MDM (Mobile Device Management) – Conheça sua história no Brasil

A utilização de dispositivos móveis é uma realidade no ambiente corporativo e o Brasil está entre os maiores mercados de smartphones do mundo. O uso desses aparelhos é imprescindível no dia a dia das empresas, ajudando na comunicação com clientes, fornecedores, colegas de trabalho e outras tarefas do cotidiano.

Neste artigo, vamos esclarecer sobre a história do MDM (Mobile Device Management) e a importância do gerenciamento de dispositivos móveis, além disso, apresentaremos a história dos smartphones no Brasil e no mundo.

A história dos Smartphones no mundo

Atualmente os smartphones e tablets fazem parte do cotidiano das pessoas, porém, foi na década de 80 que começamos a ter um esboço de como seriam esses dispositivos.

As agendas eletrônicas podem ser consideradas um dos primeiros dispositivos móveis da sua época, muito populares na década de 80 e 90, eram um meio prático de se gerenciar e carregar contatos, pessoais e de trabalho.

No início eram apontadas como artigos de luxo, um tipo de gadget muito específico para um público determinado, porém na década de 90, tornaram-se produtos mais baratos e populares, pessoas de todos os tipos utilizavam esses aparelhos. Apesar da baixa capacidade de processamento e memória, eram muito eficientes em seu papel.

Aos poucos as agendas eletrônicas foram substituídas por PDAs e handhelds, comumente chamados de “Palmtops”.

Em 1992, surgiu o primeiro Smartphone do mercado, lançado pela IBM e intitulado de Simon, sendo comercializado em 1993 pela operadora norte-americana BellSouth. Com recursos como: Calendário, agenda, relógio mundial, calculadora, bloco de notas, possibilidade de configurar uma conta de e-mail e jogos.

O Simon dispunha de features avançadas para a época, ainda mais se levarmos em consideração as limitações técnicas do período. O aparelho contava com uma tela sensível ao toque, no qual era possível manipular suas funções através da utilização de uma caneta, além de um teclado preditivo.

Os Smartphones só passaram a ter maior visibilidade em 1996, quando a Nokia maior fabricante de celulares do mundo, lançou o Nokia 9000 – Communicator.

Embora houvesse outros aparelhos no mercado, o Communicator era o mais versátil, contando com teclado QWERTY (com as teclas dispostas como o teclado de um computador) e recursos avançados de PDA.

A linha Communicator contou com diversos modelos que partiram do modelo Nokia 9000 e evoluíram para outros modelos parecidos, porém com a adição de display colorido, câmera, Wi-Fi, etc.

Em 2001 a canadense RIM lançou o seu primeiro BlackBerry, que era otimizado para a sincronização em fio de e-mails e oferecia um plano de dados próprio. A mobilidade que se tinha com uma agenda eletrônica foi então elevada a outro patamar.

O que antes significava “levar os contatos para qualquer lugar”, passou então a significar, “responder e-mails e ter acesso a informações da empresa de onde quer que se estivesse”.

Muitos smartphones foram lançados desde então, sempre buscando o mercado corporativo. Praticamente todas as marcas de celulares tentaram o sucesso com algum novo aparelho.

Porém, foi em 2005, que a Nokia quebrou o paradigma de que estes aparelhos eram apenas para uso corporativo, lançando o seu primeiro smartphone multimídia da série N.

A grande revolução dos smartphones aconteceu em 2007, quando a Apple lançou o seu primeiro iPhone. Agora esses celulares modernos, eram desejados não só pelas suas funções, mas também pelo seu design e status.

O primeiro iPhone inovou por introduzir uma revolucionária tecnologia de tela sensível ao toque (touch screen) e um sensor posicional muito apurado (acelerômetro).

De maneira geral, os smartphones ganharam terreno por trazer muitas funções em um único aparelho, sendo um verdadeiro canivete suíço moderno.

O primeiro dispositivo incorporado a eles foi a agenda eletrônica. Depois foram os PDAs e handhelds, seguidos pela câmera fotográfica e os pen-drives. Posteriormente, os tocadores de MP3. Atualmente todos os smartphones possuem GPS e conexão Wi-Fi.

Todas essas características, aliadas a conexão com a internet, redes sociais, mensageiros instantâneos e ao acesso fácil e democrático as informações, explicam o grande sucesso dos smartphones na atualidade, fazendo parte do cotidiano de qualquer pessoa.

A história dos Smartphones no Brasil

Em 2005 os dispositivos móveis começaram a invadir as empresas, foi a partir daí que surgiu a necessidade de gerenciá-los, assim como todo o conteúdo armazenado neles.

Essa história se relaciona diretamente com a da Navita, pois foi a primeira empresa a gerenciar dispositivos móveis no Brasil.

A Blackberry, e o início de tudo

Nesta época, a vanguarda tecnológica pertencia a canadense RIM (Research In Motion), empresa fabricante dos famosos BlackBerry.

Esses aparelhos chegaram ao país em sua maioria das vezes trazidos por executivos que viajavam aos Estados Unidos e também por algumas multinacionais, que exigiam que seus diretores fizessem a utilização desse tipo de dispositivo.

