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lei de proteção de dados do paciente

Lei de proteção de dados do paciente: o que ela exige

Lei de proteção de dados do paciente: o que ela exige  O prontuário estava aberto no tablet quando o aparelho foi esquecido na recepção.  Ninguém roubou nada, ninguém invadiu nada. O dispositivo só ficou ali, desbloqueado, por minutos, até alguém perceber.  Esse tempo é suficiente pra qualquer pessoa ver nome, diagnóstico, histórico e telefone de um paciente, e é exatamente esse tipo de situação que a lei de proteção de dados do paciente foi criada para prevenir. O que é a lei de proteção de dados do paciente  No Brasil, não existe uma lei separada e exclusiva para dado de paciente, o que existe é a LGPD (Lei nº 13.709/2018), que trata todo dado de saúde como dado pessoal sensível, com regras mais rígidas do que as aplicadas a um CPF ou um e-mail comum.  Isso está definido no texto oficial da lei, disponível no Planalto: dado de saúde só pode ser tratado com consentimento qualificado do paciente, ou dentro de hipóteses específicas previstas em lei, como a própria prestação do atendimento médico.  Na prática, isso significa que qualquer banco de dados de pacientes, do sistema principal do hospital ao tablet usado por um médico em visita domiciliar, está sob esse mesmo regime jurídico.  O Ministério da Saúde reforça esse ponto: toda instituição de saúde precisa adequar seus processos e sistemas à LGPD, o que inclui os dispositivos móveis que acessam esse dado no dia a dia.  O que a lei exige do banco de dados de pacientes da sua instituição  Ter um banco de dados de pacientes em conformidade não é só sobre onde o dado está guardado, é sobre quem acessa, como acessa, e o que acontece se algo sair do controle.  Três exigências concretas valem destacar:  Consentimento qualificado O paciente precisa saber, de forma clara, para que seu dado está sendo coletado e usado, e não vale um termo genérico escondido no fim de um formulário.  Controle de acesso rastreável A instituição precisa saber quem acessou qual dado, quando e por quê e isso vale tanto para o sistema central quanto para qualquer dispositivo móvel que consulte o banco de dados. Resposta a incidente em prazo definido Se o banco de dados de pacientes for exposto de alguma forma, a instituição precisa comunicar o incidente à ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados) em prazo razoável e quanto mais grave o risco ao paciente, menor a margem de demora aceitável.  Nenhuma dessas três exigências se cumpre sozinha só porque o servidor principal está seguro. Elas precisam valer para todo ponto de acesso, inclusive o celular do plantonista.  Onde o risco realmente mora  O risco em torno do banco de dados de pacientes mora em três lugares que a maioria das instituições ainda não mapeou:  Dispositivo compartilhado entre os plantões Um tablet passa de um profissional para outro na troca de turno, sem logout, sem bloqueio, com o banco de dados de pacientes ainda aberto na tela.  Aplicativo pessoal misturado com dado profissional Fotos de ferimento tiradas com a câmera do celular pessoal, enviadas por WhatsApp, guardadas na galeria, isso fica de fora de qualquer controle institucional. Equipe em campo, fora da rede da instituição Home care, visitas domiciliares, equipe de telemedicina: dispositivos que nunca passam pela rede protegida do hospital, mas ainda assim consultam o banco de dados de pacientes.  Cada um desses cenários é invisível até virar incidente e incidente com dado de paciente tem consequência maior do que a maioria dos gestores imagina.  Quer entender como proteger o banco de dados de pacientes da sua instituição na prática?  Como manter o banco de dados de pacientes protegido na prática  A lei define o que precisa ser garantido, já a parte técnica de como garantir isso passa, principalmente, pelo dispositivo que acessa o dado e não só pelo servidor onde ele fica armazenado.  Uma solução de MDM (Mobile Device Management) atua exatamente nesse ponto, aplicando de forma automática o que, de outra forma, dependeria da memória de alguém no meio de um plantão corrido:  Essas funcionalidades já fazem parte do MDM da Enghouse Navita, compatível com Android, iOS, Windows, macOS e ChromeOS, o que cobre desde o tablet do médico até o coletor de dados do laboratório.  PCMSO e proteção de dados do paciente: como os dois se conectam  Se sua instituição já mantém o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), provavelmente já lida com dado sensível de saúde dos próprios colaboradores, tais como: exames, laudos, histórico ocupacional, sob o mesmo regime jurídico do banco de dados de pacientes.  Já explicamos em detalhe o que é o PCMSO, para que serve e como ele funciona, vale a leitura complementar se sua instituição está estruturando os dois processos em paralelo.  Precisa alinhar a proteção do banco de dados de pacientes com o restante da estratégia de compliance?  Prontuário eletrônico, telemedicina e dados fora do banco central  O acesso ao banco de dados de pacientes não para mais na porta do hospital, hoje com o avanço da tecnologia temos alguns dados de pacientes rodando em: prontuário eletrônico consultado por tablet, telemedicina pelo celular, equipe de home care levando dado do paciente para fora da rede protegida.  Quanto mais essa rotina se espalha, mais o dispositivo e não mais o servidor, se torna o ponto real de risco em torno da lei de proteção de dados do paciente.  Se sua instituição já entende o MDM como conceito geral, mas quer entender a fundo o que ele é e por que ele importa, temos um pilar completo sobre o que é MDM e qual sua importância para consulta.  Quando faz sentido buscar uma solução mais robusta  Instituições de saúde de maior porte, como: redes hospitalares ou grupos com múltiplas unidades, costumam precisar de um nível de integração que vai além do controle básico de dispositivo: gestão unificada de endpoint, inteligência artificial aplicada à segurança, suporte para ambientes híbridos e regulados.  Nesses casos, a Navita trabalha em conjunto com grandes players globais de tecnologia para entregar essa camada adicional de robustez, sem abrir mão da simplicidade operacional.

