13 erros em cloud computing: saiba como evitá-los com a Navita!

Você sabia que, até 2022, 69% da infraestrutura das empresas de TI no Brasil estará na nuvem? Apesar dos erros em cloud computing, que continuam afetando e prejudicando empresas, este número só tende a aumentar.

Segundo esta publicação da IT Forum, é esperado que, ainda em 2021, empresas provedoras de serviços na nuvem notem um crescimento de 30%.  

O motivo é que, quase um ano e meio depois do início da pandemia do novo coronavírus, não há como estimar por quanto tempo os desafios ainda serão sentidos. E todo este cenário de receio da contaminação e novas ondas continuam levando os olhos dos gestores de TI para a cloud computing, principalmente por conta da questão do home office. 

Já se perguntou como os colaboradores conseguiriam trabalhar sem os sistemas estarem na nuvem? Esta é a questão.

No post a seguir, mostraremos como estava e como está o mercado global de nuvem e mostrar que, apesar de fundamental no dias de hoje, erros em cloud computing continuam acontecendo e prejudicando negócios. É preciso conhecê-los para saber como evitá-los.

Boa leitura!

O cenário da cloud computing no Brasil e no mundo

Como dissemos na introdução, ainda que muitos erros em cloud computing impeçam organizações de alcançarem todo o seu potencial, de acordo com o Gartner, os gastos globais dos end users em serviços de nuvem pública devem crescer 18,4% em 2021, totalizando US $ 304,9 bilhões, ante US $ 257,5 bilhões em 2020. 

Além disso, a proporção dos gastos com migração de infraestrutura de TI para a nuvem terá uma aceleração após a crise do COVID-19. Estima-se que a tecnologia represente 14,2% do mercado total de gastos corporativos com TI em 2024. Apesar do grande movimento de adoção da computação em nuvem, este gasto chegou apenas a 9,1% em 2020.

esta publicação do Markets and Markets diz que o mercado global de computação em nuvem deve crescer de US $ 371,4 bilhões em 2020 para US $ 832,1 bilhões em 2025, a uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 17,5%. 

Dentre os países da América Latina, o Brasil é o primeiro do ranking entre os maiores investidores em serviços de armazenamento em nuvem. Em 2019, o investimento em computação em nuvem atingiu 13,5%, um percentual bastante inferior ao 35,5% atingido no final de 2020.

Mas, independente de ser o primeiro entre os países que mais apostam na tecnologia, as empresas do país ainda têm pouco aproveitamento dos benefícios da nuvem, principalmente em relação à escalabilidade e disponibilidade da tecnologia. Ou seja, quando o assunto é gestão na nuvem, o brasileiro ainda tem muito chão até desenvolver todo seu potencial.

Agora que ficou claro que a computação em nuvem veio para ficar e ainda poderá causar muita disrupção no mercado, vamos entender como esta tecnologia chegou no Brasil e quais os principais erros em cloud computing que atingem muitas empresas até hoje. 

O início da computação em nuvem no Brasil

Segundo o iMonitorIT – Estudo do mercado Brasileiro de TI, a popularização da migração de negócios para a nuvem começou em meados de 2016. Naquela época, empresas desenvolvedoras de software começaram a mudar seus sistemas para um novo formato, SaaS. Enquanto isso, as empresas de hardware incluíram em suas ofertas serviços em cloud. 

O estudo ainda diz que, apesar de muitas empresas começarem a considerar a migração para a computação em nuvem em 2016 e esta estratégia começar a ficar mais comum no Brasil, tudo ainda era novo, e a aceleração da adoção só começou a crescer realmente em 2018.

Mas quem pensa que o início da computação em nuvem aconteceu na mesma época em todos os lugares, está muito enganado. Acompanhe a história da computação em nuvem a seguir. 

O início da computação em nuvem

De acordo com esta publicação da IBM, os conceitos de nuvem existem há muitos anos. Na década de 1950 vários usuários eram capazes de acessar um computador central por meio de terminais cuja única função era fornecer acesso ao mainframe. 