Em meados de 2005 a operadora TIM fechou acordo com a canadense RIM (Research In Motion), seguida então pelas operadoras Vivo e Claro, possibilitando a utilização da solução completa de gerenciamento (servidor e plano de dados). Desta forma, esses aparelhos começaram a ser utilizados mais frequentemente entre os altos executivos de diversas empresas.

Inicialmente o uso destes dispositivos era muito caro e poucos podiam pagar, além de exigir uma infraestrutura própria, bem como um plano de dados especial, possibilitando o gerenciamento de conteúdo corporativo e acesso aos e-mails da empresa, o que foi uma verdadeira revolução no ambiente de trabalho.

Para fazer gestão desses dispositivos, era necessário o BlackBerry Enterprise Server (BES), um servidor que permitia que os aparelhos BlackBerry conectassem ao servidor de e-mail da empresa com segurança, além de oferecer a possibilidade da criação de políticas e configurações de segurança.

Em pouco tempo, todas as grandes empresas aderiram ao BlackBerry Enterprise Server (BES), garantindo o gerenciamento e a segurança dos seus dispositivos móveis.

Essa foi a primeira solução de MDM (do inglês Mobile Device Management, em português Gerenciamento de Dispositivos Móveis) amplamente utilizada no Brasil.

Foi então que a Navita, fechou uma parceria com as operadoras, para instalação do servidor de gerenciamento de dispositivos móveis da BlackBerry (BES), nas empresas.

Além da instalação do BES, a Navita passou a oferecer serviços gerenciados de mobilidade, contemplando: Instalação, atualização e administração do BES, além do suporte aos dispositivos e usuários.

A parceria com a RIM permitiu à Navita rápida ampliação da oferta e conquista de clientes.

Nessa época poucas empresas contavam com especialistas na área, gerando muitos problemas e frequentemente os celulares BlackBerry paravam de funcionar. A Navita contava com um time de especialistas e prestava consultoria pontual, resolvendo a maioria dos problemas.

Além disso, administrar dispositivos móveis na época era desafiador, pois afetava os mais altos executivos das empresas, aqueles que não podiam deixar de trabalhar via smartphone ou tablet e que não tinham muita paciência para esperar pela solução de um problema.

Devido a essa criticidade, as principais operadoras do Brasil contrataram a Navita para ser o seu suporte de terceiro nível para clientes corporativos BlackBerry, e isso durou enquanto as empresas usavam esses dispositivos para acessar o seu ambiente de trabalho.

O iPhone chega ao mercado brasileiro em 2008

O iPhone da Apple foi lançado em 29 de junho de 2007 nos Estados Unidos e no ano seguinte começou a ser comercializado no Brasil. Isso gerou uma nova necessidade: Administrar e proteger as informações corporativas nos iPhones dos executivos brasileiros.

Agora o cenário era ainda mais complexo, pois o BES era exclusivo para dispositivos BlackBerry e com a pressão crescente dos usuários de iPhone, era preciso ter uma nova solução capaz de administrar esse tipo de dispositivo nas empresas.

Foi então que a Navita percebeu essa necessidade no mercado, e fez um acordo com a Sybase para a utilização do Afaria (Solução MDM), criando a primeira nuvem capaz de administrar dispositivos móveis com iOS (Sistema Operacional dos Dispositivos da Apple).

A chegada do Android no mercado corporativo

Em 28 de setembro de 2006, nascia o Android, um dos sistemas operacionais mais populares do mercado. Porém, só em 22 de outubro de 2008, teríamos o primeiro celular utilizando esse sistema, lançado pela HTC Dream.

No início, houve grande resistência na utilização de dispositivos com o sistema Android, o principal argumento é que não eram seguros para o uso empresarial. Mas com o passar do tempo e sua evolução, tornou-se a melhor e mais viável opção.

Uma das grandes vantagens do Android, que fez o sistema se tornar cada vez mais popular, é o fato de ser aberto e gratuito, permitindo a adoção e personalização por parte dos fabricantes.

Além da sua grande versatilidade, podendo ser usado não apenas por executivos, mas por trabalhadores de campo, forças de vendas, profissionais liberais e inúmeros outros perfis.

Agora, existiam 3 sistemas operacionais para dispositivos móveis nas empresas: BlackBerry, IOS e Android. As equipes de infraestrutura e segurança se viram obrigadas a procurar por novas soluções MDM que pudessem gerenciar todos esses sistemas.

Com o tempo, a BlackBerry foi perdendo liderança, o iOS foi dominando o uso entre os altos executivos, e o Android foi o sistema operacional com a maior diversificação, se fazendo presente em todos os tipos de celulares, desde os mais baratos até os mais caros.

E com essa guerra entre diversos tipos de sistemas e dispositivos móveis de todos os tipos, surgiram novos softwares de MDM.

A história do MDM (Mobile Device Management) no Brasil

Com o BES (Solução MDM para BlackBerry) estabelecido e a Navita sendo a principal parceira da BlackBerry e das operadoras de telefonia celular para a gestão de smartphones no Brasil, o mercado de gerenciamento de dispositivos móveis continuou crescendo.