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M2M

M2M: O que é, importância e 3 riscos ignorados 

M2M conecta máquinas sem depender de pessoas: um sensor de temperatura na carga, um rastreador na frota, um medidor de energia na fábrica. E todos esses estão trocando os dados sozinhos, o tempo todo, através de um chip.  O problema sempre aparece depois, porque sem gestão, cada chip M2M vira uma linha telefônica igual a outra qualquer: fácil de contratar, fácil de esquecer, difícil de rastrear quando ninguém mais lembra para que serve.  O que é?  M2M significa “machine to machine”, é a comunicação direta entre dispositivos, sem intervenção humana, geralmente usando a rede de telefonia móvel. Um chip desse funciona parecido com o SIM card do seu celular, mas configurado pra conectar máquinas, e não pessoas.  Para que serve?  Na prática, está por trás de operações que dependem de dados em tempo real sem depender de uma pessoa pra coletar ou transmitir essa informação. Os usos mais comuns incluem:  Os setores que mais aplicam essa tecnologia hoje são logística, indústria e agronegócio, e é justamente onde monitorar ativos manualmente seria caro ou inviável em escala.  Como o M2M funciona e como aplicar na empresa  O funcionamento segue um fluxo simples: o dispositivo (sensor, rastreador, medidor) usa um chip M2M pra se conectar à rede de telefonia móvel, e essa conexão transmite os dados coletados diretamente para uma plataforma de gestão ou monitoramento, sem que uma pessoa precise inserir, coletar ou repassar essa informação manualmente. É essa automação de ponta a ponta que torna o chip escalável para milhares de dispositivos ao mesmo tempo.  Colocar ele em prática costuma seguir um caminho parecido, independente do setor:  O ponto de atenção é justamente esse último passo: é comum aplicar do ponto 1 ao 3 e esquecer do 4, e é exatamente esse ponto que abre espaço para os riscos que veremos a seguir.  Por que o M2M está crescendo no cenário corporativo  O crescimento é real e mensurável, segundo a Mordor Intelligence, os serviços de IoT e M2M são os segmentos que mais crescem no mercado de telecom brasileiro, o CAGR chega a 6,02% até 2030, mais rápido do que dados, voz ou qualquer outro serviço do setor. O segmento empresarial puxa essa expansão: ele avança a 6,28% ao ano no mesmo período.  Isso já é realidade em setores inteiros, como exemplos: a TIM conectou 16 milhões de hectares de fazenda com sensores para agronegócio, e em 18 meses, fechou mais de R$300 milhões em contratos de IoT.  A Ambev rodou rede privada LTE dentro das próprias fábricas pra digitalizar a produção.  Os 3 riscos mais comuns na gestão de chip M2M  Um chip M2M custa menos de R$1 por dispositivo por mês, segundo dados do mercado. Isolado, esse valor parece irrelevante, mas multiplique por milhares de sensores numa operação de logística ou indústria, ele vira uma linha de custo relevante e quase nunca aparece “destacada” no orçamento de TI.  Ninguém sabe quantos chips M2M estão ativos  Diferente de uma linha de celular, o chip M2M não tem uma pessoa para reclamar se parar de funcionar, ele fica dentro de uma máquina, um veículo ou um sensor, e se o projeto piloto terminou e ninguém cancelou o chip, ele continua ativo (e continua sendo cobrado).  Segurança do dispositivo fica fora do radar do time de TI  Os chips M2M costumam ser contratados direto pelo time de operação, eles não passam pelo mesmo controle de segurança aplicado a celulares e notebooks. Isso cria um ponto cego parecido com o Shadow IT: dispositivos conectados à rede corporativa sem inventário, sem política de uso e sem visibilidade centralizada.  Sua empresa sabe quantos chips M2M estão ativos agora, e quanto isso custa por mês? O Navita Connect gerencia as despesas com essas linhas, dispositivos, SIMs e eSIMs em um único painel. Ele identifica ativos ociosos, audita faturas automaticamente e mostra o custo real antes que ele vire uma surpresa no orçamento.  Como sua empresa evita cada um deles  Entenda bem como a sua empresa pode evitar cada um desses pontos:  Trave o chip como um ativo de telecom  O primeiro passo é mais simples: travar o chip M2M como qualquer outro ativo de telecom, com dono, centro de custo e data de revisão. Sem essa amarração, ele fica órfão assim que o projeto muda de responsável.  Automatize a auditoria de fatura  Vale automatizar a auditoria de fatura, as operadoras cobram por pacote de dados consumido, então planos mal dimensionados geram desperdício, quando contratado além do uso, ou multa, quando o uso passa do contratado.  Unifique o inventário de M2M com o de dispositivos móveis  O inventário de M2M precisa estar no mesmo lugar que o inventário de celulares e notebooks. Os setores que mais adotam esse tipo de chip hoje, como logística e indústria, já usam essa lógica integrada de gestão de mobilidade, ela evita exatamente esse tipo de ponto cego.  Quais soluções considerar para uma gestão M2M efetiva  O Navita Connect centraliza faturas, contratos e inventário de toda a conectividade corporativa, de celular a chip M2M, em um painel único com auditoria automática, resolvendo de uma vez os três riscos descritos acima.  Duas frentes complementares valem a pena olhar junto:  Perguntas frequentes  Sua operação já usa M2M, ou está prestes a escalar isso rápido, seguindo a tendência do setor. O que falta, na maioria das empresas, não é tecnologia, é gestão.  O Navita Connect centraliza faturas, contratos e inventário de toda a conectividade corporativa, de celular a chip M2M, em um painel único com auditoria automática. Agende um diagnóstico gratuito com a Navita, em uma conversa de 30 minutos, nosso time mostra exatamente quanto sua empresa gasta com conectividade hoje, e onde estão os pontos cegos. 

