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dark web o que é?

Dark web: o que é, como funciona e o que existe lá

Dark web é a parte da internet que nenhum buscador indexa e que a maioria das pessoas nunca vai acessar, mas que afeta diretamente a vida de quem tem dados digitais. O termo aparece em notícias sobre vazamentos, crimes cibernéticos e privacidade. No entanto, poucos entendem o que a dark web realmente é e o que ela não é, por isso, antes de qualquer discussão sobre riscos ou proteção, vale entender o conceito do início. O que é dark web? Dark web é uma camada da internet que não aparece em resultados de busca e não pode ser acessada por navegadores convencionais como Chrome, Firefox ou Safari. Para navegar na dark web, é necessário usar softwares específicos de anonimização, o mais conhecido é o navegador Tor (The Onion Router). Por isso, tanto a identidade do usuário quanto a localização dos servidores ficam ocultas dentro desse ambiente. Dark web não é sinônimo de crime, é uma tecnologia de anonimato que, como qualquer tecnologia, pode ser usada para fins legítimos ou ilegítimos, tais como: jornalistas em países com censura, ativistas políticos, pesquisadores de segurança e denunciantes usam a dark web para se comunicar com segurança. Por outro lado, esse mesmo anonimato atrai atividades criminosas. Portanto, o que é dark web depende de como é usada, não de sua existência em si. A estrutura da internet: surface web, deep web e dark web Dark web é frequentemente cofundida com deep web, no entanto, são conceitos diferentes e entender essa distinção é o primeiro passo para compreender o tema. Surface web: a internet visível Surface web é tudo que os buscadores como Google e Bing conseguem indexar. Inclui sites institucionais, portais de notícias, redes sociais e qualquer página pública que qualquer pessoa pode acessar sem autenticação. Por isso, a surface web é o que a maioria das pessoas conhece como “a internet”, no entanto, ela representa menos de 10% de todo o conteúdo existente online. Deep web: a internet não indexada Deep web é toda a parte da internet que não aparece em resultados de busca, por exemplo: o conteúdo do seu e-mail, o extrato bancário online, os prontuários médicos em sistemas hospitalares, as intranets corporativas e os bancos de dados privados fazem parte da deep web. Além disso, qualquer sistema que exige login para ser acessado está na deep web. Por isso, deep web não é perigosa por natureza. É simplesmente a parte da internet que requer credenciais para acesso e corresponde a aproximadamente 90% de todo o conteúdo online. Dark web: a internet anônima Dark web é uma fração específica da deep web que só funciona via softwares de anonimização, além disso, os próprios servidores da dark web ocultam sua localização, o que torna o rastreamento extremamente difícil. Como resultado, a dark web e a deep web não são a mesma coisa, toda dark web é deep web, mas a esmagadora maioria da deep web (e-mails, bancos e sistemas corporativos) não é dark web. Como a dark web funciona tecnicamente Dark web funciona a partir de uma tecnologia chamada onion routing ou roteamento em cebola. Quando alguém acessa a dark web pelo Tor, a conexão passa por múltiplos servidores intermediários ao redor do mundo. Cada nó conhece apenas o nó anterior e o próximo, nunca a rota completa, por isso, rastrear a origem de uma conexão se torna extremamente difícil. Além disso, os sites da dark web usam o domínio .onion que não existe na internet convencional e só pode ser acessado pelo Tor. Como resultado, tanto o usuário quanto o servidor permanecem anônimos. Por isso, a dark web não é uma rede separada da internet, é a mesma infraestrutura de rede, mas acessada por um caminho que preserva o anonimato de quem acessa e de quem hospeda. O que existe na dark web? Dark web abriga uma variedade de conteúdos e serviços que vão muito além do que as notícias costumam mostrar. Usos legítimos Em primeiro lugar, existem usos complementamente legítimos da dark web: jornalistas e denunciantes usam plataformas como o SecureDrop para enviar documentos sigilosos a veículos de imprensa com segurança, ativistas em países com censura usam a dark web para se comunicar livremente e até pesquisadores de segurança monitoram fóruns da dark web para identificar ameaças emergentes. Além disso, versões .onion de sites como o The New York Times e a BBC existem na dark web, justamente para garantir acesso a pessoas em países onde esses veículos são bloqueados. Mercados e fóruns clandestinos Por outro lado, a dark web também abriga mercados clandestinos onde produtos e serviços ilegais são comercializados, tais como: drogas, armas, documentos falsificados e dados roubados circulam nesses ambientes. Além disso, existem fóruns especializados em diferentes tipos de atividade criminosa, desde fraudes financeiras até ataques cibernéticos coordenados. Dados vazados Um dos conteúdos mais comuns na dark web são bases de dados obtidas em vazamentos, sejam: credenciais de acesso, informações pessoais e dados financeiros de pessoas e organizações aparecem nesses ambientes após incidentes de segurança. Por isso, a dark web funciona como um recado secundário de dados, onde as informações obtidas ilegalmente chegam e são redistribuídas. Acessar a dark web é crime no Brasil? Não, acessar a dark web não é crime no Brasil. O Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014) e a Lei Carolina Dieckmann (Lei 12.737/2012) regulam crimes cibernéticos no país, no entanto, nenhuma dessas leis proíbe o acesso à dark web em si. O que a legislação brasileira pune são as ações praticadas, como: comprar dados roubados, contratar serviços de hacking, adquirir produtos ilegais ou participar de fraudes. Por isso, o acesso é legal, mas a conduta dentro desse ambiente é o que determina a existência ou não de crime. Além disso, o simples fato de instalar o navegador Tor não implica nenhuma infração, muitas pessoas usam o Tor para preservar privacidade em redes convencionais, sem nunca acessar conteúdo ilegal. Portanto, dark web é uma tecnologia e como qualquer tecnologia, seu uso pode ser legal ou ilegal dependendo do que é feito com