As empresas tinham políticas muito rígidas para o gerenciamento de dispositivos móveis. Existiam 2 opções:

  1. As que decidiam utilizar os Smartphones para o trabalho, optavam por comprar dispositivos BlackBerry e usar o BES para o seu gerenciamento.
  2. As que não permitiam a utilização de Smartphones, pois esses dispositivos eram contra as políticas da empresa, além de serem vistos como não seguros.

Pagar o preço por essa gestão utilizando o BES (Solução MDM para BlackBerry), embora fosse considerada cara, era uma opção bem aceita pelas empresas, devido ao ganho de produtividade e vantagem tecnológica.

Entretanto, o cenário começou a mudar na segunda década dos anos 2000. A partir de 2011, a BlackBerry já não detinha a liderança em inovação e design no mercado de Smartphones e mesmo sua base fiel passou a considerar o uso de outros dispositivos.

Com uma pressão cada vez maior de seus colaboradores para o uso de dispositivos mais interessantes e avançados no ambiente corporativo, as equipes de segurança da informação, infraestrutura e gerenciamento de telefonia se viram em um dilema:

Como permitir o uso de dispositivos que não fossem BlackBerry e ainda assim garantir a segurança e controle das informações corporativas?

Foi nesse cenário que começaram a surgir outras opções de MDM – Mobile Device Management (gerenciamento de dispositivos móveis) no mercado, atendendo outros tipos de sistemas operacionais.

A princípio não eram tão sofisticadas quanto o BES, porém, essas soluções possibilitavam algo que a BlackBerry resistia em fazer: Permitiam o uso de iPhones e dispositivos Android nas empresas de forma segura.

A Navita, mais uma vez se fez presente neste momento importante e ajudou as empresas nessa transição, introduzindo no mercado nacional as principais soluções disponíveis: Airwatch, Mobile Iron e Good Technology.

A partir de 2014, a migração de dispositivos BlackBerry para outras plataformas já era uma necessidade, e a expertise da Navita foi crucial para que seus clientes pudessem fazer esse movimento com qualidade e segurança.

Desde então, com a evolução dos sistemas operacionais, e a demanda cada vez maior por uma transformação digital, a gestão de dispositivos móveis deixou de ser uma opção e passou ser uma necessidade.

Foi nesse contexto que o MDM (Mobile Device Management) evoluiu para EMM (Enterprise Mobility Management – Gerenciamento de Mobilidade Corporativa), uma vez que não era mais necessário fazer o gerenciamento apenas dos dispositivos, e sim de tudo que ele acessava, a segurança da informação contida neles, a disponibilidade de softwares para trabalho, suas configurações, etc. O conteúdo passou a ser tão ou mais importante que seu repositório.

Em 2019, após anos desempenhando papel chave e de destaque no gerenciamento de dispositivos móveis no Brasil, a Navita lançou o seu próprio EMM, o Navita EMM, uma plataforma simples e fácil, pensada para atender projetos de média e baixa complexidade, democratizando assim a gestão de dispositivos móveis.

Uma nova realidade: Aplicativos Móveis

Hoje, os smartphones estão cada vez mais avançados, com sua popularização e imensa variedade de dispositivos no mercado, fez com que o desenvolvimento de aplicativos (apps), explodisse.

Muitas empresas passaram a entregar dispositivos móveis para seus colaboradores. Ajudando em diversos setores, como por exemplo, o de vendas. No qual os vendedores podem registrar suas visitas, realizar seus atendimentos e subir os seus pedidos, de forma rápida e fácil.

Outras empresas começaram a digitalizar processos dos ERPs (Enterprise Resource Planning – softwares integrados de gestão empresarial) trazendo mobilidade para suas rotinas.

A realidade se faz presente ao constatarmos que aplicativos e smartphones são usados para trabalho em praticamente todos os lugares, desde o pedido anotado pelo garçom no restaurante, ao atendimento no consultório médico, passando pelo técnico da TV por assinatura, ao corretor de seguros ou advogado.

Com essa nova realidade, era necessário fazer mais que a gestão de dispositivos móveis, era preciso fazer o gerenciamento de todo o conteúdo gerado por eles, seus aplicativos, suas configurações, manter a segurança, integridade e privacidade dos dados, foi então que surgiu a necessidade de evoluir o MDM para o EMM.

Do MDM ao EMM

Até agora, falamos tanto de MDM quanto de EMM. E qual a diferença entre eles? Essa é uma pergunta frequente e de resposta simples. O EMM é a evolução do MDM.

Inicialmente os softwares eram focados apenas na gestão do dispositivo e com o tempo, outras demandas foram surgindo, tornando a gestão de dispositivos mais ampla. Dentre essas demandas, podemos destacar:

MAM – Mobile Application Management

Com a adoção em massa de aplicativos móveis, tornou-se necessário controlar a distribuição, versionamento, instalação, desinstalação, atualização, configuração e inventariar as instalações destes aplicativos. Através da criação de uma loja exclusiva de aplicativos, pode-se criar regras e configurações para grupos ou situações especificas da empresa.

