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Segurança de dados no mercado financeiro deixou de ser pauta de TI, em 2026 é uma pauta digna de board.

O custo médio de um vazamento no setor financeiro chegou a US$5,56 milhões por incidente, 25% acima da média global, segundo análises baseadas no relatório da IBM Security. Além disso, o Brasil registrou 315 bilhões de tentativas de ciberataques no primeiro semestre de 2025, se consolidando como principal alvo digital da América Latina.

No entanto, a maioria das instituições ainda tem pontos cegos críticos. E esses pontos raramente estão nos sistemas que recebem mais atenção, estão nos dispositivos móveis que a equipe usa todos os dias.

O que é segurança de dados no mercado financeiro na prática?

Segurança de dados no mercado financeiro é o conjunto de políticas, tecnologias e processos que protegem informações de clientes, operações e sistemas contra acesso não autorizado, vazamento ou uso indevido.

Além disso, a LGPD impõe obrigações específicas ao setor. Por exemplo: bancos, fintechs e cooperativas de crédito processam dados financeiros, biometria, histórico transacional e geolocalização. Portanto, qualquer falha nessa gestão pode resultar em multas de até 2% do faturamento anual, limitadas a R$50 milhões por infração, segundo a ANPD.

No entanto, muitas instituições investem pesado em firewell, SIEM e criptografia de banco de dados e deixam os dispositivos móveis da equipe completamente fora dessa equação.

Por que os dispositivos móveis são a maior lacuna de segurança de dados no mercado financeiro?

Em dezembro de 2025, o Pix registrou quase 8 bilhões de transações em apenas um mês, envolvendo 172 milhões de pessoas. Além disso, o Open Finance ampliou o compartilhamento de dados entre instituições via APIs. Como resultado, o volume de dados sensíveis que circula em dispositivos móveis corporativos nunca foi tão alto.

O celular do gerente de relacionamento, o tablet do analista de crédito e o notebook do consultor financeiro são terminais de acesso a dados que, na maioria das instituições, não têm nenhuma política formal de segurança aplicada.

Ou seja: a segurança de dados no mercado financeiro tem uma lacuna estrutural e ela está “escondida na equipe”.

As 5 lacunas críticas de segurança de dados no mercado financeiro

Segurança de dados no mercado financeiro falha em cinco pontos específicos. Cada um deles tem impacto direto na conformidade com a LGPD e no risco operacional da instituição.

Lacuna 1: dispositivos sem política de segurança centralizada

A maioria das instituições financeiras tem políticas robustas para servidores e sistemas. No entanto, os dispositivos móveis da equipe operam sem nenhum controle centralizado.

Por isso, quando um colaborador instala um app não homologado no celular corporativo, ninguém percebe. Também quando um dispositivo é perdido ou roubado, não há mecanismo de bloqueio remoto. Ou até quando um colaborador é desligado, o acesso ao CRM e ao e-mail corporativo continuam ativo por dias.

Com MDM aplicado à segurança de dados no mercado financeiro, o time de TI gerencia todos os dispositivos de forma centralizada. Além disso, o offboarding revoga acessos automaticamente no momento do desligamento.

Saiba mais sobre como o MDM protege dados corporativos em dispositivos móveis e como implementar sem atrito para a equipe.

Lacuna 2: custo de telecom sem visibilidade regulatória

Segurança de dados no mercado financeiro inclui também a gestão dos contratos de telecom. Por exemplo, linhas ativas de ex-colaboradores são um risco duplo: geram custo desnecessário e mantêm pontos de acesso não revogados. Além disso, sem TEM (Telecom Expense Management), a instituição não tem visibilidade sobre quais linhas estão ativas, quais planos estão sendo pagos e quais contratos vencem sem que ninguém esteja por lá para renegociar.

Portanto, o TEM não é só ferramenta de redução de custo. No contexto de segurança de dados no mercado financeiro, ele é uma camada de governança sobre ativos de comunicação corporativa.

Quer entender como MDM e TEM integrados fecham as lacunas de segurança de dados no mercado financeiro? Veja como a Enghouse Navita estrutura essa governança para instituições financeiras com um diagnóstico certeiro para o seu ambiente!

Lacuna 3: colaboradores externos sem proteção pessoal

Gerentes de relacionamento, consultores e representantes financeiros trabalham fora do escritório com frequência, apesar disso, quando estão em campo (em visitas a clientes, eventos, ou em qualquer outro deslocamento), não têm nenhuma camada de proteção extra ativada.

Uma situação de risco pessoal frequentemente é uma situação de risco para dados corporativos. Por exemplo: um dispositivo acessado sob coerção pode expor dados de clientes antes que qualquer mecanismo de segurança seja acionado.

Por isso, o PRIVO complementa a segurança de dados no mercado financeiro na camada do colaborador. Ele permite que um alerta silencioso seja emitido, além do envio de localização em tempo real para contatos de confiança, isso tudo sem depender de uma ação explícita visível.

Lacuna 4: Shadow IT em ferramentas financeiras

Segurança de dados no mercado financeiro também envolve controlar quais ferramentas a equipe usa para trabalhar, um exemplo: é comum que analistas e consultores usem aplicativos de mensagens pessoais para combinar operações com clientes, ou ferramentas de armazenamento em nuvem não homologadas para compartilhar documentos.

Além disso, no contexto financeiro, esse Shadow IT tem impacto regulatório direto (com dados de clientes armazenados fora dos sistemas oficiais escapam do controle exigido pela LGPD). Portanto, a instituição trata dados pessoais em ambiente não auditado, o que é uma irregularidade do ponto de vista da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Com MDM, o time de TI controla quais apps podem ser instalados em dispositivos corporativos. Como resultado, o Shadow IT é eliminado na origem.

Lacuna 5: falta de trilha de auditoria para dispositivos móveis

Segurança de dados no mercado financeiro exige evidência documentada de conformidade. No entanto, sem MDM, não há trilha de auditoria para dispositivos móveis.

Por isso, quando a ANPD questiona quais medidas técnicas a instituição adotou para proteger dados pessoais, o time de TI não consegue demonstrar que os dispositivos móveis da equipe estavam sob política formal de segurança.

Além disso, clientes enterprise e parceiros institucionais cada vez mais exigem esse nível de documentação em processos de due diligence. Portanto, a ausência de MDM pode custar contratos.

A Enghouse Navita oferece as três soluções que fecham essas lacunas de forma integrada. Além disso, é Android Enterprise Gold Partner, uma das únicas empresas no Brasil com essa certificação.

Por isso, a implementação de segurança de dados no mercado financeiro começa com diagnóstico real do ambiente.

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