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IBM MaaS360

IBM MaaS360 o que é: gestão de dispositivos com IA da IBM

IBM MaaS360 é a plataforma de gestão unificada de dispositivos corporativos da IBM com inteligência artificial integrada, e é exatamente esse ponto que separa gestão de TI reativa de gestão preditiva. A diferença prática e direta: enquanto um MDM tradicional registra o que já aconteceu, o IBM MaaS360 detecta o que está prestes a acontecer. Por isso, o time de TI age antes do incidente. Segundo o IBM Cost of a Data Breach 2024, o custo médio de um vazamento chegou a US$4,88 milhões globalmente. Além disso, no setor financeiro, esse número chega a US$5,56 milhões por incidente. Portanto, entender o que é IBM MaaS360 e como implementá-lo deixou de ser um diferencial e passou a ser um requisito de competitividade. IBM MaaS360 o que é? IBM MaaS360 é a plataforma de UEM (Unified Endpoint Management) da IBM com IA Watson integrada nativamente. Ela centraliza a gestão de todos os dispositivos corporativos (seja: smartphone, tablet, notebook, Chromebook e desktop) em um único painel. O Watson é a inteligência artificial da IBM e dentro da plataforma ele analisa continuamente o comportamento de cada dispositivo, aprende o padrão de uso histórico e detecta automaticamente qualquer desvio. Além disso, quando identifica uma anomalia, o sistema já sugere uma ação correta, sem necessitar que o administrador configure manualmente cada regra de alerta. Como o IBM MaaS360 funciona na prática O IBM MaaS360 opera em 3 camadas simultâneas, cada camada complementa a anterior, criando uma cobertura completa sobre o ambiente de dispositivos corporativos. Em primeiro lugar, o Watson coleta dados comportamentais de cada dispositivo: horário de acesso, volume de dados transferidos, aplicativos ativos, localização e padrões de conectividade. Em seguida, ele cruza esses dados com o histórico de uso daquele dispositivo específico, e como resultado, qualquer desvio do padrão é identificado antes de se tornar um incidente. Além disso, o IBM MaaS360 suporta Android, iOS, Windows e macOS em um único painel, portanto, empresas com ambientes heterogêneos têm visibilidade centralizada independente do sistema operacional. O que a IA Watson adiciona à gestão de dispositivos MDM bem implementado é a base da segurança de dispositivos corporativos (como: controle centralizado, políticas aplicadas, bloqueio remoto, visibilidade sobre o que está instalado em cada aparelho), essa “fundação” é essencial. O IBM MaaS360 expande essa base com uma camada de inteligência artificial Watson. Por isso, além de controlar e registrar, a plataforma passa a analisar padrões de comportamento continuamente e identifica desvios antes que se tornem incidentes. Por exemplo, quando um dispositivo começa a agir de forma diferente do seu padrão histórico de uso, o Watson sinaliza automaticamente e sugere a ação corrreta. Além disso, esse aprendizado acontece por dispositivo e não por “grupo”. Como resultado, a cobertura é mais precisa e a resposta é mais rápida. Portanto, o IBM MaaS360 não substitui a governança de MDM, ele a potencializa com inteligência preditiva integrada. Saiba mais sobre o que é MDM e como ele protege dispositivos corporativos, e o que muda quando IA preditiva é acionada a essa camada. Sua empresa já tem MDM implementado e quer adicionar uma camada de inteligência preditiva? O IBM MaaS360 expande o que a sua gestão de dispositivos já entrega com a IA Watson integrada. A Enghouse Navita é parceira IBM para essa implementação no Brasil. 5 aplicações do IBM MaaS360 na gestão de dispositivos corporativos O IBM MaaS360 entrega valor em cinco camadas da gestão de dispositivos. Além disso, cada aplicação tem impacto direto no risco, no custo e na conformidade regulatória da empresa. Detecção preditiva de anomalias A aplicação mais estratégica do IBM MaaS360 é uma detecção de comportamentos anômalos antes que se tornem incidentes de segurança. Por exemplo, um dispositivo começa a transferir volumes incomuns de dados às 23h em uma região fora do padrão de uso é sinalizado imediatamente. Além disso, o sistema sugere a ação correta no mesmo painel, sem o administrador precisar cruzar sistemas para tomar uma decisão que precisa ser rápida. Automação de políticas por perfil de função O IBM MaaS360 automatiza a aplicação de políticas de segurança por perfil de função, além disso, adapta essas políticas dinamicamente ao contexto. Por isso, o time de desenvolvimento pode ter permissão para instalar ferramentas de teste que o time financeiro não tem. Quando um dispositivo tenta se conectar a uma rede não autorizada, o IBM MaaS360 bloqueia automaticamente e registra o evento na trilha de auditoria. Offboarding com zero janela de risco Quando um colaborador é desligado, a plataforma revoga automaticamente os acessos corporativos, bloqueia o dispositivo e agenda a limpeza remota de dados. Fora isso, cada ação é registrada com trilha de auditoria completa. Como resultado, a empresa fecha a janela de risco no mesmo dia do desligamento. No contexto da LGPD, isso tem impacto direto, já que dados pessoais em dispositivos de ex- colaboradores representam risco regulatório real perante a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Controle de Shadow IT na origem Segundo a WatchGuard, 65% das empresas com Shadow IT já sofreram perda de dados. Com IBM MaaS360, qualquer tentativa de instalação de app fora da lista homologada é bloqueada automaticamente antes de acontecer. Por isso, o IBM MaaS360 elimina Shadow IT na origem, sem depender de política de conscientização que raramente funciona sozinha. Saiba mais sobre o que é Shadow IT e porque cresce em silêncio nas empresas. Trilha de auditoria para compliance O IBM MaaS360 documenta automaticamente cada ação em dispositivos corporativos. Portanto, quando a ANPD questiona as medidas técnicas adotadas, ou quando um cliente enterprise exige evidência em due diligence, a empresa tem trilha completa com evidência documentada. Como a Enghouse Navita implementa IBM MaaS360 no Brasil A Enghouse Navita é parceira IBM no Brasil e Android Enterprise Gold Partner. Por isso, a implementação do IBM MaaS360 começa com um diagnóstico real do ambiente. Além disso, vale entender uma distinção importante: ter o IBM MaaS360 instalado não é o mesmo que ter ele funcionando com governança real, já que a implementação com políticas genéricas e sem uma revisão periódica só cria

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benchmark telecom

O que é benchmark telecom e por que fazer antes de renovar?

Benchmark telecom é uma das perguntas mais importantes que um gestor pode fazer antes de renovar um contrato de telefonia corporativa, e uma das menos feitas. A maioria das empresas aceita pagar o que a operadora cobra sem saber se esse valor é justo, defasado ou até 40% acima do mercado. O benchmark telecom resolve exatamente essa assimetria. 6 sinais de que sua empresa precisa de benchmark telecom agora Antes de explicar o que é benchmark a fundo, vale identificar os problemas sintomáticos que indicam que sua empresa pode estar perdendo dinheiro sem ao menos saber. Possui contrato com mais de 18 meses sem renegociação: o mercado de telecom corporativo muda muito rápido, um contrato de dois anos atrás provavelmente não reflete as tarifas atuais e a operadora não vai avisar espontaneamente. A fatura cresce mesmo sem aumento de headcount: se o custo de telecom sobe sem que a operação tenha crescido, há planos superdimensionados ou linhas ociosas sendo pagas sem uso real. Ninguém da equipe sabe o custo médio por linha ativa: se a empresa não tem essa métrica em mãos, não tem como saber se paga caro ou barato. Já a operadora por outro lado, sabe muito bem. A última negociação foi feita sem dados de mercado: negociações sem referência de benchmarking telecom raramente resultam nas melhores condições para a empresa contratante. A empresa já cresceu ou reestruturou operações: mudanças de headcount ou de modelo de trabalho alteram o perfil de consumo, ou seja, o contrato atual pode estar completamente desajustado para a realidade atual da empresa. Nunca foi feito um benchmark telecom formal: se a empresa nunca comparou suas tarifas com o mercado, provavelmente paga acima da referência e não sabe disso. Se você identificou dois ou mais desses sinais, o benchmarking telecom deixa de ser uma sugestão e passa a ser urgente. O que é benchmark telecom? A pergunta que mais surge é “o que é benchmark telecom?”, na definição mais direta: é o processo de comparar os contratos, planos e valores de telefonia corporativa de uma empresa com o que o mercado pratica para operações de perfil similar. Diferente de pesquisar preços no site das operadoras, que são tabelas de varejo, não corporativas, o benchmarking de telecom usa dados reais de contratos de empresas com perfil equivalente. Por isso, considera setor de atuação, volume de linhas, mix de serviços e região geográfica. O resultado é uma referência documentada, além disso, essa referência é o que transforma uma renovação de contrato em uma decisão com dados. Um dado que contextualiza: estudos de benchmarking telecom conduzidos por 73% das empresas brasileiras especializadas frequentemente revelam que organizações com contratos não renegociados há mais de 18 meses pagam entre 20% e 40% acima da referência de mercado para o mesmo perfil de consumo. Em alguns segmentos, esse desvio supera os 50%. Por isso, o que é benchmarketing telecom na prática é: informação que a maioria das empresas nunca teve antes de renovar um contrato. O que o benchmark telecom analisa? O benchmark telecom fica mais concreto quando entendemos o que a análise cobre. São seis dimensões simultêneas e todas têm impacto direto no custo final. Dimensão O que é avaliado? Por que importa? Perfil real de consumo Uso efetivo por linha: voz, dados, franquias Separa o que é necessário do que é pago sem retorno Alinhamento dos planos Planos contratados vs. operação atual Identifica superdirecionamento e linhas ociosas Competitividade das tarifas Valores pagos vs. referência de mercado Quantifica o desvio em relação ao que empresas similares pagam Oportunidades de otimização Ações possíveis com potencial de economia estimado Transforma o diagnósticoem plano de ação concreto Além disso, o benchmark telecom avalia o alinhamento entre o perfil de consumo atual da empresa e os planos contratados: mudanças de headcount, de modelo de trabalho ou de operação que não foram acompanhadas de revisão contratual aparecem diretamente na análise. Saiba mais sobre como a gestão contínua de telecom mantém esse alinhamento ao longo do tempo. Como o benchmark telecom é conduzido na prática? O benchmark telecom também envolve entender o processo. Na prática, a análise segue cinco etapas estruturadas: Inventário de contratos e fatura O ponto de partida é reunir todos os documentos que definem o que a empresa paga, todos os contratos vigentes das operadoras e faturas dos últimos 12 meses por tipo de serviço. Mapeamento do perfil de consumo real Antes de comparar com o mercado, o benchmark telecom mapeia o que a empresa realmente usa, quais as linhas eles têm de consumo registrado, qual o volume de dados por cada linha e quais franquias são consumidas integralmente. Comparação com a referência de mercado Com o perfil mapeado, cada tarifa é comparada com contratos de porte e perfil similares, além disso, as condições de diferentes operadoras são avaliadas tecnicamente (não apenas pelo valor da linha, mas pelo que cada contrato inclui ou exclui). Cálculo do potencial de economia Com a comparação feita, o benchmark telecom calcula o potencial de redução de custo por item, por operadora e no total. Por isso, o resultado não é uma estimativa genérica. Recomendações e plano de ação O entregável final é um plano de ação, contendo: quais planos ajustar, quais linhas cancelar e como conduzir a renegociação com base técnica. Sua empresa está próxima de renovar um contrato de telefonia corporativa? Antes de assinar qualquer proposta, vale entender se os valores estão alinhados ao mercado e onde estão os desperdícios que ninguém está vendo. O time da Enghouse Navita faz esse diagnóstico com os dados da sua operação, aqui! Benchmark telecom não é o mesmo que auditoria de faturas O benchmarketing telecom gera uma confusão comum: muita gente confunde com auditoria de faturas. São processos complementares, mas respondem perguntas diferentes. Auditoria de faturas Benchmark telecom Pergunta que responde Estou sendo cobrado corretamente? Meu contrato está adequado ao mercado?  O que analisa Se o cobrado está conforme o contrato  Se o próprio contrato é competitivo  Quando fazer Mensalmente  A cada 12-18 meses ou antes de