MCM – Mobile Content Management

Com a facilidade de acesso e mobilidade proporcionada pelos smartphones e tablets, as empresas passaram a se preocupar em tornar disponível documentos e conteúdos. Um documento pode ser editado de maneira colaborativa e segura por um grupo de trabalho, e para tanto, o smartphone deve ser integrado aos softwares de gerenciamento de conteúdo corporativos, assumindo as políticas e regras já criadas para computadores como notebook, desktops, etc.

MIM – Mobile Identity Management

O acesso à informação e a segurança da informação, é um assunto muito caro e de grande preocupação por parte das empresas. Através da integração com o repositório de usuários, convencionou-se a controlar o que cada colaborador tem acesso e quais seus privilégios administrativos dentro de uma organização. A gestão de acesso em dispositivos pode ser tão útil quanto desafiadora.

Essas diferentes frentes deram origem a um novo termo, o EMM ou Enterpise Mobility Management, substituindo assim o MDM, uma vez que a gestão se tornou muito mais complexa, não se preocupando apenas com os dispositivos e sim com diversos aspectos tecnológicos relativos à disponibilidade, gestão e segurança da informação.

Simplificando o termo, podemos dizer que o EMM é a evolução do MDM, permitindo não só o controle dos dispositivos, mas também de aplicativos, do que é acessado e por quem é acessado, dentre muitas outras possibilidades.

Principais Softwares de EMM

Os principais softwares de EMM no mercado, são:

VMWare AirWatch (Workspace One UEM)

Principal software de gestão de dispositivos do mercado, com atuação global e uma grande gama de configurações e funcionalidades. Por ser uma solução completa, atende a projetos e operações complexas. Além disso, está integrado com outras soluções VMWare, como virtualização de aplicativos e desktops, e seu alto preço reflete no nível de excelência de sua entrega. Indicado para empresas que possuam necessidades bem definidas e complexidade elevada.

IBM MaaS 360

Um dos principais competidores em gestão de dispositivos móveis, possui integração com o IBM Watson (inteligência artificial) como seu principal diferencial. Seu nível de gestão é elevado e atende projetos de diversas complexidades, possibilitando controle e configuração de dispositivos dos mais variados modelos.

Microsoft Intune

Parte da solução de Enterprise Mobility + Security da Microsoft, permite o gerenciamento de aplicativos e acesso em dispositivos móveis. Acessado através do portal do Azure, possui orientação para a gestão de aplicativos e informações compartilhadas em ambiente Microsoft nos dispositivos móveis, como os aplicativos Outlook e Onedrive.

Mobile Iron

Tendo surgido na época da brecha criada pela derrocada da BlackBerry, a plataforma se consolidou como uma opção confiável para a gestão de iOS e Android. Sendo uma das poucas empresas remanescentes que não foram compradas ou se fundiram a outras companhias, tem foco em gestão de dispositivos e forte atuação na América do Norte.

Navita EMM

Simples de implantar e fácil de usar, possui as principais funcionalidades que as empresas necessitam para gerenciar seus dispositivos. Focado na simplicidade, é uma excelente opção para projetos e operações de baixa e média complexidade. Com um excelente custo benefício, seu preço agressivo o posiciona como uma das principais plataformas do mercado.

Samsung Knox Manage

Tendo uma intima relação com dispositivos Samsung, integrados a plataforma KNOX, é capaz de gerenciar também outros aparelhos com Android e iOS. Possui a maioria das funcionalidades de seus concorrentes e possibilita a gestão através de um portal web. Seu posicionamento é ligado ao ciclo de vida dos produtos Samsung, trazendo muitos benefícios para a sua gestão.

Conheça as funcionalidades de um Software EMM

Para ser considerado um software EMM, a solução deve atender alguns requisitos, sendo os principais deles listados a seguir:

  • Assegurar que diversos equipamentos de usuários sejam configurados para um conjunto padrão de aplicativos, funções ou políticas corporativas;
  • Atualizar informações de equipamentos, aplicativos, funções ou políticas de maneira escalável;
  • Garantir que os usuários usem aplicativos de maneira consistente e suportável;
  • Garantir que o equipamento funcione de forma consistente;
  • Monitorar ou rastrear equipamentos (por exemplo, localização, status, propriedade, atividade);
  • Ser capaz de diagnosticar e solucionar problemas de forma eficiente remotamente.

Além destes requisitos básicos, as seguintes funcionalidades e configurações podem ser encontradas com relativa frequência, sendo bastante desejáveis para a gestão:

  • Imposição de Políticas: Existem vários tipos de políticas que podem ser aplicadas aos usuários do MDM, como visto a seguir:
    • Política pessoal: De acordo com o ambiente corporativo, altamente personalizável;
    • Específica da plataforma de dispositivos: políticas para gerenciamento avançado de dispositivos Android ou iOS;
    • Políticas / Regras de Conformidade: condicionadas ao estado do dispositivo (Ex: se A, aplicar política B, se B, aplicar política C).
  • Configuração VPN;
  • Catálogo de Aplicativos;
  • Configurações pré-definidas de Wi-Fi e Hotspot;
  • Detecção de jailbreak (iOS) e root (Android);
  • Limpeza remota de dados corporativos;
  • Limpeza remota de todo o dispositivo;
  • Bloqueio remoto do dispositivo;
  • Mensagens remotas;
  • Desativar aplicativos nativos no dispositivo (Ex: Câmera, Telefone);
  • Modo quiosque: limitar o dispositivo a um ou alguns aplicativos;

Outras funcionalidades têm tido um crescente destaque devido a novas demandas de gestão, como:

  • Time Fencing: Controle de disponibilização de aplicativos por horário. Exemplo: Um conjunto de aplicativos fica disponível de segunda à sexta, das 10hrs às 20 hrs. Fora deste intervalo, o aplicativo é ocultado do dispositivo, não estando disponível mesmo no fim de semana. Muito útil em situações onde a preocupação são as leis trabalhistas.
  • Controle remoto do dispositivo: Acesso e controle do dispositivo para configuração e troubleshooting. Embora bastante desejado, enfrenta barreiras devido a qualidade do sinal quando não está em uma rede WiFi.

