Recursos nativos de segurança existem em qualquer smartphone moderno, e todo usuário deveria configurá-lo, “encontrar meu dispositivo” no Android e “encontrar meu iPhone” no iOS localizam, bloqueiam e apagam dados remotamente.
Na prática são ferramentas úteis, no entanto, existe uma diferença importante entre o que elas fazem e o que o PRIVO oferece. Além disso, essa diferença fica clara nos cenários onde a segurança mais importa.
O que os recursos nativos fazem bem?
Os fabricantes desenvolveram os recursos nativos de segurança do smartphone para uma situação específica: o dispositivo já sumiu e o usuário está em um ambiente seguro, com outro aparelho em mãos para acionar o bloqueio.
Nesse cenário, eles funcionam perfeitamente bem, o problema é que isso raramente acontece em um cenário real.
Localização remota
Permite visualizar a posição do dispositivo em um mapa a partir de outro aparelho ou um computador. É útil para localizar um celular perdido/esquecido em um ambiente seguro.
Bloqueio remoto
Bloqueia o acesso ao dispositivo remotamente, requer que o usuário acesse uma conta online a partir de um outro dispositivo para executar essa ação.
Limpeza de dados
Use essa função para apagar todos os dados remotamente, no entanto, só depois de confirmar que o aparelho está em mãos erradas.
Onde os recursos nativos têm limitações?
Os recursos nativos são reativos por design, agem depois que o ato aconteceu, porém para situações onde o usuário precisa de uma proteção enquanto o risco ainda está acontecendo, eles não chegam. Essa lacuna o PRIVO veio preencher.
Ausência de alerta silencioso
Nenhum recurso nativo do Android ou iOS permite ao usuário enviar um alerta discreto para contatos de confiança sem que isso seja perceptível para quem está ao redor. Essa é uma das lacunas mais significativas para cenários de risco pessoal.
Dependência de ação em momento de tensão
Para bloquear ou apagar o dispositivo remotamente, o usuário precisa acessar outro dispositivo, fazer login na conta vinculada e executar passo a passo corretamente, mas em um momento de choque, esse processo raramente acontece com a agilidade necessária.
Sem gerenciador de senhas integrado
Os recursos nativos de armazenamento de senhas (iCloud Keychain, Google Password Manager) existem e são úteis, mas não foram projetados com o contexto de segurança corporativa em mente, sem controle de acesso diferenciado, sem visibilidade para o time de TI e sem integração com políticas de segurança da empresa.
O que o PRIVO resolve de forma diferente
O PRIVO foi desenvolvido pela Enghouse Navita especificamente para os cenários onde os recursos nativos do smartphone não chegam:
Alerta silencioso com localização em tempo real
Com poucos toques, o usuário consegue enviar um alerta para contratos de confiança pré-configurados, incluindo a localização em tempo real, de uma forma discreta, sem precisar desbloquear o aparelho de forma visível ou executar uma sequência de ações.
Funcionamento proativo, não só reativo
O PRIVO não espera o dispositivo ser perdido para agir, ele está disponível para uso no momento em que o risco aparece, antes, durante ou depois de uma situação de emergência.
Gerenciador de senhas com foco em segurança
Integrado ao aplicativo, o gerenciador de senhas do PRIVO garante que credenciais corporativas e pessoais estejam protegidas e organizadas, com senhas únicas por serviço, reduzindo o risco de comprometimento em cadeia no caso de um vazamento isolado.
Rastreamento veicular
Para empresas com frotas ou veículos corporativos, o PRIVO inclui funcionalidade de rastreamento, o que o coloca em um nível de utilidade que vai além da segurança pessoal do colaborador e atinge a gestão de ativos corporativos.
Camada complementar ao MDM
O MDM gerencia o dispositivo de forma centralizada pelo time de TI. O PRIVO adiciona uma camada de proteção acionada pelo próprio usuário, nos momentos em que a TI corporativa não está presente.
Para quem essa diferença é mais relevante?
A distinção entre recursos nativos e PRIVO é especialmente significativa para empresas com equipes em campo, colaboradores em deslocamento frequente ou frotas corporativas.
Para usuários individuais que precisam apenas do mínimo, os recursos nativos até cumprem um papel, mas para empreas que tratam a segurança do colaborador como política estruturada e não como uma responsabilidade individual, o PRIVO entrega o que os recursos nativos não cobrem.
Se você está avaliando política de segurança para equipes externas: a demonstração mostra o que a apresentação não cobre. Fale com nosso time hoje!