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benchmarking o que é

Benchmarking: o que é, para que serve e como fazer

Benchmarking é um dos termos mais usados na gestão empresarial e um dos menos aplicados de forma sistemática. A maioria das empresas conhece o conceito, poucas constroem um processo real de benchmarking antes de tomar decisões importantes. Por isso, decisões de renovação de contratos, reestruturação de operações e avaliação de fornecedores acontecem sem referência de mercado, são baseadas apenas no que já existe, não no que poderia existir. Neste artigo, explicamos o que é benchmarking, para que serve, como fazer, como aplicar na prática e exemplos do benchmarking no mundo real. Neste artigo: O que é benchmarking e o que significa Benchmarking é o processo estruturado que uma empresa usa para comparar seus processos, resultados ou custos com o que o mercado pratica e com isso ela identifica onde está abaixo, na média ou acima dessa referência. A palavra vem do inglês e tem origem no termo “benchmark” literalmente, “ponto de referência.” Na gestão empresarial, benchmarking é a prática de avaliar a própria performance não de forma isolada, mas em relação ao que empresas similares alcançam nas mesmas métricas. A empresa observa o que funciona no mercado, avalia o que é aplicável à sua realidade e incorpora essas práticas de forma adaptada. Na prática, benchmarking é o processo e a análise comparativa conduzida de forma estruturada que resulta em uma referência documentada e utilizável para decisões. Por isso, o benchmarking e a análise SWOT são ferramentas complementares: enquanto a análise SWOT mapeia forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, o benchmarking traz a referência externa que dá contexto a essa avaliação. Saiba também como a análise SWOT pode suportar decisões de gestão de mobilidade corporativa. Para que serve o benchmarking Benchmarking serve para responder uma pergunta que toda empresa deveria fazer com mais frequência: Estamos onde deveríamos estar ou apenas onde sempre estivemos? Na prática, o benchmarking serve para quatro objetivos simultâneos: Em primeiro lugar, para identificar gaps de performance. Quando uma empresa compara seus resultados com o mercado, os pontos onde está abaixo da referência aparecem com clareza e se tornam prioridade de melhoria. Em segundo lugar, para embasar negociações. Benchmarking transforma impressões em dados, por isso, quando uma empresa chega a uma negociação com um fornecedor, operadora ou parceiro com uma referência de mercado documentada, a posição de negociação muda completamente. Em terceiro lugar, para tomar decisões com mais segurança. Renovar um contrato, escolher entre fornecedores, ajustar uma estrutura de custos, qualquer decisão fica mais fundamentada quando existe um benchmark que mostra o que o mercado pratica. Em quarto lugar, para identificar oportunidades de otimização que não seriam visíveis de dentro. Sem benchmark, a empresa avalia seus processos e custos de forma isolada, já com benchmarking, ela descobre o que é possível melhorar e tem dados para justificar a mudança. Tipos de benchmarking Benchmarking não é um processo único: ele se aplica de formas diferentes dependendo do objetivo da análise. Benchmark competitivo: Compara os resultados da empresa com os de concorrentes diretos. Por exemplo, comparar o custo de aquisição de clientes, o tempo médio de atendimento ou a margem operacional com empresas do mesmo segmento. Benchmark de processos: Foca em processos específicos. Por exemplo, uma empresa de logística pode usar como referência o processo de atendimento ao cliente de uma empresa de e-commerce. Benchmark interno: Compara resultados entre diferentes áreas, unidades ou filiais da mesma empresa. Por isso, é útil para identificar qual unidade opera com mais eficiência e replicar essas práticas nas demais. Benchmark de custos: Compara os custos de contratos, serviços ou insumos com o que o mercado pratica para operações de perfil similar. Além disso, é o tipo de benchmark com impacto financeiro mais direto e mensurável especialmente em contratos de longa duração como os de telecom corporativo. Benchmark funcional: Analisa uma função específica como marketing, RH ou TI usando como referência empresas de outros setores que se destacam nessa área. Por isso, não exige que a empresa de referência seja concorrente direta. Como fazer um benchmarking Benchmarking bem feito segue um processo estruturado. Além disso, começa muito antes da comparação com o mercado, começa pelo diagnóstico interno da sua empresa. Definir o que será comparado Antes de olhar para fora, a empresa precisa saber o que quer comparar. Quais processos, quais métricas de performance do site (por exemplo: estudo de posicionamento na internet com o uso de ferramentas como o Google Search Console ou o Google Analytics), quais contratos ou quais custos estão sendo avaliados, por isso, um benchmarking sem escopo definido gera muito dado e pouca conclusão. Mapear a situação atual Com o escopo definido, o próximo passo é documentar o estado atual com números reais. Por exemplo, em um benchmarking de custos de telecom, isso significa mapear todas as linhas ativas, todos os contratos vigentes e o consumo real por linha nos últimos 12 meses. Identificar as referências de mercado Com a situação atual documentada, o benchmarking compara esses dados com o que o mercado pratica para operações de perfil similar, por exemplo, em mercados de sistemas ERP (Enterprise Resource Planning), a SAP detém 77% do segmento, essa distribuição de % é de extrema importância e cabe a você mapear quem são as referências do seu mercado e qual a sua posição. Além disso, é necessário considerar variáveis relevantes como: porte da empresa, setor de atuação, região e volume de contratos. Analisar os gaps Com a comparação feita, o benchmarking identifica onde a empresa está acima, na média ou abaixo da referência de mercado e quantifica o impacto de cada gap. Por isso, o resultado do benchmarking não é uma lista de observações, mas um conjunto de oportunidades com potencial de melhoria estimado. Transformar em recomendações e ação Finalmente, o benchmarking se traduz em um plano de ação, ele traz: quais mudanças implementar, em qual ordem, com qual objetivo e com qual resultado esperado. Sem essa etapa, o benchmarking não gera nenhum valor real. Como o benchmarking se aplica na prática Benchmarking se aplica em praticamente qualquer área da empresa. No entanto, alguns