Com posicionamentos distintos, muitas empresas buscam o seu espaço. Com mais de 10 anos gerenciando dispositivos móveis, a Navita conseguiu entender as principais necessidades do mercado e quais são as funcionalidades que os clientes precisam para gerenciar os seus dispositivos.

Por esse motivo, o Navita EMM foi criado, para ser simples e fácil, atendendo pequenas e médias complexidades.

Os problemas que as empresas precisam resolver com soluções MDM – Mobile Device Management (gerenciamento de dispositivos móveis)

Os celulares, smartphones e tablets mudaram não só a forma como as empresas trabalham, mas mudaram nossas vidas profissionais e pessoais como um todo.

Hoje em dia, não se vê ninguém sem um smartphone nas mãos. As pessoas saem para jantar e não conversam pessoalmente, os pais entregam os tablets para que os filhos fiquem quietos e entretidos, e até mesmo transtornos psicológicos surgiram por causa da dependência de conectividade em tempo integral. Se olharmos a 10 ou até 15 anos atrás, esses problemas não existiam.

No ambiente corporativo o problema é ainda maior, porque a produtividade pode ser extremamente afetada. Mensagens, fotos e vídeos chegam a todo instante e impedem os profissionais de se dedicarem ao trabalho com o foco devido.

Basta andar por um ambiente corporativo para observar que muitos estão lendo ou digitando em seus smartphones quando deveriam estar executando suas tarefas com atenção. E as empresas pensando em melhorar seus resultados, em um cenário cada vez mais competitivo, se perguntam:

  • Como melhorar a produtividade dos meus colaboradores?
  • Que ferramentas de trabalho eu devo disponibilizar para cada funcionário?
  • O que devo permitir e controlar nos smartphones corporativos?
  • Quais as boas práticas de uso dos smartphones e tablets no ambiente de trabalho?
  • Que aplicativos devo permitir, disponibilizar ou controlar nos dispositivos móveis?
  • Quais são os riscos trabalhistas e de segurança da informação ao permitir o uso de dispositivos pessoais na empresa?
  • Quais smartphones devo disponibilizar ou mesmo permitir?
  • Quais vantagens e desvantagens tenho ao liberar o uso de smartphones na empresa?

E se a empresa tem várias dessas duvidas, a pergunta passa a ser outra: Por onde começar?

A verdade é que a resposta é simples, mas para alguns pode se transformar em uma jornada bastante complicada.

A primeira coisa a se fazer é eleger um dos problemas, geralmente aquele mais urgente, e começar. Não importa a complexidade, nesse ponto o mais importante é começar.

O que todos precisam entender, é que a mobilidade é um caminho sem volta. Assim como o uso do fogo e da eletricidade, o ser humano não voltará atrás no uso da tecnologia, não abriremos mão do smartphone em nosso dia a dia.

A geração que hoje inicia no mercado de trabalho utiliza smartphones desde sempre. Cresceram com esses dispositivos em mãos. Seja para locomoção (alguém se lembra como era chegar de um ponto X a um ponto Y em uma grande cidade sem um aplicativo de mapas?) ou pesquisar algo sem os mecanismos de busca?

Como não se pode lutar contra algo tão forte e presente na vida das pessoas, a empresa deve então tirar vantagem da tecnologia.

O segundo passo é entender o que é importante para a empresa, e a partir daí começar a trabalhar no problema.

Existem muitos cenários, mas é a clareza em relação à vontade ou necessidade da empresa que guiará a gestão da mobilidade corporativa.

Qual é a preocupação da empresa? Produzir mais ou ter mais segurança? Os colaboradores devem estar sempre online ou garantir que não excedam as horas de trabalho? É preciso ter um controle rígido de ativos autorizados para acessar conteúdo corporativo ou é melhor ter agilidade para acessar a informação?

Cada empresa pode ter um tipo de problema específico, mesmo assim, conseguimos listar alguns mais comuns:

Controle da segurança da informação

A informação corporativa deve ser acessada pelo colaborador de maneira segura e políticas de DLP (Data Loss Prevention – prevenção de perda de dados) devem ser aplicadas. Não importa se o smartphone é da empresa ou do funcionário, a empresa não pode correr riscos de vazamento ou roubo de informação.

Controle de horas de trabalho

O colaborador não deve acessar recursos de trabalho fora do seu horário de expediente, seja por segurança ou por questões trabalhistas. Este controle já existe em computadores e deve ser estendido para smartphones.