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compliance

Compliance: o que é, como funciona e por que importa em 2026

Compliance é uma das palavras mais ouvidas no ambiente corporativo e uma das menos compreendidas fora do departamento jurídico.  Na prática, compliance vai muito além de evitar multas, é o que separa empresas que operam com controle real de empresas que operam na suposição.  Neste guia, você vai entender o que é, para que serve, quais são os tipos e pilares, e como aplicar na prática, independentemente do porte ou setor da sua empresa. O que é compliance  É o conjunto de práticas, processos e controles que garantem que uma empresa opera dentro das leis, regulamentações, normas internas e obrigações contratuais que se aplicam ao seu negócio.  O termo vem do inglês “to comply”, cumprir, estar em conformidade. Na prática, compliance significa que a empresa não só conhece as regras, mas tem processos ativos para garantir que elas sejam seguidas no dia a dia.  Compliance corporativo abrange desde obrigações legais (como trabalhistas, tributárias e regulatórias) até normas internas criadas pela própria empresa para garantir ética, transparência e eficiência operacional.  O que compliance não é  Antes de avançar, vale desfazer três confusões comuns:  Não é só responsabilidade do jurídico É uma função compartilhada entre todas as áreas da empresa. O TI tem obrigações de compliance de segurança da informação, o financeiro tem obrigações de compliance fiscal, o RH tem obrigações de compliance trabalhista e o jurídico coordena isso, mas não executa sozinho. Não é só sobre evitar punição Empresas que tratam apenas como proteção contra multas perdem o ponto. Compliance bem estruturado gera uma eficiência, reduz o desperdício e cria processos que funcionam independentemente de quem os executa.  Não é burocracia É controle, a diferença é que burocracia complica sem razão. Compliance simplifica com propósito, criando processos que garantem que as coisas certas aconteçam de forma consistente. Para que serve o compliance nas empresas  Serve para proteger a empresa em três dimensões simultâneas, são elas:  Proteção legal Multas, sanções e processos decorrentes do descumprimento de leis e regulamentações. No Brasil, a LGPD prevê multas de até R$ 50 milhões por infração, o descumprimento de normas trabalhistas gera passivo em reclamações e essas irregularidades fiscais geram autuações que comprometem o caixa da empresa. Proteção financeira Custos não gerenciados, contratos pagos além do devido e desperdícios que somem no orçamento porque ninguém está monitorando. Compliance financeiro garante que o que a empresa paga corresponde ao que ela contratou e que os recursos estão sendo usados dentro das políticas definidas. Proteção reputacional Irregularidades descobertas por auditores externos, fiscais ou parceiros comerciais têm impacto imediato na reputação da empresa, por isso, não é só sobre o que acontece internamente, é sobre o que a empresa consegue demonstrar externamente com evidências. Além disso, compliance tem um efeito colateral positivo: ele gera eficiência. Processos auditados tendem a ser processos otimizados, por isso, empresas com cultura de compliance costumam operar com menos desperdício do que as que trabalham sem controle formal.  Os tipos de compliance  Compliance corporativo se divide em tipos, de acordo com as obrigações que cada área precisa cumprir, e são eles:  Legal e regulatório   Cumprimento das leis e regulamentações que se aplicam ao setor e ao porte da empresa. Inclui legislação trabalhista, tributária, ambiental, setorial e de proteção de dados, é o tipo mais conhecido e o que gera as consequências mais visíveis quando descumprido.  TI e segurança da informação   Garantia de que sistemas, dispositivos e dados corporativos estão protegidos e em conformidade com normas de segurança incluindo a LGPD. Abrange políticas de acesso, controle de dispositivos, gestão de senhas e resposta a incidentes.  Financeiro   Engloba o controle de gastos, auditoria de contratos e conformidade com políticas internas de uso de recursos. Inclui desde aprovação de despesas até auditoria de fornecedores e prestação de contas.  Trabalhista   Cumprimento das obrigações com colaboradores: CLT, controle de jornada, normas de segurança no trabalho e gestão de benefícios. Já com equipes externas e modelos híbridos, esse tipo de compliance ganhou complexidade nos últimos anos.  Operacional   Conformidade dos processos internos com as políticas definidas pela empresa. Inclui desde a gestão de contratos com fornecedores até o controle de ativos e o monitoramento de consumo.  Por isso, compliance corporativo não é uma área única, é na verdade um conjunto de práticas distribuídas por toda a organização, coordenadas por uma função central, mas executadas por cada área. Os pilares do compliance corporativo  Independentemente do tipo, compliance corporativo se sustenta em quatro pilares:  Políticas e normas internas   Regras claras sobre o que é permitido, o que não é e como os processos devem funcionar, ou seja, o colaborador precisa saber o que é esperado dele antes de poder cumprir.  Monitoramento contínuo   Acompanhamento sistemático do que está acontecendo na operação. Compliance não é uma auditoria anual, é na verdade um processo contínuo de verificação que identifica desvios antes que eles virem problemas.  Controles e evidências   Registros que comprovam o cumprimento das obrigações. Em uma auditoria, a empresa precisa mostrar evidências, por isso, compliance sem registro de evidências não existe na prática.  Resposta a desvios   Processo definido para identificar, corrigir e registrar desvios quando acontecem, afinal é de extrema importância ter o processo de correção funcionando antes de o problema virar uma crise.  Como implementar um programa de compliance  Implementar do zero não precisa começar com uma estrutura complexa, é possível começar com uma clareza:   Passo 1: Mapear as obrigações   Identificar quais leis, regulamentações e normas internas se aplicam à empresa. Esse mapeamento é o ponto de partida, sem saber o que precisa ser cumprido, não existe como estruturar o controle.  Passo 2: Avaliar o estado atual   Comparar as obrigações mapeadas com o que a empresa faz hoje. Saber se existem processos funcionando? Onde existem gaps? Onde existem riscos que ninguém está monitorando?  Passo 3: Definir políticas   Formalizar as regras, uma política de compliance precisa ser clara, acessível e comunicada para todos que precisam cumpri-la.  Passo 4: Implementar controles   Criar os mecanismos que garantem o cumprimento das políticas, tais como: Checklist, sistema, processo automático ou qualquer mecanismo que reduza a dependência do comportamento individual. 

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controle de jornada

Controle de jornada com MDM: o guia prático para equipes externas em 2026 

Controle de jornada de equipe externa sem tecnologia é controle de jornada no improviso. Já sabe que WhatsApp não é sistema de gestão, e já sabe que risco trabalhista por falta de registro de jornada é um passivo real.  Se você chegou até aqui depois de ler sobre os desafios de gestão de equipes externas, já sabe disso. A questão agora é prática: como implementar controle de jornada real, com dados confiáveis, sem criar atrito com a equipe e dentro do que a LGPD permite?  A resposta é MDM. Não como conceito, mas como ferramenta que você vai ver funcionando neste artigo, caso por caso, etapa por etapa.  O que muda na prática quando você implementa controle de jornada com MDM  Antes de falar sobre funcionalidades, vale entender o que muda no dia a dia de quem gerencia equipe externa.  O colaborador que nunca aparecia no relatório de controle de jornada  Você conhece esse perfil: ele trabalha bem, atende no prazo, não reclama, mas nunca aparece nas métricas porque as métricas dependem de relatório manual que ele preenche no final do dia, quando já está cansado e com pressa.  Com MDM, o controle de jornada acontece automaticamente. O check-in e check-out em cada atendimento com timestamp e localização, então o gestor consegue ver, em tempo real, quais atendimentos foram concluídos, quanto tempo cada um levou e qual é a produtividade real por colaborador e por rota. O celular que sumiu com dados de 300 clientes  Celular perdido em campo é um dos riscos mais comuns e mais ignorados até acontecer. Por exemplo: um técnico esquece o aparelho no banco do carro, ou um promotor sai do cliente e deixa o celular no balcão.  Sem MDM, a empresa não consegue apagar os dados remotamente. Com MDM, o administrador localiza o dispositivo no mapa e aciona o wipe remoto em segundos e os dados corporativos são apagados antes que alguém acesse.  O app que ninguém autorizou e ninguém viu instalar  Em equipes externas, acontece mais do que deveria. O técnico instala um app de música para o trajeto, ou o vendedor coloca um app que “todo mundo usa”.   Sem controle de instalação, cada app não autorizado é uma variável desconhecida, alguns podem até ser inofensivos, mas outros solicitam permissões excessivas, como: câmera, microfone, contatos, localização e assim conseguem exfiltrar os dados desse aparelho.   Com MDM, apps fora da lista são bloqueados automaticamente, e os apps corporativos são distribuídos para toda a frota sem que o colaborador precise fazer o download.  O ex-colaborador que ainda tem acesso ao CRM  Acontece com mais frequência do que deveria, um colaborador desligado na sexta, mas a equipe só efetua o desligamento dos acessos dias depois, mas nessa janela de horas o colaborador ainda tinha acesso ao e-mail corporativo por exemplo, o que pode ser um problema, quando mal intencionado.  Com MDM, o offboarding é executado no momento do desligamento. Um comando no painel central apaga todos os dados corporativos do dispositivo (antes mesmo do colaborador sair do prédio.)  Você sabe hoje quantos dispositivos corporativos estão em campo e o que está instalado neles? O time da Enghouse Navita mapeia os pontos de exposição da sua frota em 30 minutos, com os dados reais da sua operação. Quero um diagnóstico da minha frota. O que o MDM da Enghouse Navita entrega para equipes externas  O MDM da Enghouse Navita tem o selo Android Enterprise Recommended, certificação técnica do Google que valida que a plataforma atende aos requisitos de qualidade e segurança para uso corporativo. Na prática, para equipes externas, isso se traduz em quatro entregas:  Controle de jornada e visibilidade centralizada Todos os dispositivos em campo em um único painel: status em tempo real, localização durante a jornada, apps instalados e conformidade com as políticas. O gestor acessa de qualquer lugar, sem precisar ter o aparelho em mãos, ou seja, o controle de jornada deixa de depender de ligação ou planilha.  Controle por perfil de função   O técnico de campo tem acesso ao app de ordem de serviço, o vendedor externo tem acesso ao CRM, o promotor tem acesso ao app de visita. Cada perfil tem o que precisa e não tem acesso ao que não deveria. E além disso, todas as políticas são aplicadas automaticamente quando um novo colaborador entra na equipe.  Inventário inteligente   Perguntas customizadas que os colaboradores respondem diretamente pelo dispositivo. “O aparelho tem algum defeito físico?”, “A bateria está com problema?” O inventário se atualiza automaticamente, sem ligação, sem planilha, sem processo manual.  Assinatura de documentos   Envie documentos corporativos para a frota e solicite assinatura pelo celular, e você ainda tem o rastreamento completo: quem assinou, quando e em qual aparelho.  O time da Enghouse Navita faz uma demonstração com os dados reais da sua operação, em 30 minutos você vê como o controle de jornada e cada recurso funciona para o seu tipo de equipe. Quero uma demonstração do MDM. Como é a implementação do diagnóstico ao primeiro dia operacional  A principal dúvida de quem está decidindo implementar é: vai travar o dia a dia da equipe?  Não quando a implementação é gradual e as políticas são calibradas por função. O colaborador usa o dispositivo normalmente, o que muda é que agora o TI tem visibilidade e o controle de jornada passa a ser automático.  O processo segue quatro etapas:  Diagnóstico da frota Mapeamento de todos os dispositivos ativos, sistemas operacionais, apps instalados e pontos de exposição. A implementação começa com dados reais.  Definição de perfis por função Times diferentes têm necessidades diferentes. O técnico tem políticas diferentes do vendedor, que tem políticas diferentes do promotor, e assim por diante, cada grupo recebe as restrições adequadas ao seu trabalho. Implementação gradual A implementação do MDM começa pelos perfis de maior risco, e existe um período de teste antes da escala completa, tudo começa com a identificação dos problemas e a correção dos mesmos antes de impactar toda a operação.  Monitoramento contínuo Painel em tempo real com dispositivos em conformidade, fora de política