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SWOT MDM

SWOT:o que a avaliação técnica esconde da diretoria

MDM no momento de aplicar a análise SWOT, revela o que a avaliação puramente técnica não chega a mostrar para a diretoria: o contexto organizacional real em que o projeto vai acontecer, e o que pode comprometer o resultado antes mesmo de a implementação começar. A avaliação técnica de MDM responde “qual plataforma atende ao ambiente”, mas o que fica de fora dessa avaliação são exatamente os pontos que definem se o projeto vai entregar resultado sustentável ou virar mais uma iniciativa de TI que não saiu do papel como esperado. O que é SWOT e por que aplicar antes da decisão? A aplicação da análise SWOT especificamente ao contexto de gestão de mobilidade corporativa, mapeando forças internas que tornam a implementação mais viável, fraquezas que aumentam o risco de projeto, oportunidades externas que favorecem a adoção agora e ameaças que podem comprometer o retorno de investimento. Para uma visão completa do que é análise SWOT e como aplicar os quatro quadrantes ao MDM, veja nosso artigo sobre análise SWOT (o que é e como usar). A diferença entre SWOT e avaliação técnica de MDM Avaliação técnica de MDM decide qual a plataforma, já SWOT decide se o projeto está sendo iniciado no momento certo, com o escopo certo e com a estrutura organizacional para sustentar o resultado. Os 4 pontos que a análise SWOT revela A análise SWOT organiza o diagnóstico em quatro dimensões, cada uma revela algo que a avaliação técnica não cobre. Ponto 1 da SWOT: forças que aceleram a implementação A análise SWOT começa mapeando o que a empresa já tem para trabalhar e o que torna a implementação mais rápida e o resultado mais imediato. Identificar essas forças na SWOT permite calibrar o escopo e o ritmo do projeto com realismo, e não com o cronograma ideal do fornecedor. Ponto 2 da SWOT: fraquezas que aumentam o risco de projeto Esse é o quadrante onde a análise SWOT entrega mais valor e onde encontra mais resistência: Ausência de inventário de dispositivos: empresas que não sabem quantos dispositivos corporativos existem começam a implementação de MDM com um diagnóstico incompleto. Offboarding manual: se o processo de desligamento não inclui revogação sistemática de acessos a dispositivos, a empresa opera com janelas de risco abertas após cada desligamento, janelas essas que o MDM resolve, mas que precisam ser reconhecidas antes na SWOT. Resistência cultural: em ambientes com histórico de alta autonomia sobre dispositivos, políticas de MDM podem gerar atrito. A SWOT permite construir estratégia de comunicação interna antes, e não durante o projeto. Antes de seguir para as oportunidades e ameaçãs, vale entender o que é MDM e como ele funciona na prática, especialmente se essa decisão ainda está em fase inicial de avaliação interna. Temos um guia completo sobre o tema. Ponto 3 da SWOT: oportunidades que favorecem a adoção agora A análise SWOT mapeia o que o contexto externo favorece e por que agir agora é diferente de agir daqui a 12 meses. Exigências regulatórias crescentes: a LGPD e as crescentes exigências de due diligence em contratos enterprise transformaram MDM de boa prática em requisito verificável. A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) avalia medidas técnicas implementadas. Empresas que implementam MDM com governança documentada agora estão se posicionando para processos que se tornarão eliminatórios. Expansão do modelo híbrido: o trabalho distribuído ampliou a superfície de risco de dispositivos corporativos de forma estrutural. Empresas que não adaptaram políticas têm uma janela para agir antes que um incidente force uma reação mais cara e mais visível para a liderança. Ponto 4 da SWOT: ameaças que comprometem o retorno do investimento A análise SWOT também mapeia o que pode fazer o projeto falhar mesmo com a plataforma certa escolhida. Implementação sem estrutura de governança: MDM instalado com políticas genéricas, sem revisão periódica e sem processo de gestão de mudança, não entrega resultado, na verdade cria algo pior do que não ter MDM: falsa sensação de proteção. Essa é a ameaça mais comum que a SWOT deve mapear antes do projeto começar. Parceiro sem experiência no contexto local: Plataforma enterprise implementada por parceiro sem conhecimento do contexto regulatório brasileiro, sem suporte local em português, entrega uma fração do potencial desejado. A Enghouse Navita é Android Enterprise Gold Partner, uma das únicas empresas no Brasil com essa certificação. Custo de adiar: cada mês sem MDM é um mês com a mesma superfície de risco não gerenciada, o custo do adiamento raramente é calculado mas existe, e fica se acumulando silenciosamente em exposição regulatória e custo invisível de mobilidade. Identificou algum desses pontos na realidade da sua empresa? O diagnóstico gratuito da Enghouse Navita aplica a análise SWOT ao seu ambiente real, mapeando forças, fraquezas, oportunidades eameaças com os dados da sua operação. Reserve 30 minutos com nosso time. SWOT: o que fazer com o diagnóstico A análise SWOT não substitui a avaliação técnica de plataformas, ela vem antes, e define com que base organizacional o projeto vai começar. Com o diagnóstico SWOT em mãos, a empresa sabe quais fraquezas precisam ser endereçadas antes da implementação de MDM, quais forças podem ser usadas para acelerar o projeto e quais ameaças precisam de mitigação explícita no escopo. Quer aplicar a análise SWOT ao contexto real da sua empresa? Nosso time conduz esse diagnóstico com os dados da sua operação! +Saiba o que é análise SWOT e qual são os erros mais cometidos pelas empresas em 2026!