O que acontecia é que os custos de compra e manutenção de computadores mainframe eram exorbitantes, e por isso era impossível comprar e manter um para cada funcionário. Além disso, os usuários não precisavam de uma grande capacidade de armazenamento e poder de processamento, o que tornava desnecessária a aquisição de muitos mainframes. A melhor solução da época era fornecer acesso compartilhado a um único recurso.

Mais tarde, em 1970, as máquinas virtuais foram criadas. O sistema operacional da máquina virtual levou o mainframe de acesso compartilhado dos anos 1950 para o próximo nível, permitindo que vários ambientes de computação distintos residirem em um ambiente físico. A virtualização veio para impulsionar a tecnologia e foi um importante catalisador na evolução da comunicação e da informação.

Já na década de 1990, as empresas de telecomunicações começaram a oferecer conexões de rede privada virtualizada. Estas conexões tinham a mesma qualidade de seus serviços dedicados, porém a um custo reduzido. 

Em vez de construir uma infraestrutura física para permitir que mais usuários tivessem suas próprias conexões, as empresas de telecomunicações forneciam aos usuários acesso compartilhado à mesma infraestrutura física. Mais parecido com a relação entre provedores de nuvem e usuários, não é mesmo?

E o que podemos esperar do futuro da nuvem? 

Em sua publicação Gartner predicts the future of cloud computing and Edge Infrastructure, o Gartner afirma que, num futuro próximo, gestores e líderes de TI precisam planejar uma estratégia de nuvem coesa, expansiva e segura. Além disso, apenas as empresas que elaborarem um planejamento eficiente e meticuloso realmente poderão colher os frutos prometidos desta tecnologia.

A publicação aponta duas tendências que deverão ser observadas nos próximos anos: aumento dos investimentos em segurança cibernética, sobretudo em relação ao uso de dispositivos móveis e IoT, e a aceleração de projetos em nuvem durante e no pós-pandemia.

Vamos abordar estas duas questões agora.

A importância da segurança móvel

Conforme o tempo passa e o número de dispositivos móveis e IoT cresce – aproximadamente o dobro de unidades a cada 5 anos – aumentam também os riscos de segurança. E este tipo de erro em cloud computing não tem mais espaço para acontecer no futuro.

A mesma publicação do Gartner diz que mais de 15 bilhões de dispositivos IoT irão se conectar à infraestrutura corporativa até 2029. Estes dispositivos representam um grande risco para a empresa se os líderes de TI não coordenarem adequadamente quando e como serão conectados. É preciso apenas 3 minutos para uma ferramenta móvel ser hackeada, mas as violações podem levar seis meses ou mais para serem descobertas. Já imaginou o prejuízo?

Mas como proteger as redes na nuvem dos perigos cibernéticos? O primeiro passo é criar um processo de certificação de dispositivo para todos os dispositivos que quiserem se conectar à nuvem corporativa. Ao segmentar ou isolar dispositivos, as empresas ficarão menos vulneráveis ​​a ataques cibernéticos. A tendência é que, até 2023, as empresas que fizerem isso enfrentem 25% menos ataques cibernéticos bem-sucedidos.

Aceleração das migrações na nuvem

Não é uma novidade que o cenário de instabilidade originado pela pandemia do novo coronavírus fez com que grande parte dos líderes e executivos planejassem manter ou aumentar os gastos em computação em nuvem nos próximos 12 meses.

Os chamados CIPS – Cloud Infrastructure and Platform Services (Serviços de Infraestrutura e Plataforma de Nuvem) têm sido a escolha principal de quem quer aproveitar o boom de inovação nos próprios negócios. A expectativa é de que 40% das cargas de trabalho corporativas sejam implantadas em CIPS até 2023. Para termos uma ideia, este número em 2020, ápice da pandemia, atingiu apenas 20%. 

Segundo o Gartner, a pandemia da COVID-19 resultou em uma reconfiguração das estratégias de nuvem. Agora e no futuro próximo, colaboração, mobilidade e desktops virtuais estão mudando rapidamente para a nuvem para permitir uma força de trabalho distribuída e segura. 