Disponibilização de aplicativos

Existem aplicativos que são vitais para o trabalho e outros que são extremamente uteis. O funcionário deve sempre ter acesso a eles e a empresa precisa garantir que estejam atualizados e funcionando.

Suporte remoto

Os dispositivos são utilizados em atividades críticas e não podem parar para aguardar a visita de um técnico para prestar suporte, exigindo acesso, configuração ou reconfiguração remota a fim de garantir a continuidade do negócio.

Produtividade

O colaborador precisa ter foco total em sua atividade e para isso utiliza um smartphone ou tablet com um ou alguns aplicativos apenas, não sendo permitido nada além do que é necessário para o seu trabalho.

BYOD

O colaborador passa a usar o seu dispositivo, de forma oficial, e assim passa a acessar informações corporativas em seus dispositivos pessoal. Essa pratica pode ser ou não consentida pela empresa, mas o grande desafio passa a ser como controlar ou mesmo impedir que isso aconteça.

Para resolver estes problemas, existem uma série de funcionalidades, como modo quiosque, time fencing, controle de restrições e envio de configurações, dentre outros.

Benefícios para empresas ao usar MDM ou EMM

Quando falamos com um time de tecnologia da informação (TI) que nunca pensou em usar uma solução de MDM ou mesmo EMM, a primeira pergunta que nos fazem é: “Quais os benefícios de usar mobile device management na minha empresa?” seguida por “que benefício eu posso trazer para a organização?”.

A resposta pode variar de empresa para empresa, mas de maneira geral, listamos alguns benefícios que são comuns para todas as empresas:

Maior controle dos dispositivos móveis corporativos

As várias configurações ou políticas de segurança estão disponíveis para ajudar às empresas a terem mais controle sobre a informação corporativa disponibilizada em seus smartphones e tablets empresarias.

Maior produtividade dos funcionários/colaboradores

Todos sabemos que um smartphone na mão de um colaborador pode significar perda de produtividade. Vários recursos como modo quiosque, time fencing e loja de aplicativos corporativa privada poderão ajudar a devolver o foco e a produtividade aos seus funcionários

Melhoria nos processos de suporte e gestão de ativos

Não importa quem é o responsável por gerenciar a mobilidade corporativa em sua empresa, perde-se muito tempo quando surge uma situação que necessite de suporte.

Seja o colaborador, o prestador, ou ambos, não é interessante que se tenha que interromper atividades para reconfigurar uma rede WiFi no dispositivo ou mesmo liberar acesso a algum aplicativo.

O cenário se agrava quando o funcionário não se encontra na mesma localidade, exigindo deslocamento de uma das partes. Com uma plataforma EMM se pode configurar, reconfigurar e controlar um dispositivo que esteja em qualquer lugar remotamente, poupando tempo, dinheiro e melhorando a satisfação de todas as áreas envolvidas.

Continuidade do negócio e maior eficiência

Para exemplificar isso é muito fácil quando se usa um time de força de vendas. Uma empresa que possui uma força de vendas munida de smartphones ou tablets, precisa ser eficiente para colocar seus pedidos. Quanto mais eficiente for para enviar os pedidos, antes poderá produzir o produto, antes poderá faturar o cliente e antes receberá o pagamento (melhorando o fluxo de caixa).

LGPD (Lei Geral de Proteção dos Dados)

A partir 28 de dezembro de 2020, a Lei Geral de Proteção de Dados, que versa sobre proteção e privacidade dos dados do titular no Brasil, entrará em vigor. Semelhante a GDPR, lei que versa sobre o mesmo tema na União Europeia, as empresas que não se adaptarem estarão sujeitas a sanções e multas que podem chegar a 50 milhões de reais. A correta gestão dos dados nos dispositivos móveis depende intimamente de uma plataforma EMM adequada.

Os benefícios entregues pela correta gestão dos dispositivos móveis é proporcional a clareza do entendimento das necessidades da empresa. Seja produtividade, garantia de receita, controle ou segurança da informação, a abordagem correta se bem executada, retornará benefícios competitivos tangíveis e intangíveis, seja em retorno financeiro, de imagem ou prevenção de perdas.

Não importa se a empresa chama a sua gestão de MDM ou EMM, o importante é garantir a segurança, produtividade e a continuidade das suas atividades e de seus colaboradores.

Como definir a estratégia de gestão de mobilidade corporativa

Um ponto superimportante a ser debatido é, depois de entender que a gestão é necessária, como definir a melhor estratégia e executa-la.

A Navita não recomenda sair proibindo tudo e bloqueando todos os acessos dos colaboradores. Primeiro deve-se ter muito mais cuidado ao introduzir uma solução como essa no ambiente corporativo.

Para ter uma boa gestão dos dispositivos e aumento da segurança e produtividade, é preciso uma ação orquestrada com algumas áreas importantes da empresa:

  1. Alta Gestão;
  2. Recursos Humanos;
  3. Comunicação;
  4. Tecnologia da Informação (infraestrutura, segurança e governança);
  5. Outros líderes chave da organização como, por exemplo, diretor comercial, quando envolver um time de força de vendas usando smartphones.