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como bloquear sites no celular corporativo

Como bloquear sites no celular corporativo: 5 formas rápidas

Bloquear sites no celular corporativo é uma das dúvidas mais pesquisadas por gestores de TI no Brasil, e não é por acaso. Segundo dados do Google Keyword Planner, essa busca acontece mais de 1900 vezes por mês no Brasil. Além disso, 47% dos empregadores proíbem o uso de celular durante os turnos para minimizar distrações digitais, segundo o Insightful Lost Focus Report de 2025. Por isso, bloquear sites no celular corporativo não é só questão de segurança, é também produtividade e governança. Neste guia, mostramos as 5 formas mais eficazes de bloquear sites no meio corporativo e por que o MDM da Enghouse Navita é o caminho mais estruturado para empresas que precisam de controle real em escala. Por que bloquear sites no celular corporativo é necessário? Bloquear sites no celular corporativo resolve três problemas simultâneos que afetam qualquer empresa com equipes usando dispositivos móveis. Em primeiro lugar, segurança da informação: sites maliciosos, phishing e downloads não autorizados são as principais portas de entrada para ataques corporativos. Além disso, funcionários que acessam redes sociais, streamings ou plataformas de jogos em dispositivos corporativos aumentam a superfície de risco sem que o time de TI perceba. Em segundo lugar, produtividade: os funcionários gastam em média 56 minutos por dia navegando em sites pessoais durante o horário do trabalho, isso equivale a 5 horas semanais de produtividade perdida. Por isso, bloquear sites no celular corporativo tem impacto direto nos resultados operacionais. Em terceiro lugar, conformidade com a LGPD: os dispositivos corporativos que acessam sites não autorizados sem controle documentado criam exposição regulatória. Além disso, a ausência de política formal de bloqueio de sites pode ser questionada em auditorias de clientes enterprise e pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). 5 formas de bloquear sites no celular corporativo Bloquear sites no celular corporativo é possível por diferentes caminhos, além disso, cada método tem limitações específicas que são importantes de serem entendidas antes de escolher a abordagem certa para a sua operação. Forma 1: bloqueio nativo do sistema operacional Android e iOS oferecem recursos nativos limitados para bloquear sites no celular corporativo. Por exemplo: o Android permite restringir apps via configurações de perfil, e o iOS tem o Screen Time para bloquear categorias de conteúdo. No entanto, esses recursos são básicos e dependem de configuração manual em cada dispositivo. Por isso, em empresas com dezenas ou centenas de dispositivos, o bloqueio nativo não é escalável e qualquer colaborador com acesso às configurações pode reverter as restrições. Forma 2: filtro de DNS O filtro de DNS bloqueia sites no celular corporativo a partir da camada de rede, impedindo que o dispositivo resolva endereços de sites não autorizados. Por isso, não depende de configuração individual em cada aparelho. Além disso, soluções de filtro de DNS permitem criar listas de bloqueio por categoria (redes sociais, streaming, jogos) e listas de permissão (whitelist) para sites autorizados. No entanto, o filtro de DNS atua só quando o dispositivo está conectado à rede corporativa, o que limita a cobertura em equipes remotas e em campo. Forma 3: MDM com política de bloqueio de URL O MDM (Mobile Device Management) é a forma mais completa e escalável de bloquear sites no celular corporativo. Por isso, é a abordagem recomendada para empresas com equipes distribuídas ou com requisitos de conformidade regulatória. Com MDM, o administrador define políticas de bloqueio de URL centralmente e elas são aplicadas automaticamente em todos os dispositivos gerenciados, independentemente de onde estejam. Além disso, é possível criar perfis diferentes por função: o time de atendimento pode ter acesso a sites que o time operacional não tem, por exemplo. Como resultado, bloquear sites no celular corporativo via MDM funciona tanto na rede corporativa quanto em redes externas, o que é fundamental para equipes em campo, home office e colaboradores em deslocamento. Saiba mais sobre o que é MDM e como ele protege dispositivos corporativos em diferentes contextos operacionais. Forma 4: modo quiosque (Kiosk Mode) O modo quiosque é uma das formas mais restritivas de bloquear sites no celular corporativo. Por isso, é ideal para dispositivos de uso específico, tais como: totens de atendimento, coletores de dados, tablets de operadores em campo, entre outros. Com modo quiosque ativado via MDM, o dispositivo fica restrito a um ou poucos aplicativos, além disso, o colaborador não consegue acessar o navegador, instalar apps ou alterar configurações. Como resultado, o dispositivo cumpre exatamente a função para qual foi designado, sem nenhuma possibilidade de desvio. Sua empresa tem dezenas ou centenas de dispositivos corporativos sem política formal de bloqueio de sites? O diagnóstico gratuito da Enghouse Navita mapeia quais dispositivos estão sem política ativa e estrutura regras certas para o contexto real da sua operação. Forma 5: BYOD com perfil corporativo separado Em políticas BYOD (Bring Your Own Device), bloquear sites no celular corporativo exige uma abordagem diferente. Por isso, o MDM cria um perfil corporativo separado no dispositivo pessoal do colaborador. Dentro desse perfil, as políticas de bloqueio de sites se aplicam normalmente. No entanto, fora dele o colaborador mantém total privacidade e autonomia, além disso, quando um colaborador é desligado, o perfil corporativo é removido sem afetar os dados pessoais. Como resultado, a empresa consegue bloquear sites no celular corporativo mesmo em dispositivos pessoais, sem violar a privacidade dos colaboradores. Saiba mais sobre como implementar BYOD com segurança e o que o MDM resolve nesse contexto. Como o MDM da Enghouse Navita bloqueia sites no celularcorporativo Bloquear sites no celular corporativo com o MDM da Enghouse Navita funciona em três camadas complementares. Cada camada pode ser configurada de forma independente, de acordo com o perfil de uso de cada time. Camada 1: bloqueio por URL e categoria O administrador define listas de sites bloqueados (blacklist) e sites permitidos (whitelist) no painel central, por exemplo, é possível bloquear todas as redes sociais, serviços de streaming e plataformas de jogos com uma única configuração, sem precisar listar cada URL individualmente. Além disso, o bloqueio por categoria é atualizado automaticamente, quando um novo domínio entra

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Phishing em dispositivos móveis como o MDM protege sua empresa