Além disso, algumas estratégias de proteção de dados têm sido práticas comuns para evitar erros em cloud computing, com os planos de Disaster Recovery aparecendo como principal estratégia. 

Como vimos até agora, a computação em nuvem é a escolha principal e a porta de entrada para um futuro mais inovador e competitivo. Contudo, não basta apenas ter um orçamento destinado para investir nesta tecnologia e projetos para serem colocados em prática. É necessário muito conhecimento na área para saber como evitar os erros em cloud computing e poder aproveitar das vantagens da tecnologia. 

Vamos descrever os 13 principais erros em cloud computing que ainda hoje prejudicam organizações ao redor do mundo.

Principais erros em cloud computing que ocorrem durante a migração

As vantagens da computação em nuvem são inegáveis, porém muitos erros em cloud computing precisam e podem ser evitados. Vamos mostrar quais são os principais a seguir.

1. Falta de planejamento e definição de objetivos prévios

Quais são os objetivos que a sua organização quer conquistar com a migração de aplicações e cargas de trabalho para a nuvem? Aumento da produtividade? Eliminação dos obstáculos da infraestrutura física de TI?

A melhor forma de diminuir o risco de erros em cloud computing é definindo previamente os objetivos de negócios. Depois disso, é hora de começar os projetos com um caso de uso bem definido para os resultados de negócios que deverão ser alcançados. Estes passos são fundamentais para simplificar a medição do sucesso, mas também fornecer uma base útil para avaliar os provedores e ajudá-lo nos projetos de clientes.  

2. Não se preparar para possíveis falhas 

A computação em nuvem não garante apenas o aumento de produtividade, mas a empresa também ganha com a melhora de eficiência e velocidade nas entregas de serviços. Mas seu plano de migração inclui proteções contra falhas? E se acontecer uma interrupção ou alguma ameaça cibernética? Você estará preparado? 

Outra importante forma de evitar erros em cloud computing é considerar backups e planos de recuperação de desastres como parte do desenvolvimento geral de sua estratégia de nuvem. 

Pesquise e entreviste provedores do mercado para entender quais soluções eles oferecem para manter as aplicações críticas em execução e os dados acessíveis se um de seus centros de dados sofrer uma paralisação. Ter planos de backup em vigor ajudará a evitar interrupções que podem prejudicar a produtividade dos funcionários ou o relacionamento com os clientes.

3. Avaliação da tecnologia legada e modernização da aplicação ineficientes

Uma das principais análises que devem acontecer antes da migração para a nuvem é aquela que determina quais aplicações podem ser migradas e quais precisam ser substituídas. 

Você sabe quais aplicações da sua organização podem ser migradas do jeito que estão, quais precisam ser modernizadas e quais precisam ser substituídas? Nem sempre estas questões são consideradas e isso pode paralisar todo o projeto quando a migração é feita sem uma análise prévia.   

Esta etapa da migração também ajuda a determinar como os aplicativos críticos serão migrados e qual a tolerância ao risco associada às possíveis interrupções que podem acontecer durante a migração. 

Ao passar por esse processo, os líderes de TI podem identificar um subconjunto de aplicativos que podem migrar com sucesso e, em seguida, desenvolver um roteiro em fases que move as principais cargas de trabalho para a nuvem ao longo do tempo e de acordo com as prioridades da organização.  

4. Priorização falha de cargas de trabalho e custos de controle

Outro erro em cloud computing bastante comum acontece após as primeiras migrações. As equipes começam a se entusiasmar com as vantagens da tecnologia e acabam tomando algumas decisões pouco relevantes que podem custar caro no fim do mês. Uma delas é mover cargas de trabalho não prioritárias ou grandes conjuntos de dados que poderiam ser mais bem tratados de outras maneiras.

Com o crescimento do uso da nuvem, aumentam progressivamente os custos mensais. Estas despesas adicionais podem sobrepor qualquer benefício financeiro que a nuvem oferece. Ou seja, é fundamental ter um controle eficiente dos objetivos que serão alcançados de acordo com os resultados de negócios e de uma avaliação baseada em custos. 