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gestão de equipes

Gestão de equipes externas: 5 desafios que travam sua operação

Gestão de equipes externas: o que está travando a sua operação  Você sabe agora, neste momento, onde estão os colaboradores da sua equipe? Não em teoria, na prática: qual está em atendimento, qual está em deslocamento, qual precisou de suporte e não avisou ninguém.  Se a resposta for “não sei” ou “preciso ligar para descobrir”, você está gerenciando a sua equipe no escuro, e isso tem um custo que vai além da produtividade.  Se você chegou aqui depois de ler sobre o que é gestão de pessoas e como ela funciona em 2026, sabe que gerir times distribuídos exige muito mais que boas intenções e grupo de WhatsApp. Por que a gestão de equipes externas é diferente?  No escritório, o gestor tem os sinais naturais, ele consegue visualizar quem está concentrado, quem tem mais dificuldade, quem precisa de uma conversa. Já com uma equipe externa isso muda, eles não mandam esses sinais e ai que o gestor entra em ação: ele que os cria ativamente.  Além disso, a gestão de equipes envolve variáveis que a gestão presencial ignora: deslocamento, roteiro, tempo em cliente, imprevistos no campo e, principalmente, comprovação de jornada.  O que realmente está travando a sua operação  Você sabe quantas linhas ativas a sua empresa tem de celulares corporativos em campo?  Esse tipo de pergunta parece simples, mas na prática, a maioria dos gestores não tem a resposta na ponta da língua e isso já diz muito sobre o nível de visibilidade da operação.  Abaixo estão os cinco problemas mais comuns em equipes externas. Veja quantos você reconhece: O gestor que não sabe o que acontece no campo  Sem visibilidade em tempo real, o gestor não sabe onde está cada colaborador, se o atendimento está sendo feito no prazo ou se houve algum problema.  Na prática, a maioria depende de ligação, mensagem no WhatsApp e relatório preenchido no final do dia. As decisões acontecem com horas de atraso, quando o problema já aconteceu.  Além disso, sem registro formal de localização e jornada, a empresa não tem como comprovar onde o colaborador estava em caso de reclamação trabalhista. Em 2026, com a NR-1 atualizada e maior fiscalização de jornada externa, esse risco é concreto e crescente.  A produtividade que ninguém consegue medir  Como saber quanto tempo cada atendimento leva? Quais rotas são mais eficientes? Quais colaboradores estão consistentemente abaixo da meta? Sem os dados na mão, a resposta é sempre incerta.  O colaborador que mais aparece no WhatsApp parece mais produtivo, o que trabalha em silêncio, atendendo bem, passa despercebido. Isso gera um tipo de injustiça, desmotivação, e eventualmente, turnover nos melhores perfis.  Empresas que insistem no papel e nos processos manuais perdem duas coisas simultaneamente: produtividade, pelo retrabalho de digitar informações depois, e dados, porque a informação fica presa e não alimenta nenhuma decisão estratégica.  A comunicação que some no histórico do WhatsApp  Informações importantes tendem a se perder no histórico, as decisões tomadas em conversas privadas não ficam documentadas, novos gestores não têm acesso ao histórico que foi combinado, e quando alguém precisa comprovar que deu uma instrução, não tem como.  O turnover que ninguém sabe explicar  Equipes externas têm, em média, turnover mais alto do que equipes de escritório, e a maioria das empresas não sabe exatamente o por quê.  Sem os dados de engajamento específicos para esse perfil, a empresa não identifica os sinais de saída com antecedência. O colaborador de campo que está insatisfeito raramente aparece nas pesquisas de clima pensadas para o escritório, ele trabalha sozinho, tem pouco contato com liderança e, quando decide sair, a empresa nem sabia que havia um problema.  O custo de turnover em equipes externas é mais alto do que parece, além do processo seletivo, existe o tempo de treinamento para o novo colaborador conhecer os clientes, as rotas e os procedimentos. Esse conhecimento vai embora junto com o colaborador quando não está documentado. O risco trabalhista que ninguém vê  A CLT exige controle de jornada para colaboradores que trabalham fora do estabelecimento quando a empresa tem condições tecnológicas de fazê-lo.  Em 2026, com dispositivos móveis em mãos e ferramentas de geolocalização acessíveis, a Justiça do Trabalho entende que a maioria das empresas tem essas condições, por isso, a ausência de registro deixou de ser uma fragilidade e passou a ser um risco passivo crescente.  Empresas sem sistema formal de controle de jornada para equipes externas estão expostas a reclamações de horas extras não pagas, mesmo quando o colaborador nunca reclamou durante o vínculo.  Você sabe hoje quais dispositivos corporativos estão em campo na sua empresa e o que está instalado neles?  Sem MDM, essa resposta não existe, e sem essa resposta, a gestão de equipes externas sempre vai depender de ligação, planilha e confiança. O time da Enghouse Navita mapeia os pontos de exposição da sua frota em 30 minutos, com os dados reais da sua operação. Quero um diagnóstico da minha frota!  O que o modelo híbrido complicou ainda mais  Em 2026, o desafio da gestão de equipes externas ficou mais complexo com a consolidação do modelo híbrido.  Antes, a equipe era clara: quem está no campo, está no campo, e quem está no escritório, está no escritório.  Hoje, muitos colaboradores alternam entre campo, home office e escritório na mesma semana. O gestor precisa manter visibilidade de jornada e produtividade em três contextos diferentes, com ferramentas que muitas vezes foram pensadas para apenas um deles.  Além disso, o modelo híbrido criou uma assimetria de percepção que afeta o engajamento. Os colaboradores que passam mais tempo no escritório têm mais visibilidade junto à liderança, os que trabalham remotamente ou em campo, menos. Essa percepção de “olho que não vê, coração que não sente” aumenta a rotatividade nos perfis mais externos.  O que empresas que resolveram isso fizeram diferente  Empresas que superaram os desafios de gestão de equipes externas têm três práticas em comum.  Primeiro, pararam de depender de ligação e WhatsApp como canal de gestão: ferramentas específicas centralizam comunicação, registro de atividades e comprovação de jornada