Phishing em dispositivos móveis: como o MDM protege sua empresa

Phishing em dispositivos móveis se tornou o vetor de ataque mais eficaz contra empresasem 2026 e a maioria das organizações ainda não está preparada para enfrentá-lo. Os números confirmam a urgência, 82% dos sites de phishing já são projetadosespecificamente para telas de smartphones, segundo o Zimperium Global Mobile ThreatReport. Além disso, 53% das organizações sofreram ao menos um incidente envolvendodispositivos móveis no último ano, e em 73% desses casos o impacto foi classificadocomo grave ou muito grave, segundo o Vetizon Mobile Security Index 2025. Por isso, phishing em dispositivos móveis não é mais uma ameaça de nicho. É o principalcaminho que criminosos usam para invadir sistemas corporativos, roubar credenciais ecomprometer dados de clientes. Neste artigo: O que é phishing em dispositivos móveis? Phishing em dispositivos móveis é o ataque que usa mensagens falsas: por e-mail, SMS,WhatsApp, redes sociais ou notificações de apps, para enganar colaboradores e fazê-losentregar credenciais, dados corporativos ou acesso a sistemas intenos. Diferente do phishing tradicional por e-mail, o phishing em dispositivos móveis é maisdifícil de identificar. Por exemplo, a tela menor dos smartphones exibe menos informaçõessobre o remetente e o endereço do link, além disso, os usuários costumam verificarmensagens com pressa: no trânsito, entre reuniões, sem uma atenção total ao conteúdo. Por isso, o celular corporativo virou o elo mais fraco da segurança empresarial, e ophishing mobile é justamente a técnica que explora esse elo. Por que o celular corporativo é o alvo preferido dos ataques dephishing? Phishing em dispositivos móveis cresce porque o celular corporativo concentra o aceeso apraticamente tudo que um criminoso precisa para comprometer uma empresa. Em primeiro lugar, o smartphone carrega credenciais, tais como: e-mail corporativo, CRM,sistemas de gestão, aplicativos bancários, e tudo isso acessado pelo mesmo aparelho queo colaborador usa para mensagens pessoais. Em segundo lugar, o celular recebe códigos de verificação por SMS, por isso, quando umataque de phishing roubar a senha de um colaborador, o criminoso pode usar o chip doaparelho para interceptar o segundo fator de autenticação, derrubando até as proteçõesavançadas. Em terceiro lugar, o smartphone acessa redes externas tais como: redes Wi-Fi públicas emaeroportos, hóteis e cafeterias são ambientes onde phishing em dispositivos móveis atuacom mais facilidade, sem o filtro de segurança que a rede corporativa ofereceria. Saiba mais sobre como o MDM protege dispositivos corporativos em redes externas e porque isso importa para empresas com equipes em campo. Os 5 tipos de phishing em dispositivos móveis que mais afetamempresas Phishing em dispositivos móveis não é uma técnica única, além disso, cada modalidadeexplora um canal diferente e exige uma resposta especifíca. Tipo 1: smishing (phishing por SMS)Smishing é o phishing em dispositivos móveis mais comum. O criminoso envia um SMSfalso se passando por banco, operadora, Receita Federal ou até pelo RH da própriaempresa, com um link que leva a uma página falsa de captura de credenciais. Por isso, o smishing é especialmente perigoso: SMS tem taxa de abertura acima de 90%, eos usuários tendem a confiar mais em mensagens de texto do que em e-mails. Tipo 2: Vishing (phishing por ligação)Vishing combina phishing em dispositivos móveis com engenharia social por voz. Ocriminoso liga para o colaborador se passando por suporte técnico, banco ou parceirocomercial e solicita credenciais ou acesso a sistemas internos durante a conversa. Além disso, com ferramentas de clonagem de voz por IA já acessíveis em 2025, o vishingevoluiu para imitar a voz de gestores e diretores da própria empresa. Como resultado,colaboradores entregam informações acreditando falar com seu chefe direto. Tipo 3: Quishing (phishing por QR code)Quishing é o phishing em dispositivos móveis mais recente e menos detectável. Ocriminoso substitui QR code legítimos: em documentos, e-mails, produtos ou ambientesfísicos, por códigos que redirecionam para páginas falsas. Por isso, filtros tradicionais de e-mail não detectam o quishing: o link malicioso não existeno corpo do e-mail, só aparece depois que o usuário escaneia o código com o celular. Tipo 4: Phishing por WhatsApp e redes sociaisPhishing em dispositivos móveis via WhatsApp usa grupos, contas clonadas defornecedores ou perfis falsos de colegas para enviar links maliciosos. Além disso,mensagens no WhatsApp transmitem um senso de urgência e familiaridade que reduz oceticismo do receptor. Tipo 5: Phishing por notificação de appCriminosos criam aplicativos que imitam apps corporativos legítimos e os distribuem foradas lojas oficiais, ou seja, quando o colaborador instala e insere as credenciais, o appcaptura tudo silenciosamente. Por isso, controlar quais apps podem ser instalados em dispositivos corporativos é umadas proteções mais diretas contra esse tipo de phishing em dispositivos móveis. Saiba mais sibre como o bloqueio de aplicativos via MDM elimina esse risco na origem. Sua empresa sabe quais apps estão instalados nos celulares corporativos agora? SemMDM, não existe visibilidade e phishing por app falso pode estar acontecendo sem queninguém perceba. O time da Enghouse Navita faz um diagnóstico gratuito do ambiente dedispositivos da sua empresa. O que acontece quando um colaborador cai num ataque dephishing em dispositivos móveis? No momento em que o colaborador insere suas credenciais numa página falsa, ocriminoso age imediatamente. Em primeiro lugar, as credenciais corporativos são testadasnos sistemas internos da empresa. Em segundo lugar, o e-mail corporativo é acessadopara mapear fornecedores, clientes e processos financeiros. Em terceiro lugar, o criminosousa a conta comprometida para escalar o ataque, enviando phishing para outroscolaboradores da mesma organização, desta vez com remetente legítimo. Por isso, um único clique num link falso pode comprometer toda a cadeia de segurançacorporativa, mesmo que a empresa tenha outros controles implementados. Além disso, o impacto regulatório é imediato. A LGPD exige que a empresa notifique aAutoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) em caso de incidente que comprometadados pessoais de clientes, portanto o phishing em dispositivos móveis não é só umproblema de TI, é um risco de compliance com consequências financeiras e reputacionaisdiretas. Saiba como a LGPD se aplica à segurança de dispositivos móveis corporativos e quais sãoas obrigações da empresa. Como o MDM bloqueia phishing em dispositivos móveis MDM (Mobile Device Management) é a camada de proteção que atua antes, durante edepois de um ataque de phishing em dispositivos móveis. Por isso,

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gestão de telecom no mercado financeiro

Gestão de telecom no mercado financeiro: 5 pontos críticos

Gestão de telecom no mercado financeiro é um dos custos mais subestimados do setor e um dos mais difíceis de auditar sem a ferramenta certa. O número de fintechs que operam no Brasil disparou 77% desde 2020, chegando a 2.048 empresas em 2025, segundo dados da Topaz Evolution. Além disso, bancos digitais já respondem por 42% das contas principais no país, segundo pesquisa da Okiar, por isso, a infraestrutura de comunicação corporativa dessas instituições cresceu na mesma velocidade (com contratos, linhas e dispositivos) acumulando custo sem que ninguém audite de forma sistemática. O resultado é previsível: gestão de telecom no mercado financeiro vira uma categoria de despesa que ninguém questiona até que alguém para calcular o que realmente está sendo pago. O que torna a gestão de telecom no mercado financeiro diferente? Gestão de telecom no mercado financeiro envolve desafios específicos que empresas de outros setores raramente enfrentam. Em primeiro lugar: a regulação. O Banco Central e a LGPD impõem exigências de rastreabilidade e governança sobre comunicações corporativas que vão além do que a maioria das empresas documenta, por isso, linhas ativas sem controle e contratos sem auditoria não são só ineficiência operacional, são um risco regulatório real. Em segundo lugar: escala e rotatividade. Bancos digitais e fintechs crescem rápido e contratam rápido, como resultado, linhas de colaboradores desligados acumulam, planos ficam desalinhados com o uso real e contratos regionais se multiplicam sem visibilidade consolidada. Em terceiro lugar: estrutra de custo complexa. Telecom no mercado financeiro raramente é um contrato único, além disso, inclui linhas móveis, links de dados, infraestrutura de call center e roaming internacional para executivos. Por isso, o TCO real de telecom quase nunca está claro para ninguém além de quem paga as faturas. 5 pontos críticos da gestão de telecom no mercado financeiro Gestão de telecom no mercado financeiro falha em cinco pontos específicos, além disso, cada um tem impacto direto no custo, no risco regulatório e na eficiência operacional da instituição. Ponto crítico 1: linhas ativas de colaboradores desligados Gestão de telecom no mercado financeiro com alta rotatividade cria um problema silencioso: linhas ativas de quem já saiu da empresa. Por exemplo, uma fintech que dobrou de tamanho em 12 meses e depois fez um ciclo de reajuste de equipe pode facilmente ter 15% das suas linhas ativas sem uso registrado, e além disso, essas linhas geram custo mês a mês sem que nenhum sistema alerte automaticamente. Por isso, gestão de telecom no mercado financeiro precisa incluir auditoria automática de linhas, e não uma revisão manual que precisa ser lembrada mês pós mês. Ponto crítico 2: contratos vencendo sem janela de renegociação Gestão de telecom no mercado financeiro também gera múltiplos contratos com operadoras diferentes, por isso, quando um deles vence e renova automaticamente, a instituição perde a janela de renegociação e fica presa em condições que poderiam ter sido melhores. Além disso, em ambientes regulados como bancos e fintechs, contratos de telecom que renovam automaticamente sem aprovação formal podem criar inconsistências em auditorias de compliance. Como resultado, o custo além de financeiro, é também de governança. Saiba mais sobre como o TEM reduz custos de telecom com auditoria automática e visibilidade de TCO. Ponto crítico 3: planos desalinhados com o uso real Gestão de telecom no mercado financeiro em instituições que crescem rápido frequentemente carregam planos contratados para um perfil de uso que já não existe. Por exemplo, um plano de dados dimensionado para equipes 100% presenciais continua ativo depois que o modelo virou híbrido. No entanto, nenhum sistema alerta que o plano está superdimensionado porque ninguém cruzou os dados de consumo com o perfil atual da equipe. Com o Navita Connect, esse cruzamento acontece automaticamente. A plataforma identifica padrões de subutilização por departamento e por região, gerando recomendação de ajuste antes da próxima renovação. Sua instituição financeira tem visibilidade real sobre o que paga em telecom hoje? Se sua resposta vier com hesitação, vale 30 minutos com nosso time! Ponto crítico 4: ausência de trilha de auditoria para compliance Gestão de telecom no mercado financeiro em ambiente regulado precisa de documentação, por exemplo: quando o Banco Central ou uma auditoria interna questiona os gastos com telecomunicações por departamento, a empresa precisa responder com dados reais. A LGPD exige que comunicações corporativas que envolvem dados pessoais de clientes tenham rastreabilidade, por isso, linhas corporativas sem gestão formal são risco regulatório que vai muito além do custo financeiro, conforme as orientações da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). O Navita Connect documenta automaticamente cada linha, cada contrato e cada alteração de plano, gerando trilha de auditoria completa e como resultado, deixa de ser um ponto cego regulatório. Ponto crítico 5: custo de telecom invisível no P&L O custo raramente aparece como prioridade de redução de custo porque o número nunca está organizado de forma que justifique atenção da liderança. Por isso, o TCO real de telecom que inclui linhas, contratos, roaming, infraestrutura de comunicação e custo de gestão interna costuma ser significativamente maior do que o número que aparece no centro de custo de TI. Quando o TCO real aparece organizado para o board, com detalhamento de onde está o desperdício e o que pode ser reduzido a conversa muda. Saiba como MDM e TEM integrados reduzem os custos de mobilidade corporativa. Quanto sua instituição paga em telecom por linhas que ninguém usa? Nosso time mapeia isso com os dados reais da sua operação, solicite aqui o seu diagnóstico! Como o Navita Connect resolve a gestão de telecom no mercado financeiro O Navita Connect é a plataforma TEM da Enghouse Navita, ela centraliza a gestão de telecom corporativo com auditoria automática de faturas, inventário de linhas em tempo real e alertas de vencimento de contrato. Na prática, a gestão de telecom no mercado financeiro com Navita Connect funciona em três camadas: Em primeiro lugar: visibilidade consolidada. Todas as linhas, contratos e planos são visualizados em um único painel, por isso, a liderança financeira passa a ter um número real. Em segundo lugar: auditoria