Neste caso, a orientação prévia e o monitoramento preciso poderão garantir que a empresa realmente colha os benefícios da computação em nuvem, principalmente os relacionados à redução de custos de TI.

5. Falta de priorização das estratégias de segurança

Muitos líderes e executivos ainda hesitam ao investir em computação em nuvem porque não acreditam no potencial de cibersegurança que a tecnologia oferece. O fato é que qualquer negócio rigidamente regulamentado ou que considere a segurança de dados como prioridade deve avaliar as estratégias de segurança como parte de qualquer projeto de nuvem. Estas tomadas de decisão podem ajudá-lo a fazer as escolhas certas para resiliência de negócios de longo prazo. 

6. Não investimento em serviços gerenciados

Migrar para a nuvem não é uma tarefa simples. Muitos dos erros em cloud computing podem ser mitigados quando sua organização escolhe terceirizar a equipe de TI para que profissionais especializados assumam todos os aspectos do processo, desde a definição do escopo das necessidades da organização até a supervisão e monitoramento contínuo das implantações.

Mas não se engane achando que estes 6 erros em cloud computing são os únicos que podem acontecer durante a migração da sua organização. Acompanhe mais alguns erros bastante comuns a seguir. 

Mais erros em cloud computing que podem ser evitados 

De acordo com Jay Heiser, vice-presidente de pesquisa do Gartner, até 2022, pelo menos 95% das falhas de segurança na nuvem serão culpa do cliente. Para evitar que sua empresa entre neste percentual de erros em cloud computing, entenda mais algumas situações que podem ser evitadas.  

7. Ignorar o modelo de responsabilidade de nuvem pública 

Os serviços de nuvem pública possuem um Acordo de Nível de Serviço (SLA) do provedor das soluções. Um importante erro em cloud computing que pode ser evitado é estar por dentro do que diz as responsabilidades do SLA. 

Em casos de desastres ou instabilidades que prejudiquem temporariamente suas operações, o provedor dos serviços em nuvem pode simplesmente avisar que, segundo o modelo de responsabilidade, ele não será responsável pelos prejuízos causados. Ou seja, avalie estes acordos antes de escolher o melhor serviço na nuvem.

8. Ignorar as diferenças entre nuvens antes de escolher a melhor opção

Você já parou para avaliar com calma quais tipos de nuvem podem realmente fazer a diferença no seu negócio? Muitas vezes as pessoas já automaticamente assumem que as nuvens públicas são a alternativa mais fácil, porém, segundo esta publicação da Open Minds, “O mercado de nuvem híbrida está prestes a explodir, com alguns analistas projetando um crescimento de US $ 44 bilhões em 2018 para quase US $ 100 bilhões em 2023.”

É preciso entender profundamente as características de cada tipo de nuvem antes de escolher a ideal para seu negócio. E a nuvem híbrida, em alguns casos, oferece os recursos e vantagens exclusivos dos dois tipos de nuvem, pública e privada.

9. Migração de todos os dados de uma só vez

Este é um dos erros em cloud computing mais comuns que existem. Já ouviu aquela frase que diz: “a pressa é inimiga da perfeição”? 

A migração na nuvem precisa ser bem planejada, já que até as equipes mais experientes erram. E migrar todos os dados de uma vez poderá colocar em risco os dados essenciais para os negócios. Uma boa opção é iniciar a migração para a nuvem utilizando dados não créticos. Dessa forma, caso aconteça algum erro, você terá mais chance de revertê-lo e evitá-lo durante a migração dos dados essenciais. 

10. Exclusão indevida de dados indesejados na nuvem

Faz parte dos serviços na nuvem excluir permanentemente e de forma automática seus dados indesejados. Mas você entende bem como funciona este processo? Você sabe qual o método de classificação e quais dados o sistema classifica como indesejados? 

Não ter certeza da metodologia do seu provedor quando se trata de exclusão de dados pode ser um erro em cloud computing bastante grave, pois você nunca terá certeza quais dados foram excluídos nem se esta destruição foi feita de forma segura e completa.