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gestão de pessoas

Gestão de pessoas: o guia completo para empresas em 2026

Gestão de pessoas é o que diferencia uma empresa que cresce de uma empresa que apenas funciona.  Em 2026, o conceito vai muito além do RH tradicional. Regir pessoas significa atrair os talentos certos, desenvolver quem já está na equipe, manter engajamento em modelos híbridos e remotos, e garantir que cada colaborador entregue resultado, independentemente de onde esteja.  O setor de Recursos Humanos vive uma transformação profunda, em 2026, o RH deixou de ser apenas um centro operacional para assumir um papel estratégico, analítico e orientado por dados.  Por isso, entender o que é gestão de pessoas, como ela funciona e o que mudou é o primeiro passo para qualquer empresa que quer crescer de forma sustentável. O que é gestão de pessoas?  Gestão de pessoas é o conjunto de práticas, processos e estratégias que uma empresa usa para atrair, contratar, desenvolver, engajar e reter colaboradores.  A definição vai além da simples contratação. Envolve criar um ambiente de trabalho produtivo, onde cada pessoa tem clareza sobre o que se espera dela e acesso às ferramentas para entregar.  Na prática, o RH atua como uma ponte entre os objetivos do negócio e a experiência dos colaboradores, definindo políticas, processos e rituais que sustentam o desempenho e a cultura.  Por isso, gestão de pessoas não é responsabilidade exclusiva do RH, é uma função compartilhada entre líderes, gestores e diretoria.  Para que serve o RH nas empresas? O RH existe para resolver um problema fundamental: como fazer com que pessoas diferentes trabalhem juntas em direção ao mesmo objetivo.  Na prática, o departamento de gestão de pessoas cuida de seis frentes simultâneas:  Atração e seleção  Encontrar e contratar as pessoas certas, no momento certo, com o custo adequado para o negócio.  Desenvolvimento  Garantir que os colaboradores tenham as competências necessárias para o presente e para o futuro da empresa.  Engajamento  Criar condições para que as pessoas queiram trabalhar bem, não apenas ‘trabalhar’. Retenção   Reduzir a rotatividade de talentos, que tem um custo direto e indireto sobre a operação.  Conformidade  Garantir que a empresa cumpra obrigações trabalhistas, previdenciárias e regulatórias, incluindo a LGPD.  Dados e análise  Transformar informações sobre pessoas em decisões estratégicas melhores.  Por isso, gestão de pessoas eficiente impacta diretamente o resultado financeiro da empresa, não apenas o clima organizacional.  Os pilares da gestão de pessoas moderna  Gestão de pessoas em 2026 se apoia em quatro pilares:  Cultura organizacional   É o conjunto de valores, comportamentos e práticas que definem como a empresa funciona no dia a dia. Uma gestão de pessoas “forte” começa por uma cultura bem definida, comunicada e vivida pelos líderes.  Liderança   A liderança segue como prioridade número 1 das empresas pelo quinto ano consecutivo, e em 2026 alcança o maior índice da série histórica, segundo pesquisa GPTW Brasil. Por isso, desenvolver líderes é um dos investimentos com maior retorno em gestão de pessoas.  Tecnologia   O People Analytics e a inteligência artificial são vistos como aliados por profissionais de RH, segundo o Control ID. Além disso, ferramentas de gestão de pessoas automatizam processos repetitivos e liberam o time de RH para atividades mais estratégicas.  Experiência do colaborador   Programas iguais para todos estão ficando para trás. Em 2026, a personalização é um dos principais fatores de engajamento e retenção, sejam eles: benefícios flexíveis, trilhas de desenvolvimento individuais e feedbacks personalizados fazem parte dessa nova lógica.  O que mudou na gestão de pessoas em 2026  Gestão de pessoas passou por transformações profundas nos últimos anos. Em 2026, três mudanças são especialmente relevantes para empresas brasileiras.  O RH virou área estratégica: com o maior nível de ocupação desde 2012 e novas transformações tecnológicas em curso, o papel do RH nunca foi tão estratégico, segundo análise da Flash. Empresas que ainda tratam o RH como área de suporte estão perdendo competitividade.  O modelo de trabalho se fragmentou: equipes hoje funcionam em escritório, home office e campo, muitas vezes ao mesmo tempo. Isso criou um desafio novo para gestão de pessoas: como manter engajamento, produtividade e cultura em times que nunca estão no mesmo lugar.  A tecnologia entrou de vez: Inteligência artificial, People Analytics e ferramentas de monitoramento de equipes externas mudaram o que é possível fazer em gestão de pessoas. Por isso, empresas que ainda dependem de planilhas e processos manuais estão ficando para trás. Gestão de pessoas em equipes híbridas e remotas  Gerir pessoas que não estão no escritório é um dos maiores desafios do RH moderno.  Em equipes híbridas, o gestor precisa garantir que colaboradores em casa tenham o mesmo acesso a informações, oportunidades e reconhecimento que os presenciais. Caso contrário, cria-se um desequilíbrio que reduz engajamento e aumenta turnover.  Em equipes de campo, o desafio é diferente: é a visibilidade. Como saber se um vendedor externo, um técnico de manutenção ou um entregador está cumprindo a jornada, seguindo o roteiro e se está precisando de suporte? Sem ter uma tecnologia existente, a resposta é: não sabe.  Por isso, gestão de pessoas em equipes distribuídas exige ferramentas que criem visibilidade sem criar controle excessivo. O equilíbrio entre monitoramento e autonomia é o que define se a tecnologia ajuda ou prejudica o engajamento da equipe.  Saiba mais sobre as tendências de RH para 2026 que estão moldando a gestão de equipes distribuída. Sua empresa gerencia equipes em campo, home office ou em modelo híbrido? No próximo artigo desta série, mostramos os desafios específicos da gestão de equipes externas e como resolvê-los na prática. Erros mais comuns na gestão de pessoas  Gestão de pessoas tem padrões de erro que se repetem em empresas de todos os portes, são elas:  Avaliar desempenho apenas por entrega   Focar só no resultado final ignora o processo completo, os colaboradores que entregam no curto prazo mas trabalham de forma insustentável tendem a pedir demissão, e levam consigo conhecimento que a empresa não documentou.  Não medir engajamento   Empresas que não medem o engajamento só descobrem o problema quando o colaborador já decidiu sair.   Ignorar equipes externas   Colaboradores em campo tendem a ser os mais esquecidos nas iniciativas de gestão de

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Linhas ociosas: como reduzir custos com telefonia empresarial

