguém além de quem paga as faturas.
5 pontos críticos da gestão de telecom no mercado financeiro
Gestão de telecom no mercado financeiro falha em cinco pontos específicos, além disso, cada um tem impacto direto no custo, no risco regulatório e na eficiência operacional da instituição.
Ponto crítico 1: linhas ativas de colaboradores desligados
Gestão de telecom no mercado financeiro com alta rotatividade cria um problema silencioso: linhas ativas de quem já saiu da empresa.
Por exemplo, uma fintech que dobrou de tamanho em 12 meses e depois fez um ciclo de reajuste de equipe pode facilmente ter 15% das suas linhas ativas sem uso registrado, e além disso, essas linhas geram custo mês a mês sem que nenhum sistema alerte automaticamente.
Por isso, gestão de telecom no mercado financeiro precisa incluir auditoria automática de linhas, e não uma revisão manual que precisa ser lembrada mês pós mês.
Ponto crítico 2: contratos vencendo sem janela de renegociação
Gestão de telecom no mercado financeiro também gera múltiplos contratos com operadoras diferentes, por isso, quando um deles vence e renova automaticamente, a instituição perde a janela de renegociação e fica presa em condições que poderiam ter sido melhores.
Além disso, em ambientes regulados como bancos e fintechs, contratos de telecom que renovam automaticamente sem aprovação formal podem criar inconsistências em auditorias de compliance. Como resultado, o custo além de financeiro, é também de governança.
Saiba mais sobre como o TEM reduz custos de telecom com auditoria automática e visibilidade de TCO.
Ponto crítico 3: planos desalinhados com o uso real
Gestão de telecom no mercado financeiro em instituições que crescem rápido frequentemente carregam planos contratados para um perfil de uso que já não existe. Por exemplo, um plano de dados dimensionado para equipes 100% presenciais continua ativo depois que o modelo virou híbrido.
No entanto, nenhum sistema alerta que o plano está superdimensionado porque ninguém cruzou os dados de consumo com o perfil atual da equipe.
Com o Navita Connect, esse cruzamento acontece automaticamente. A plataforma identifica padrões de subutilização por departamento e por região, gerando recomendação de ajuste antes da próxima renovação.
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Ponto crítico 4: ausência de trilha de auditoria para compliance
Gestão de telecom no mercado financeiro em ambiente regulado precisa de documentação, por exemplo: quando o Banco Central ou uma auditoria interna questiona os gastos com telecomunicações por departamento, a empresa precisa responder com dados reais.
A LGPD exige que comunicações corporativas que envolvem dados pessoais de clientes tenham rastreabilidade, por isso, linhas corporativas sem gestão formal são risco regulatório que vai muito além do custo financeiro, conforme as orientações da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
O Navita Connect documenta automaticamente cada linha, cada contrato e cada alteração de plano, gerando trilha de auditoria completa e como resultado, deixa de ser um ponto cego regulatório.
Ponto crítico 5: custo de telecom invisível no P&L
O custo raramente aparece como prioridade de redução de custo porque o número nunca está organizado de forma que justifique atenção da liderança.
Por isso, o TCO real de telecom que inclui linhas, contratos, roaming, infraestrutura de comunicação e custo de gestão interna costuma ser significativamente maior do que o número que aparece no centro de custo de TI. Quando o TCO real aparece organizado para o board, com detalhamento de onde está o desperdício e o que pode ser reduzido a conversa muda. Saiba como MDM e TEM integrados reduzem os custos de mobilidade corporativa.
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Como o Navita Connect resolve a gestão de telecom no mercado financeiro
O Navita Connect é a plataforma TEM da Enghouse Navita, ela centraliza a gestão de telecom corporativo com auditoria automática de faturas, inventário de linhas em tempo real e alertas de vencimento de contrato.
Na prática, a gestão de telecom no mercado financeiro com Navita Connect funciona em três camadas:
Em primeiro lugar: visibilidade consolidada. Todas as linhas, contratos e planos são visualizados em um único painel, por isso, a liderança financeira passa a ter um número real.
Em segundo lugar: auditoria automática. O Navita Connect cruza faturas com contratos e identifica divergências automaticamente, além disso, as linhas sem uso são sinalizadas para o cancelamento, sem depender de um processo manual que raramente acontece com a consistência necessária.
Em terceiro lugar: alertas proativos. Ele emite alertas para vencimentos de contrato com antecedência suficiente para renegociar, para os planos desalinhados com o consumo real e também para as linhas de colaboradores desligados ainda ativas.
A Enghouse Navita atua no Brasil com expertise de mobilidade corporativa para empresas de médio e grande porte, incluindo instituições do setor financeiro com exigências regulatórias específicas, por essa razão, a implementação é feita através dos dados reais que você traz da sua empresa.
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