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M2M

M2M conecta máquinas sem depender de pessoas: um sensor de temperatura na carga, um rastreador na frota, um medidor de energia na fábrica. E todos esses estão trocando os dados sozinhos, o tempo todo, através de um chip. 

O problema sempre aparece depois, porque sem gestão, cada chip M2M vira uma linha telefônica igual a outra qualquer: fácil de contratar, fácil de esquecer, difícil de rastrear quando ninguém mais lembra para que serve. 

O que é? 

M2M significa “machine to machine”, é a comunicação direta entre dispositivos, sem intervenção humana, geralmente usando a rede de telefonia móvel. Um chip desse funciona parecido com o SIM card do seu celular, mas configurado pra conectar máquinas, e não pessoas. 

Para que serve? 

Na prática, está por trás de operações que dependem de dados em tempo real sem depender de uma pessoa pra coletar ou transmitir essa informação. Os usos mais comuns incluem: 

  • Rastreamento e telemetria de frota 
  • Sensores industriais de temperatura, pressão e umidade 
  • Monitoramento agrícola (solo, clima, maquinário) 
  • Medição remota de energia e utilities 

Os setores que mais aplicam essa tecnologia hoje são logística, indústria e agronegócio, e é justamente onde monitorar ativos manualmente seria caro ou inviável em escala. 

chip m2m

Como o M2M funciona e como aplicar na empresa 

O funcionamento segue um fluxo simples: o dispositivo (sensor, rastreador, medidor) usa um chip M2M pra se conectar à rede de telefonia móvel, e essa conexão transmite os dados coletados diretamente para uma plataforma de gestão ou monitoramento, sem que uma pessoa precise inserir, coletar ou repassar essa informação manualmente. É essa automação de ponta a ponta que torna o chip escalável para milhares de dispositivos ao mesmo tempo. 

Colocar ele em prática costuma seguir um caminho parecido, independente do setor: 

  1. Identificar o caso de uso (frota, sensores, medição remota, entre outros) 
  1. Contratar o chip M2M junto à operadora 
  1. Vincular o chip a um dono, centro de custo e data de revisão desde o início 
  1. Integrar esse chip ao mesmo inventário de dispositivos móveis já usado pela empresa 

O ponto de atenção é justamente esse último passo: é comum aplicar do ponto 1 ao 3 e esquecer do 4, e é exatamente esse ponto que abre espaço para os riscos que veremos a seguir. 

Por que o M2M está crescendo no cenário corporativo 

O crescimento é real e mensurável, segundo a Mordor Intelligence, os serviços de IoT e M2M são os segmentos que mais crescem no mercado de telecom brasileiro, o CAGR chega a 6,02% até 2030, mais rápido do que dados, voz ou qualquer outro serviço do setor. O segmento empresarial puxa essa expansão: ele avança a 6,28% ao ano no mesmo período. 

Isso já é realidade em setores inteiros, como exemplos: a TIM conectou 16 milhões de hectares de fazenda com sensores para agronegócio, e em 18 meses, fechou mais de R$300 milhões em contratos de IoT A Ambev rodou rede privada LTE dentro das próprias fábricas pra digitalizar a produção. 

Os 3 riscos mais comuns na gestão de chip M2M 

Um chip M2M custa menos de R$1 por dispositivo por mês, segundo dados do mercado. Isolado, esse valor parece irrelevante, mas multiplique por milhares de sensores numa operação de logística ou indústria, ele vira uma linha de custo relevante e quase nunca aparece “destacada” no orçamento de TI. 

Ninguém sabe quantos chips M2M estão ativos 

Diferente de uma linha de celular, o chip M2M não tem uma pessoa para reclamar se parar de funcionar, ele fica dentro de uma máquina, um veículo ou um sensor, e se o projeto piloto terminou e ninguém cancelou o chip, ele continua ativo (e continua sendo cobrado). 

Segurança do dispositivo fica fora do radar do time de TI 

Os chips M2M costumam ser contratados direto pelo time de operação, eles não passam pelo mesmo controle de segurança aplicado a celulares e notebooks. Isso cria um ponto cego parecido com o Shadow IT: dispositivos conectados à rede corporativa sem inventário, sem política de uso e sem visibilidade centralizada. 

Sua empresa sabe quantos chips M2M estão ativos agora, e quanto isso custa por mês? O Navita Connect gerencia as despesas com essas linhas, dispositivos, SIMs e eSIMs em um único painel. Ele identifica ativos ociosos, audita faturas automaticamente e mostra o custo real antes que ele vire uma surpresa no orçamento. 

Como sua empresa evita cada um deles 

Entenda bem como a sua empresa pode evitar cada um desses pontos: 

Trave o chip como um ativo de telecom 

O primeiro passo é mais simples: travar o chip M2M como qualquer outro ativo de telecom, com dono, centro de custo e data de revisão. Sem essa amarração, ele fica órfão assim que o projeto muda de responsável. 

Automatize a auditoria de fatura 

Vale automatizar a auditoria de fatura, as operadoras cobram por pacote de dados consumido, então planos mal dimensionados geram desperdício, quando contratado além do uso, ou multa, quando o uso passa do contratado. 

Unifique o inventário de M2M com o de dispositivos móveis 

O inventário de M2M precisa estar no mesmo lugar que o inventário de celulares e notebooks. Os setores que mais adotam esse tipo de chip hoje, como logística e indústria, já usam essa lógica integrada de gestão de mobilidade, ela evita exatamente esse tipo de ponto cego. 

Quais soluções considerar para uma gestão M2M efetiva 

O Navita Connect centraliza faturas, contratos e inventário de toda a conectividade corporativa, de celular a chip M2M, em um painel único com auditoria automática, resolvendo de uma vez os três riscos descritos acima. 

Duas frentes complementares valem a pena olhar junto: 

  • TEM (Telecom Expense Management): a camada de controle de custo que evita justamente o problema do “custo escondido pelo volume”, auditando fatura por fatura de forma automática. 
  • Bloqueio de chip: a ferramenta prática pra agir rápido assim que um chip ocioso ou sem dono é identificado, sem depender de abertura de chamado com a operadora. 
redes

Perguntas frequentes 

O que é M2M? 

É a comunicação direta entre máquinas e dispositivos, sem intervenção humana, usando a rede de telefonia móvel através de um chip M2M. É usado em rastreamento de frota, sensores industriais, monitoramento agrícola e medição remota.

Qual a diferença entre M2M e IoT? 

M2M é a comunicação direta entre dois dispositivos. IoT é um conceito mais amplo, que integra M2M com internet, análise de dados e aplicações voltadas ao usuário final. Todo IoT usa M2M em algum nível, mas nem todo M2M vira IoT.

Como saber se minha empresa tem chips M2M ociosos?

Cruze o inventário de dispositivos conectados com o consumo real de dados de cada chip na fatura da operadora. Todos os chips com consumo zero ou muito abaixo do plano contratado, sem projeto ativo vinculado, são candidatos a revisão ou cancelamento. 

Sua operação já usa M2M, ou está prestes a escalar isso rápido, seguindo a tendência do setor. O que falta, na maioria das empresas, não é tecnologia, é gestão. 

O Navita Connect centraliza faturas, contratos e inventário de toda a conectividade corporativa, de celular a chip M2M, em um painel único com auditoria automática. Agende um diagnóstico gratuito com a Navita, em uma conversa de 30 minutos, nosso time mostra exatamente quanto sua empresa gasta com conectividade hoje, e onde estão os pontos cegos.