Linhas ociosas custam caro para a sua empresa, elas ficam escondidas na fatura, mês após mês, sem que ninguém perceba. Por exemplo: um colaborador sai da empresa, um aparelho fica parado no armário, ou até um departamento é extinto, mas as linhas continuam ativas, e o custo de cada uma delas continua entrando no orçamento de TI. Esse erro em questão custa mais do que a maioria dos diretores financeiros imagina, ainda mais em um momento em que o orçamento de TI está sob mais pressão do que nunca. A Gartner projeta um crescimento de 14,2% nos gastos globais com TI em 2026, e parte desse aumento não vai para a inovação, vai para manter contratos e linhas que ninguém notou que ainda estão ativas. O que são linhas ociosas Linhas ociosas são qualquer linha ativa sem uso real, elas existem por três motivos comuns: o colaborador responsável foi desligado, o aparelho ficou parado no estoque, ou o plano nunca foi cancelado depois que a necessidade acabou. O problema não é a linha em si, é que ela fica invisível dentro de uma fatura com centenas de números. A fatura mostra o valor cobrado, ela não mostra se ‘alguém está usando aquele número’. 3 sinais de alerta para identificar linhas ociosas na sua empresa Ninguém sabe o número exato de linhas ativas Se a resposta para “quantas linhas corporativas nós temos hoje?” exige uma ligação para a operadora, esse já é o primeiro sinal. As empresas que tem um controle real desse número respondem essa pergunta em segundos. O processo de desligamento não inclui o cancelamento da linha Na maioria das empresas, o RH desliga o colaborador, mas o cancelamento da linha telefônica fica de fora do checklist, e esse intervalo, entre o desligamento e o cancelamento, é onde o desperdício se acumula mês após mês. A fatura de telecom sobe, mas o número de colaboradores não Esse é o sinal mais fácil de checar, basta comparar o crescimento da fatura com o crescimento do quadro de funcionários nos últimos 12 meses. Se a fatura sobe mais rápido, existe “gordura” para cortar. Quanto linhas ociosas custa de verdade? O impacto parece pequeno quando você olha linha por linha, mas ele se escala muito rápido. Benchmarks do setor de TEM (Telecom Expense Management) apontam que empresas que estruturam a gestão de telecom no primeiro ano conseguem reduzir de 20% a 30% do custo total, cortando linhas fantasmas, ajustando planos por perfil de uso e renegociando contratos vencidos. Por exemplo: em uma empresa com uma fatura de R$15 mil por mês, isso representa mais de R$40 mil de economia só no primeiro ano. Esse valor quase nunca aparece isolado no relatório financeiro, ele fica diluído dentro do que os especialistas chamam de TCO real de telecom, que costuma ser bem maior do que o número que aparece no centro de custo de TI. Quer saber exatamente quantas linhas ociosas sua empresa está pagando agora? O time da Navita cruza seu inventário de dispositivos com a fatura de telecom em um diagnóstico gratuito. Em poucos dias, você recebe o número exato e um plano pra cortar o desperdício sem afetar a operação, fale com um especialista agora. Por que ninguém enxerga esse desperdício? A causa raiz é bem simples: a falta de inventário atualizado. Sem essa visibilidade do inventário, o corte de custo vira uma ‘mera suposição’, e quando estamos falando sobre a gestão das linhas de telecom, o dado preciso é estritamente necessário. Esse ponto cego se conecta em outro problema comum: dispositivos e aplicativos fora do controle de TI, conhecido como Shadow IT. A lógica é a mesma, o que não está no inventário, não está sob controle. Como cortar linhas ociosas sem afetar a operação? Cortar sem um critério cria um problema novo: linhas insuficientes em horário de pico, atendimento comprometido, equipe sem acesso ao que precisa, por isso, o corte seguro sempre parte de dado cruzado, e nunca de estimativa. Primeiro, cruze o inventário de dispositivos (via MDM) com o consumo real de cada linha, logo depois, confirme se existe colaborador ativo vinculado aquele número, e só então solicite o cancelamento junto à operadora. Empresas que automatizam esse cruzamento mantem o controle contínuo, elas não dependem de um levantamento manual em planilha, que já nasce desatualizado no mês seguinte. Perguntas frequentes sobre linhas ociosas Você já sabe que tem linhas ociosas, o que falta é o número exato e um plano para agir sem travar a operação. O Navita Connect faz esse cruzamento automaticamente: inventário de dispositivos, uso real de cada linha, e alerta assim que algo sai do padrão. Agende um diagnóstico gratuito com a Navita, em uma conversa de 20 minutos, nosso time mostra exatamente onde está o desperdício na sua operação e quanto a sua empresa pode economizar já no próximo trimestre. Continue lendo: Benchmarking telecom: case de redução de custos | Gestão de telecom no mercado financeiro | Sua equipe usa Shadow IT agora e você não sabe

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Segurança de dados: sua empresa já está exposta na dark web?