Podem existir outras áreas ou profissionais que sua empresa poderia adicionar, mas o conceito será sempre o mesmo: Entender o que deve ser liberado e o que deve ser proibido ou ter acesso restrito.

O segredo está na forma de comunicar as pessoas. Não pode ser algo impositivo, tem que ser algo bem elaborado e mostrar os benefícios para a empresa e para o profissional e o propósito para se fazer isso.

Com um software de EMM será possível monitorar o comportamento nesse novo modelo e ir refinando as configurações, controles e medição da produtividade.

Esse tipo de projeto não é simples, nem fácil, mas traz retornos impressionantes. O importante é chamar para a mesa de discussão os responsáveis pelas áreas que serão afetadas e juntos construírem um modelo que funcione para todos.

Recomendações da Navita para empresas que estão começando a gerenciar seus dispositivos móveis

Muitas empresas pensam que não precisam de um software de EMM para gerenciar seus dispositivos móveis. Pensam que é uma solução cara e que não é para seu perfil.

Grande engano! Hoje em dia os softwares de MDM, ou melhor, de EMM, já estão bem acessíveis e são bem mais simples de usar. Qualquer empresa pode e deve proteger seus dispositivos móveis.

Porém, é verdade que cada empresa possui um perfil distinto e a necessidade de um banco ou instituição financeira é diferente de uma indústria ou um pequeno negócio.

A Navita recomenda que antes de escolher qualquer solução para gerenciar smartphones e tablets, é preciso entender o que é preciso, o que faz sentido.

A seguir, vamos apresentar alguns passos que devem ser seguidos para ter sucesso em um projeto de gestão de dispositivos móveis:

Entenda a necessidade de cada funcionalidade de um software de EMM ou MDM

Cada empresa é única e tem necessidades distintas. Empresas de um mesmo segmento, seja ele, indústria de manufatura, varejo, educação, finanças, farmacêutica ou qualquer outro, possuem necessidade parecidas, mas não idênticas.

Fazer uma pesquisa para entender o que as empresas do seu segmento estão usando, ajudará bastante a entender a sua real necessidade.

E como fazer para saber o que as empresas do meu segmento estão usando em termos de “mobile device management”?

É fato que nem sempre seu concorrente irá recebê-lo para lhe dizer qual é a estratégia dele para mobilidade corporativa, mas o seu fornecedor ou potencial fornecedor de software de MDM poderá lhe falar o que outras empresas do seu segmento estão usando de funcionalidades e serviços para melhor gerenciar seus dispositivos móveis. Comece por aí.

Ao elencar uma funcionalidade, meça o esforço para implementar, o retorno em potencial e o risco

Não siga a moda! Não é porque todos usam alguma coisa que sua empresa precisa fazer o mesmo.

Mas antes de decidir, é importante entender qual o risco que está correndo (para funcionalidades de controle ou segurança), qual é o benefício que poderá obter (para funcionalidades que trarão ganho de produtividade ou performance), qual é o retorno para o negócio (ganhos financeiros ou em horas do time) e qual é o esforço para implementar essa funcionalidade.

Ao avaliar todos os pontos anteriores, terá uma boa visão se vale à pena ou não implementar essa funcionalidade de gestão de smartphones ou tablets.

Como administrar um software de EMM ou MDM?

Essa pergunta é clássica nos times de Tecnologia da Informação. Algumas empresas decidem focar no seu negócio e usam todos os seus colaboradores para isso. Qualquer outra solução de suporte, apoio ou que não esteja ligada diretamente ao crescimento do negócio, geralmente é terceirizada.

Mas dependendo da disponibilidade do time e do esforço para gerenciar esse software de MDM/EMM, pode ser mais fácil gerenciar internamente os dispositivos móveis. Também é bom ficar claro o nível de dependência que seu negócio pode ter dos dispositivos móveis.

Por exemplo, empresas farmacêuticas ou que possuem times de vendedores em campo que colocam pedidos ou divulgam seus produtos usando smartphones ou tablets, possuem um alto nível de dependência desses dispositivos, assim como empresas de trade marketing. E aí, a gestão dos dispositivos móveis, vira missão crítica para tal empresa.

Então, será preciso avaliar cuidadosamente o que será mais eficiente, gerenciar internamente ou terceirizar a gestão do software de MDM com uma empresa especializada. O importante aqui passa a ser quanto a empresa pode perder se não houver disponibilidade total do serviço, ao invés do quanto irá custar a terceirização da gestão do software de MDM.

Como suportar os usuários de smartphones e tablets numa empresa?

Outro ponto de suma importância. Quanto custa um colaborador ficar sem os serviços no seu dispositivo móvel?

Também pode ser feito internamente ou de forma terceirizada, mas procure um especialista, porque algumas empresas que oferecem soluções de service desk se arriscam no gerenciamento e suporte aos dispositivos móveis e, por vezes, isso vira um desastre porque é uma solução de nicho e muito especializada.

O que pode acontecer se o presidente da sua empresa ou o diretor financeiro ficar com seu smartphone indisponível? Alguns riscos não valem à pena correr.

Que indicadores eu devo usar na gestão dos dispositivos móveis?