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IBM Watson MaaS360

IBM Watson Maas360: 5 recursos que mudam a gestão de TI

IBM Watson Maas360 é a plataforma de gestão de dispositivos corporativos da IBM com inteligência artificial integrada. É ela que muda completamente a lógica de como as empresas gerenciam celulares, tablets e notebooks da equipe. A maioria das empresas ainda reage a incidentes depois que eles acontecem, já com o IBM Watson Maas360, a IA antecipa o problema, portanto, o time de TI age antes do incidente acontecer. O que é IBM Watson Maas360? IBM Watson Maas360 é a plataforma de UEM (Unified Endpoint Management) da IBM. Ela centraliza a gestão de todos os dispositivos corporativos em um único painel. O Watson é a inteligência artificial da IBM que opera dentro do MaaS360. Por isso, a plataforma vai além do controle manual, ela aprende o comportamento de cada dispositivo, analisa padrões e sugere ações automaticamente. Com o IBM Watson MaaS360, o time de TI gerencia smartphones, tablets, notebooks, Chromebooks e desktops em Android, iOS, Windows e macOS, tudo a partir de um único lugar. A Enghouse Navita é parceira da IBM para o MaaS360 no Brasil. Assim, as empresas brasileiras contam com suporte local, em português, com conhecimento do contexto regulatório nacional. Como a IA Watson funciona dentro do MaaS360? O Watson, a inteligência artificial do IBM MaaS360, analisa o comportamento de cada dispositivo continuamente, por exemplo: ele identifica quando um celular começa a agir de forma diferente do padrão histórico. Além disso, a IA Watson cruza dados de uso, localização, aplicativos instalados e padrões de acesso. Como resultado, ela sinaliza anomalias antes que se tornem incidentes de segurança. No entanto, a IA Watson não apenas gera alertas, ela também sugere ações específicas para o administrador com base no tipo de problema identificado. Ou seja: o time de TI recebe o diagnóstico e a recomendação no mesmo painel. Assim, a resposta fica mais rápida e mais precisa. Por que isso importa para o IBM MaaS360? Com gestão reativa, o time de TI descobre o problema depois que o dano já aconteceu. Com o IBM MaaS360, a detecção é antecipada. Por exemplo, um dispositivo que passa a transferir volumes de dados incomuns às 23h é sinalizado automaticamente. O administrador recebe o alerta e pode agir antes de qualquer vazamento. Portanto, o IBM MaaS360 reduz o tempo de resposta de horas para minutos e, em muitos casos, evita o incidente completamente. 5 recursos do IBM MaaS360 que fazem diferença O IBM Watson MaaS360 entrega valor concreto em cinco áreas principais. Além disso, cada uma dessas áreas impacta diretamente a segurança e a produtividade da empresa. 1-Detenção preditiva de ameaças com Watson O IBM MaaS360 usa o Watson para detectar comportamentos anômalos em dispositivos corporativos. Por isso, o time de TI age antes do problema. Em primeiro lugar, o Watson aprende o padrão de uso de cada dispositivo, em seguida, ele identifica qualquer desvio desse padrão. Como resultado, a empresa tem uma camada de proteção que funciona 24 horas por dia, sem depender de ação manual. 2-Gestão unificada de endpoints no IBM Watson MaaS360 Com o IBM Watson MaaS360, o time de TI gerencia todos os dispositivos em um único painel. Portanto, não é necessário usar sistemas separados para Android, iOS e Windows. Além disso, o IBM Watson MaaS360 permite aplicar políticas de segurança, instalar aplicativos e revogar acessos remotamente. Tudo isso sem precisar ter o dispositivo em mãos. 3-Políticas de segurança automáticas O IBM Watson MaaS360 configura políticas de segurança de forma automática. Por exemplo, ele bloqueia aplicativos não autorizados, restringe o uso de câmera em áreas sensíveis e revoga acessos imediatamente após o desligamento de um colaborador. Assim, time de TI mantém o controle sem precisar executar cada ação manualmente. 4-Conformidade com LGPD e auditorias O IBM MaaS360 mantém registros detalhados de todos os dispositivos gerenciados. Por isso, a empresa consegue demonstrar conformidade com a LGPD e com requisitos de auditoria de clientes e parceiros. No entanto, essa conformidade não acontece automaticamente. Ela depende de uma implementação bem estruturada, com políticas adequadas ao contexto real da empresa. 5-Integração com o ecossistema corporativo O IBM MaaS360 se integra com Active Directory, Microsoft, Entra, Okta e outras plataformas de identidade. Então, a gestão de usuários e dispositivos funciona de forma conectada, sem duplicação de processos. Além disso, o IBM Watson MaaS360 suporta integração com CRMs, ERPs e ferramentas de analytics já existentes na empresa. Quer entender como o MDM se aplica à conformidade com a LGPD? Veja nosso artigo completo sobre MDM e proteção de dados corporativos e como a Enghouse Navita implementa essa camada de segurança. IBM Watson MaaS360 vs gestão manual de dispositivos Muitas empresas ainda gerenciam dispositivos de forma manual, no entanto, essa abordagem cria lacunas de segurança que crescem à medida que a operação expande. Por exemplo, sem o IBM MaaS360, o time de TI só descobre que um ex-funcionário ainda tem acesso a sistemas corporativos quando alguém percebe (geralmente semanas depois do desligamento). Com o IBM MaaS360, o offboarding é automático, a plataforma documenta cada ação, o que é fundamental em casos de auditoria ou incidente regulatório. Por que a escolha do parceiro define o resultado? O IBM Watson MaaS360 é uma plataforma poderosa, porém, o resultado depende diretamente de quem faz a implementação. Um parceiro sem experiência local instala a ferramenta e entrega o acesso. As políticas ficam genéricas, os perfis não refletem as funções reais da empresa e o resultado é uma falsa sensação de segurança. A Enghouse Navita é Android Enterprise Gold Partner e parceira IBM para o MaaS360 no Brasil, e por isso a implementação começa com um diagnóstico do ambiente real. Além disso, o suporte é local, em português e no seu fuso horário. Assim, quando algo sai do padrão, a resposta chega em pouco tempo. Segundo o IBM Cost of a Data Breach Report, o custo médio de um vazamento de dados no Brasil foi de R$7,19 milhões em 2025. Portanto, investir em uma implementação bem feita do IBM MaaS360 é significativamente mais barato do que lidar com as consequências de