Segurança de dados corporativos começa por uma pergunta que a maioria dos gestores não consegue responder com certeza: os dados da minha empresa já estão circulando em algum mercado clandestino? Se você já leu como dados corporativos chegam à dark web, sabe que são cinco caminhos principais, e todos começam dentro da própria empresa, em dispositivos móveis sem gestão, em apps não autorizados, em credenciais capturadas por phishing. Por isso, proteger dados corporativos da dark web não exige uma operação de contrainteligência, exige fechar sistematicamente esses cinco caminhos com uma camada técnica que funcione independentemente do comportamento dos colaboradores. Segurança de dados: Por que o MDM é a principal camada de proteção? Proteger dados corporativos da dark web exige atacar o problema na origem e essa origem, na maioria dos casos, é o dispositivo móvel corporativo. Um dispositivo perdido ou roubado sem proteção adequada é uma porta aberta para: acesso ao e-mail corporativo, ao CRM, a documentos e provavelmente a sistemas internos da companhia. Além disso, colaboradores que instalam aplicativos de fontes não confiáveis e sem a autorização prévia, podem inadvertidamente instalar malware que captura as credenciais, monitora a digitação ou exfiltra dados, criando também o famoso: Shadow IT. Por isso, treinar os colaboradores é necessário, mas não suficiente. Já que o comportamento humano tende a falhar em algum momento, já um política técnica aplicada via MDM não. Quando um dispositivo está sob gestão MDM, as proteções estão ativas independentemente do que o colaborador decide fazer, ou seja: ele não consegue desativar a VPN, não consegue instalar um app fora da lista homologada, não consegue acessar a rede corporativa sem autenticação, e como resultado, a superfície de ataque que alimenta a dark web com dados corporativos dimunui drasticamente. Além disso, a LGPD exige que empresas adotem medidas técnicas e administrativas aptas a proteger os dados pessoais de acessos não autorizados. Dispositivos móveis que acessam dados de clientes, colaboradores ou fornecedores estão dentro do escopo da LGPD, uma empresa que não tem política de gerenciamento de dispositivos móveis está, na prática, falhando nessa obrigação legal. Da exposição à proteção: o que muda na operação depois do MDM A diferença entre uma empresa exposta e uma empresa protegida não está no tamanho do time de TI, está na existência ou não de uma camada técnica que funciona independentemente do comportamento dos colaboradores. Antes do MDM, a operação depende de pessoas fazendo a coisa certa: do colaborador não clicar em um link externo, não se conectar a uma rede Wi-Fi desprotegida, de não instalar apps fora da lista aprovada. Depois do MDM, as proteções estão ativas mesmo quando as pessoas não fazem a coisa certa. O que muda no controle de dispositivos Antes: o TI não sabe quantos dispositivos estão ativos, quais apps estão instalados ou quais políticas estão sendo seguidas. Depois: o TI tem um painel centralizado com visibilidade em tempo real de toda a frota e com dispositivos em conformidade. A confidencialidade dos dados passa a ser garantida tecnicamente. O que muda no controle de apps Antes: qualquer colaborador instala qualquer app, e com isso um app malicioso pode solicitar acesso ao microfone, câmera e contatos, podendo exfiltrar dados silenciosamente por semanas sem que ninguém perceba. Depois: passa a ter uma lista de apps homologados por perfil de função. O colaborador simplesmente não consegue instalar nada fora da lista e os apps corporativos são distribuídos para toda a frota a partir de um único painel. O que muda no controle de rede Antes: o colaborador decide se vai usar a rede do hotel ou não e na maioria das vezes usa, porque é mais rápido e não existia nenhuma proibição quanto ao uso. Depois: o VPN ativa automaticamente em qualquer rede externa e o colaborador não consegue desativá-lo, então a confidencialidade dos dados está garantida independente de onde o dispositivo estiver conectado. O que muda no offboarding Antes: o colaborador desligado pode continuar por semanas com acesso ao e-mail corporativo, ao CRM e a sistemas internos pelo celular. Depois: wipe remoto acionado automaticamente no momento do desligamento, então a janela de risco de vazamento é fechada no mesmo instante. O número que resume a diferença Empresas sem MDM levam em média 94 dias para descobrir um vazamento de dados, já empresas com MDM ativo recebem alertas em tempo real quando um dos dispositivos sai das políticas técnicas. Sua empresa sabe quais desses 5 caminhos estão abertos agora? O time da Enghouse Navita faz um diagnóstico gratuito, mapeando os dispositivos, políticas e pontos de exposição com os dados reais da sua operação. Solicite o seu! O que o MDM da Enghouse Navita entrega em cada camada? Proteger dados corporativos da dark web com o MDM da Enghouse Navita funciona em três camadas integradas, e são elas: Controle de dispositivos Políticas de senha obrigatória, criptografia de dados, bloqueio de funcionalidades não autorizadas (como câmera, bluetooth, armazenamento externo) e wipe remoto em caso de roubo, perda ou desligamento. A solução garante a proteção de dados do negócio, evitando vazamento de dados e potenciais ataques cibernéticos. Controle de apps e conteúdo Lista de apps homologados por perfil de função, bloqueio de instalação de apps fora da lista, distribuição silenciosa de apps corporativos e bloqueio de sites por URL e categoria, incluindo atualização automática quando novos domínios maliciosos surgem. Controle de rede e acesso VPN obrigatória em redes externas, bloqueio de conexão em redes não cadastradas, controle de horário de funcionamento de dispositivo e integração com sistemas de RH para offboarding automatizado. Por isso, o MDM da Enghouse Navita não entrega só uma funcionalidade, ele entrega um protocolo completo de proteção que fecha os caminhos que levam os dados corporativos à dark web de forma sistemática e contínua. Como implementar MDM sem travar a operação Uma das principais dúvidas de gestores de TI é: a implementação do MDM vai travar o dia a dia dos colaboradores? A resposta é não, quando a implementação é feita de forma gradual e com políticas calibradas para cada perfil

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Vazamento de dados

Vazamento de dados: o caminho até a dark web

Vazamento de dados corporativos raramente começam com uma invasão sofisticada. Na maioria das vezes, começa dentro da própria empresa. Se você já leu o que é dark web e como ela funciona, sabe que esse ambiente funciona como um mercado, com vendedores, compradores e preços definidos. O que este artigo explica é o que alimenta esse mercado: como o vazamento de dados de empresas brasileiras chega até lá. A resposta raramente é uma invasão sofisticada de hackers de elite. Na maioria das vezes, o caminho começa dentro da própria empresa, em um celular corporativo sem política de segurança, em uma senha capturada por phishing ou em um app instalado sem autorização do TI. Por isso, entender como dados caem na dark web é o primeiro passo para fechar as portas que sua empresa pode estar deixando abertas sem saber. Neste artigo: A escala do problema do vazamento de dados Antes de entender como dados chegam à dark web, vale dimensionar o problema com dados reais. Em 2024, foram identificados 586 anúncios de dados vazados de organizações privadas, entidades públicas e cidadãos brasileiros na dark web, segundo relatório da Kaspersky Digital Footprint Intelligence mais da metade (53%) teve origem em violações de dados corporativos de 185 organizações no Brasil. Em 2025, o roubo de credenciais cresceu 160% em relação ao ano anterior, segundo o Check Point Software. Em um único mês, os pesquisadores identificaram 14 mil casos em que credenciais de funcionários foram expostas em violações de dados. Só nos primeiros meses de 2025, 306 milhões de registros pessoais foram expostos na dark web, segundo pesquisa da Proton. Desse total, 71% vieram de pequenas e médias empresas. Além disso, as empresas levam em média 94 dias para remediar um vazamento de credenciais, um período crítico durante o qual os atacantes podem agir sem serem detectados. A dark web corporativa não é problema só de grandes corporações, é uma ameaça ativa para empresas de todos os portes, e que cresce com o aumento da digitalização. O que são dados corporativos na dark web Vazamento de dados corporativos não significa apenas documentos secretos expostos. O que circula nesses mercados é muito mais variado e muito mais acessível do que a maioria dos gestores imagina. Os tipos mais comercializados incluem: Credenciais de acesso Logins e senhas de e-mail corporativo, VPN, sistemas de gestão, CRM e paineis administrativos. São os dados mais valiosos porque permitem acesso direto à rede da empresa sem precisar invadir nada tecnicamente. Acessos remotos (RDP/VPN) Credenciais que permitem conexão direta à infraestrutura interna da empresa. Um acesso de VPN corporativa pode custar entre $100 e $10.000 na dark web, dependendo do porte da empresa e do nível de acesso que oferece. Bases de dados de clientes CPFs, e-mails, histórico de compras e dados de contratos. Todos são usados para fraudes direcionadas, phishing personalizado e abertura de contas em nome dos clientes. Documentos internos Tais como: contratos, propostas comerciais, relatórios financeiros, dados de fornecedores. Especialmente valiosos em setores regulados como saúde, finaças e governo. Dados de infraestrutura Mapeamento de sistemas, arquitetura de rede, vulnerabilidade identificadas. Usados por grupos de ransomware para planejar ataques direcionados. Por isso, quando dados corporativos chegam à dark web, o dano raramente fica limitado ao incidente inicial. Cada tipo de dado abre uma porta diferente e frequentemente alimenta ataques futuros contra a mesma empresa. Os 5 principais caminhos que levam vazamento de dados à dark web Caminho 1: phishing e engenharia social Phishing é o caminho mais comum, um colaborador recebe uma mensagem falsa, seja por e-mail, WhatsApp ou SMS, que imita um sistema legítimo da empresa, e assim que o colaborador insere as credenciais, o crimoso as captura. 46% dos dispositivos associados a credenciais vazadas não possuem proteção de endpoint adequada, o que significa que a maioria dos casos de phishing bem-sucedido acontece em dispositivo sem controle de segurança formal. Além disso, o phishing evoluiu. Hoje inclui quishing (QR Code), vishing (ligação telefônica) e smishing (SMS), por isso, um treinamento isolado não é o suficiente, a proteção técnica precisa existir independentemente do comportamento humano. Caminho 2: dispositivos móveis sem gestão centralizada 78% das empresas de médio porte no Brasil adotaram modelos híbridos permanentes em 2025, a cada colaborador acessa recursos corporativos a partir de uma média de 2,7 dispositivos diferentes, segundo o IDC Brasil. Cada dispositvo sem gestão centralizada é um endpoint com acesso a e-mail, CRM, sistemas internos e dados de clientes. Quando esse dispositivo é comprometido por phishing, por app malicioso ou por rede Wi-Fi insegura, as credenciais capturadas chegam à dark web em horas. Por isso, dispositivos móveis corporativos sem MDM são hoje uma das principais origens de dados que alimentam mercados clandestinos. Caminho 3: aplicativos não autorizados (Shadow IT) Em 2025, o Google removeu mais de 2.300 apps maliciosos da Play Store, mas muitos circulam por semanas antes da remoção. Quando colaboradores instalam apps fora da lista homologada pelo TI, cada instalação é uma possível porta de entrada. Por exemplo: apps que solicitam permissões excessivas (como: acesso a SMS, contatos, microfone e localização) podem exfiltrar dados silenciosamente em segundo plano. Além disso, sem MDM, o time de TI não tem visibilidade sobre quais apps estão instalados em cada dispositivo. Por isso, Shadow IT e dark web estão diretamente conectados. Caminho 4: redes Wi-Fi públicas sem proteção Redes em aeroportos, hóteis e cafés frequentemente abrigam ataques man-in-the-middle, capturando credenciais de colaboradores que acessam sistemas corporativos sem proteção de VPN. Quando o dispositivo corporativo não tem VPN obrigatória configurada via MDM, o colaborador decide por conta própria se vai usar a rede do hotel ou não. VPN via MDM garante que esse dispositivo sempre se conecte com proteção, em redes confiáveis. Caminho 5: offboarding incompleto Quando um colaborador é desligado e o offboarding não revoga os acessos imediatamente, as credenciais desse ex-colaborador continuam tivas. Se elas forem compartilhadas (intencionalmente ou não) o acesso à rede interna da empresa persiste. As empresas levam em média 94 dias para remediar um vazamento de credenciais, em muitos