A resposta correta para essa pergunta é: “use os indicadores que fizerem sentido para sua empresa”, mas como o objetivo desse artigo é também ajudar as empresas que estão começando a gerenciar seus dispositivos, a resposta correta é, liste todos os possíveis e comece com 3 ou 5 que fazem mais sentido para seu perfil.

Alguns KPIs de mobilidade que podemos citar são relacionados à: inventário, vida útil dos smartphones ou tablets, dispositivos sem conexão há mais de x dias, indicadores sobre a satisfação dos usuários com o suporte à mobilidade, além do tempo médio de atendimento, tempo médio de resolução de  problemas, percentual de resolução no primeiro chamado, etc.

Quando há gestão de aplicativos móveis é importante saber quais aplicativos estão em quais smartphones ou quais estão em situação “non compliance”; ou seja, não estão seguindo as regras da empresa, qual versão do sistema operacional está instalado nos dispositivos móvel, dentre inúmeros outros indicadores.

O objetivo aqui foi passar uma ideia inicial de quais tipos de indicadores poderão ser usados para lhe ajudar na gestão dos dispositivos móveis.

Os 5 passos acima lhe ajudarão bastante a começar a gerenciar seus smartphones e tablets corporativos, mas o importante é começar, pois, com o tempo suas necessidades vão lhe orientar como deve ser o formato do seu “book de serviços de mobilidade”, é assim que chamamos na Navita, a apresentação mensal que entregamos aos nossos clientes com o resumo da operação mobile de sua empresa.

O software poderá ser adquirido diretamente com o fabricante, de canais integradores de MDM do fabricante ou mesmo via operadoras. A Navita é fabricante de software de EMM, possui dezenas de canais integradores no Brasil, além da América Latina, Europa e Oceania e praticamente todas as operadoras do Brasil vendem softwares de EMM via Navita, seja o Navita EMM ou outros softwares de MDM de terceiros.

A vantagem de comprar via operadora de telefonia móvel é que não precisa de uma concorrência, preparar RFP e gastar tanto tempo com a burocracia da contratação. As operadoras vendem o software com um suporte básico e cobram na fatura de telefonia; ou seja, é fácil contratar e a cobrança virá na mesma fatura de telefonia móvel.

Atualmente a Vivo, Oi e a Claro vendem as soluções da Navita como White label (também conhecido como marca branca, que é quando a operadora pega um software de mercado, coloca sua marca e vende para seus clientes, cobrando-os pelo seu sistema de billing).

O Navita EMM

O Navita EMM é a plataforma ideal para gerenciar todos os dispositivos móveis da sua empresa, de forma simples e fácil.

O Navita EMM é um módulo nativo do Navita Connect, nossa plataforma de gestão de custos de TI, Telecom e dispositivos móveis, que atende projetos e operações dos mais diversos tamanhos, com a interface mais amigável do mercado.

Entre os principais benefícios e funcionalidades, temos:

  • Gerenciamento de smartphones e tablets iOS e Android;
  • Administração simples e fácil;
  • Informações de inventário de dispositivos atualizadas;
  • Maior agilidade na entrega de aparelhos através de configurações automatizadas;
  • Envio e atualização de aplicativos remotamente;
  • Administração por grupos;
  • Controle de funcionalidades e restrições;
  • Modo quiosque: controle total dos dispositivos limitando-os a uma única finalidade;
  • Envio de configurações de Wi-Fi e Email;
  • Definição de políticas de senha;
  • Inventário de aplicativos corporativos instalados;
  • Informações de geolocalização dos dispositivos;
  • Segurança da informação, através de políticas, controles e segregação de conteúdo;
  • Time fencing: disponibilização de aplicativos por horários pré-determinados.

Conclusão

Hoje em dia o EMM é para todos. São muitas ferramentas disponíveis no mercado, desde muito caras até baratas, desde supercompletas até essenciais, desde complexas de se implementar até muitos simples de usar. O mercado mudou e as empresas precisam controlar seus dispositivos móveis para alcançar seus objetivos. Todas as empresa precisam ter maior controle sobre a informação, maior produtividade e  mais satisfação dos colaboradores.

Nossa sugestão é começar simples, sem um alto investimento. Escolhendo um software acessível financeiramente, mas que tenha as funcionalidades básicas de MDM.

Com isso, passará a ter gestão sobre os dispositivos móveis e ao introduzir essa nova prática na sua empresa, as outras áreas passarão a solicitar novas demandas de gestão, ajudando a amadurecer sua gestão sobre a mobilidade corporativa.

Antes de começar, recomendamos também que se estruture bem. Não é porque é novo que tem que ser amador. Planeje bem o suporte aos usuários, o tempo de vida dos dispositivos móveis, serviço de logística desses dispositivos, quando possuem colaboradores em vários estados ou mais de um escritório, e mergulhe fundo na gestão do inventário de telefonia móvel.

E, por fim, sugerimos que peça ajuda ao seu fornecedor de soluções de MDM. Um especialista poderá lhe falar o que empresas semelhantes estão fazendo e os riscos que enfrentará e até como superá-los. Não precisa começar do zero, o importante é começar, mas começar fazendo bem feito.

Para mais informações entre em contato conosco através de um de nossos canais de comunicação.

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