11. Largura de banda não compatível com as necessidades da empresa

Vamos imaginar um dia comum na sua empresa: todos os colaboradores estão trabalhando ao mesmo tempo, enviando e baixando arquivos o tempo todo. E se o serviços em nuvem que você escolheu para seu negócio não tiver a largura de banda compatível às necessidades da empresa? 

Isso quer dizer que todas as operações estarão impactadas com lentidão, o que causa baixa produtividade e frustração dos colaboradores. A melhor forma de evitar esse erros em cloud computing é analisar e se certificar que você está investindo em largura de banda suficiente. 

12. Acessos desnecessários de usuários

É preciso apenas um acesso nas mãos erradas para comprometer toda a segurança de dados se uma empresa. Ao conceder acesso aos serviços em nuvem, é necessário certificar-se de que apenas os colaboradores que realmente precisem destes dados para trabalhar estão podendo acessá-los. 

A criação de funções dentro de sua rede em nuvem deve ser restrita apenas aos que realmente precisam, sem exceções. Além disso, todos os dados confidenciais devem ser armazenados com segurança, onde apenas as pessoas necessárias possam entrar.

13. Não encriptação de arquivos

Nos dias de hoje evitar este erro em cloud computing parece uma coisa muito óbvia para a maioria das pessoas. Mas e se dissermos que muitas empresas ainda não encriptam seus dados ao migrar para a nuvem? 

Sem a criptografia adequada, durante uma tentativa de invasão, o criminoso poderá pegar suas informações ou causar danos à sua rede. É imprescindível que você use a criptografia de 256 bits, que é a mais moderna e atualizada, seu provedor de serviços em nuvem poderá ajudá-lo nesta questão.

Além disso, também é necessário oferecer treinamentos para a equipe de forma que todos que utilizem a nuvem saibam como ter acesso à rede com segurança. Isso significa garantir que seus usuários criem senhas fortes, usem VPNs para proteger sua conexão com a Internet, tenham segurança adequada e software antivírus em seus computadores, evitem usar pontos de acesso Wi-Fi públicos sempre que possível e nunca deixem seus computadores sem supervisão.

Nos tópicos acima, nós listamos 13 erros em cloud computing que são comuns entre as organizações que investem nesta tecnologia, mas que poderiam ser evitados e dirimidos com o uso de sistemas desenvolvidos para esta finalidade. 

Pensando em gestores de TI que vivem os desafios da computação em nuvem diariamente, a Navita desenvolveu o Navita Cloud Expense Management, módulo de Gestão de custos com Cloud do Navita Connect. Entenda um pouco mais sobre seus diferenciais a seguir e por que contar com este tipo de serviços pode reduzir e muito os erros em cloud computing.

Tudo sobre o Navita Cloud Expense Management

O módulo de gestão de custos com cloud conecta-se à conta do cliente na plataforma de Cloud Pública (AWS, por exemplo) e passa a analisar os recursos e histórico de consumo, gerando melhores compreensões, recomendações de segurança e de otimização de recursos. As empresas que fazem parceria com a Navita notam maior economia nos gastos com cloud, melhor visão dos recursos disponíveis e mais segurança.

Nós sabemos que o gerenciamento de custos com computação em nuvem é um grande desafio entre empresas. Muitas vezes a equipe de TI não tem as habilidades nem o tempo necessário que precisam para se dedicar à análise de recursos e valores, e isso acaba sendo um grande problema no orçamento do final do mês. 

Principalmente quando pensamos nos serviços que são cobrados em dólar e a alteração cambial, os valores acabam sendo muito instáveis, e qualquer descontrole pode virar uma grande bola de neve. A boa notícia é que o Navita Cloud Management oferece softwares e serviços nos quais é possível:

  • Gerenciar o gasto e consumir corretamente os recursos das nuvens Amazon Web Services (AWS), Microsoft Azure e Google Cloud;
  • Otimizar os recursos com inteligência. É muito comum encontrarmos ambientes ou servidores com menos de 20% de consumo ao longo do mês. Com o Navita Cloud Management, esta não será a realidade do seu negócio.    

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