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Benchmarking telecom: case de redução de custos

Benchmarking telecom: como evitar a decisão errada na renovação de contratos Toda empresa chega em algum momento a um ponto inevitável: o contrato de telefonia corporativa está vencendo, e alguém precisa decidir o que fazer. A resposta mais comum? Aceitar a proposta que a operadora enviou. Não porque a proposta seja boa, mas porque não existe nada para comparar. O benchmark telecom existe para resolver exatamente esse problema e o que acontece quando ele não é feito costuma ser mais caro do que qualquer gestor imagina. Benchmarking telecom: o problema que ninguém calcula Depois de entender o que é benchmark telecom, vale entender o que acontece quando uma empresa renova um contrato de telefonia sem nenhum dado de mercado. Em primeiro lugar, os planos contratados costumam estar desajustados. Equipes que cresceram, encolheram ou viraram híbridas continuam pagando por planos dimensionados para uma realidade que já não existe, por isso, franquias que ninguém consome integralmente geram gusto fixo todo mês. Em segundo lugar, o contrato anterior vira o ponto de partida. Quando a operadora apresenta uma proposta de renovação, ela parte das condições vigentes e não das melhores condições disponíveis no mercado. Como resultado, a empresa negocia dentro de um limite que ela própria aceitou anos atrás, sem saber se esse limite ainda faz sentido. Em terceiro lugar, a decisão acontece sem comparação. Sem benchmarking telecom, não existe como saber se a proposta de um e melhor que a de outro, além disso, não existe como quantificar o que seria possível economizar com uma renegociação baseada em dados. O resultado é sempre o mesmo: um contrato renovado com condições que poderiam ter sido melhores e um custo que vai se acumular pelos próximos anos. A Anatel regulamenta as condições de oferta e os direitos do contratante em contratos de telefonia corporativa. Por que o benchmarking telecom evita desperdícios? A redução de custos em telefonia corporativa começa por identificar onde o desperdício existe e sem benchmarking telecom, essa identificação simplesmente não acontece. Três tipos de desperdício persistem porque nenhum sistema os detecta automaticamente, são eles: O primeiro desperdício é o de franquia: Planos contratados acima do consumo real geram um custo fixo sem retorno proporcional, por isso, sem benchmark telecom, a empresa não sabe quais linhas estão sendo pagas além do necessário. O segundo desperdício é o de contrato: Tarifas negociadas anos atrás podem estar significativamente acima do mercado atual, além disso, contratos que renovam automaticamente perpetuam essas condições sem que ninguém as questione. O terceiro desperdício é o de oportunidade: Cada renovação sem benchmark telecom é uma janela de negociação desperdiçada, como resultado, a empresa assina por mais um ciclo em condições que poderiam ter sido melhores. Quer entender melhor sobre a gestão de telecom com a Enghouse Navita? Clique aqui. Uso real de benchmarking telecom Este case de benchmarking telecom começa com uma situação que qualquer gestor reconhece: uma multinacional do segmento farmacêutico chegou ao momento da renovação de contrato de telefonia com mais de 952 linhas móveis ativas e antes de tomar qualquer decisão, escolheu não renovar no automático. A empresa decidiu validar se realmente estava contratando o melhor cenário e conduziu um benchmarking telecom completo com a Enghouse Navita antes de sentar com as operadoras. O estudo analisou o perfil real de consumo de cada linha, a estrutura dos planos vigentes, os valores praticados pelo mercado e as oportunidades de renegociação entre as operadoras. O que a análise revelou surpreendeu e transformou completamente a abordagem da empresa na renovação. Quer saber o que o benchmarking telecom identificou nesse caso e qual foi o resultado? A análise revelou algo que nenhum gestor esperava encontrar, e o que aconteceu meses depois foi o que diferenciou esse case de qualquer relatório comum. O verdadeiro valor do benchmarking telecom Na gestão de telecom em empresas, existe uma diferença fundamental entre reduzir custo e tomar a decisão certa. Antes de apresentar os resultados do case, vale destacar algo que poucas pessoas percebem: O maior valor do benchmarking telecom não é a economia que ele projeta, e a segurança que ele entrega para tomar uma decisão que compromete o orçamento por anos. Enquanto outros fornecedores falam em “reduzir custos”, o benchmarking telecom da Enghouse Navita entrega algo diferente: a certeza de que a empresa está renovando o contrato certo. Por isso, empresas que fazem benchmarking telecom antes de renovar não só economizam, elas também decidem com mais segurança, negociam com mais dados e constroem contratos mais sustentáveis para a operação. No próximo artigo, você vai ver como essa história terminou com diagnóstico, solução, resultado e o detalhe que fez a diferença. Leia o case completo aqui!

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