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mercado financeiro

Segurança de dados no mercado financeiro: 5 pontos críticos

Segurança de dados no mercado financeiro deixou de ser pauta de TI, em 2026 é uma pauta digna de board. O custo médio de um vazamento no setor financeiro chegou a US$5,56 milhões por incidente, 25% acima da média global, segundo análises baseadas no relatório da IBM Security. Além disso, o Brasil registrou 315 bilhões de tentativas de ciberataques no primeiro semestre de 2025, se consolidando como principal alvo digital da América Latina. No entanto, a maioria das instituições ainda tem pontos cegos críticos. E esses pontos raramente estão nos sistemas que recebem mais atenção, estão nos dispositivos móveis que a equipe usa todos os dias. O que é segurança de dados no mercado financeiro na prática? Segurança de dados no mercado financeiro é o conjunto de políticas, tecnologias e processos que protegem informações de clientes, operações e sistemas contra acesso não autorizado, vazamento ou uso indevido. Além disso, a LGPD impõe obrigações específicas ao setor. Por exemplo: bancos, fintechs e cooperativas de crédito processam dados financeiros, biometria, histórico transacional e geolocalização. Portanto, qualquer falha nessa gestão pode resultar em multas de até 2% do faturamento anual, limitadas a R$50 milhões por infração, segundo a ANPD. No entanto, muitas instituições investem pesado em firewell, SIEM e criptografia de banco de dados e deixam os dispositivos móveis da equipe completamente fora dessa equação. Por que os dispositivos móveis são a maior lacuna de segurança de dados no mercado financeiro? Em dezembro de 2025, o Pix registrou quase 8 bilhões de transações em apenas um mês, envolvendo 172 milhões de pessoas. Além disso, o Open Finance ampliou o compartilhamento de dados entre instituições via APIs. Como resultado, o volume de dados sensíveis que circula em dispositivos móveis corporativos nunca foi tão alto. O celular do gerente de relacionamento, o tablet do analista de crédito e o notebook do consultor financeiro são terminais de acesso a dados que, na maioria das instituições, não têm nenhuma política formal de segurança aplicada. Ou seja: a segurança de dados no mercado financeiro tem uma lacuna estrutural e ela está “escondida na equipe”. As 5 lacunas críticas de segurança de dados no mercado financeiro Segurança de dados no mercado financeiro falha em cinco pontos específicos. Cada um deles tem impacto direto na conformidade com a LGPD e no risco operacional da instituição. Lacuna 1: dispositivos sem política de segurança centralizada A maioria das instituições financeiras tem políticas robustas para servidores e sistemas. No entanto, os dispositivos móveis da equipe operam sem nenhum controle centralizado. Por isso, quando um colaborador instala um app não homologado no celular corporativo, ninguém percebe. Também quando um dispositivo é perdido ou roubado, não há mecanismo de bloqueio remoto. Ou até quando um colaborador é desligado, o acesso ao CRM e ao e-mail corporativo continuam ativo por dias. Com MDM aplicado à segurança de dados no mercado financeiro, o time de TI gerencia todos os dispositivos de forma centralizada. Além disso, o offboarding revoga acessos automaticamente no momento do desligamento. Saiba mais sobre como o MDM protege dados corporativos em dispositivos móveis e como implementar sem atrito para a equipe. Lacuna 2: custo de telecom sem visibilidade regulatória Segurança de dados no mercado financeiro inclui também a gestão dos contratos de telecom. Por exemplo, linhas ativas de ex-colaboradores são um risco duplo: geram custo desnecessário e mantêm pontos de acesso não revogados. Além disso, sem TEM (Telecom Expense Management), a instituição não tem visibilidade sobre quais linhas estão ativas, quais planos estão sendo pagos e quais contratos vencem sem que ninguém esteja por lá para renegociar. Portanto, o TEM não é só ferramenta de redução de custo. No contexto de segurança de dados no mercado financeiro, ele é uma camada de governança sobre ativos de comunicação corporativa. Quer entender como MDM e TEM integrados fecham as lacunas de segurança de dados no mercado financeiro? Veja como a Enghouse Navita estrutura essa governança para instituições financeiras com um diagnóstico certeiro para o seu ambiente! Lacuna 3: colaboradores externos sem proteção pessoal Gerentes de relacionamento, consultores e representantes financeiros trabalham fora do escritório com frequência, apesar disso, quando estão em campo (em visitas a clientes, eventos, ou em qualquer outro deslocamento), não têm nenhuma camada de proteção extra ativada. Uma situação de risco pessoal frequentemente é uma situação de risco para dados corporativos. Por exemplo: um dispositivo acessado sob coerção pode expor dados de clientes antes que qualquer mecanismo de segurança seja acionado. Por isso, o PRIVO complementa a segurança de dados no mercado financeiro na camada do colaborador. Ele permite que um alerta silencioso seja emitido, além do envio de localização em tempo real para contatos de confiança, isso tudo sem depender de uma ação explícita visível. Lacuna 4: Shadow IT em ferramentas financeiras Segurança de dados no mercado financeiro também envolve controlar quais ferramentas a equipe usa para trabalhar, um exemplo: é comum que analistas e consultores usem aplicativos de mensagens pessoais para combinar operações com clientes, ou ferramentas de armazenamento em nuvem não homologadas para compartilhar documentos. Além disso, no contexto financeiro, esse Shadow IT tem impacto regulatório direto (com dados de clientes armazenados fora dos sistemas oficiais escapam do controle exigido pela LGPD). Portanto, a instituição trata dados pessoais em ambiente não auditado, o que é uma irregularidade do ponto de vista da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Com MDM, o time de TI controla quais apps podem ser instalados em dispositivos corporativos. Como resultado, o Shadow IT é eliminado na origem. Lacuna 5: falta de trilha de auditoria para dispositivos móveis Segurança de dados no mercado financeiro exige evidência documentada de conformidade. No entanto, sem MDM, não há trilha de auditoria para dispositivos móveis. Por isso, quando a ANPD questiona quais medidas técnicas a instituição adotou para proteger dados pessoais, o time de TI não consegue demonstrar que os dispositivos móveis da equipe estavam sob política formal de segurança. Além disso, clientes enterprise e parceiros institucionais cada vez mais exigem esse nível de documentação em processos de

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