Inovação digital na saúde: saiba tudo sobre o tema e como a Navita pode ajudar

Cada vez mais, o desafio da digitalização dos negócios se intensifica em todos os setores. Com o avanço da tecnologia, a inovação digital na saúde é uma das prioridades das clínicas e hospitais. Contudo, essa estratégia precisa ser muito bem elaborada e conduzida. 

Com os avanços nas tecnologias móveis e o amplo uso desses dispositivos, a inovação digital na saúde precisa ser orientada pelas melhores práticas de mercado. Uma das preocupações é atender às exigências e diretrizes de privacidade e segurança de forma eficaz. 

Neste cenário, são vários os fatores que têm impulsionado a digitalização dos processos na saúde. Os dispositivos móveis como meio preferido de acesso à internet, a necessidade da gestão de dados corporativos, a pressão contínua para reduzir custos e a tendência crescente de BYOD (Bring Your Own Device) são apenas algumas das tendências que estão potencializando o crescimento do mercado.

De acordo com o estudo Enterprise Mobility in Healthcare – Growth, Trends, and Forecast (2020 – 2025), a mobilidade empresarial no mercado de saúde foi avaliada em US$ 607,6 milhões em 2019, e está estimada em US$ 1.159,3 milhão até 2025. Sendo assim, a taxa de crescimento anual composta (CAGR) está estimada em 11,37% no período 2020-2025.

A verdade é que a digitalização na saúde é uma estratégia prioritária para organizações que desejam se destacar e crescer, oferecendo o melhor atendimento aos pacientes.  

Neste post, apresentamos um conteúdo completo sobre inovação digital, mostrando como a Navita pode oferecer suporte neste desafio.

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A necessidade da inovação digital na saúde e os desafios do momento

No cenário atual, os provedores de saúde conduzem seus negócios do dia a dia com dispositivos móveis ou acessando serviços em nuvem. A mudança nos negócios em direção à mobilidade empresarial resultou no aumento da produtividade dos funcionários, já que eles usam seus próprios dispositivos.

Na prática, os smartphones permitem avaliações rápidas e fáceis de pacientes devido à presença de diferentes tipos de sensores embutidos. Por exemplo, os provedores de saúde podem acessar os dados dos smartphones dos pacientes com aplicativos de saúde para medir a frequência cardíaca, pressão arterial, níveis de glicose e muito mais.

Além disso, os aplicativos móveis de saúde eliminam a necessidade de visitar um médico durante o período da doença. Com a inovação digital na saúde e o uso de soluções EMM (Enterprise Mobility Management, em português Gerenciamento de Mobilidade Empresarial ), os estabelecimentos de saúde podem oferecer uma maneira conveniente de acessar o atendimento remotamente por meio de bate-papo, mensagens e videochamada. 

Além disso, outras ferramentas têm sido fundamentais para a digitalização na saúde. Aplicativos móveis, dispositivos IoT, dispositivos vestíveis usam APIs para interagir com outros aplicativos e sistemas são algumas delas. Com integração orientada por API em tempo real, é possível desenvolver aplicativos que monitoram localização, velocidade e outros parâmetros em movimento.

A integração de aplicativos em tempo real ajuda não apenas o fluxo de dados entre aplicativos, mas também a sincronização de dados em várias plataformas, como PCs, laptops e outros dispositivos portáteis. Essa é uma tendência crescente. A Cisco estima que 500 bilhões de dispositivos devem estar conectados à Internet até 2030.

Neste contexto, com o avanço da tecnologia, são vários os desafios que as organizações enfrentam atualmente na inovação digital na saúde. Veja alguns deles:  

  • Aprimoramento e agilidade no processo de tomada de decisão;
  • Maior produtividade dos colaboradores;
  • Melhor controle dos processos e maior precisão dos dados;
  • Economia de tempo e custos.

Para vencer todos esses desafios, a inovação digital na saúde é a chave. Dessa maneira, é possível otimizar continuamente os processos e atender às novas demandas que surgem a cada dia, melhorando a experiência do usuário.

Sendo assim, a estratégia de gestão da tecnologia da informação deve contemplar algumas ações e serviços essenciais, como:

  • Gestão dos dispositivos móveis (tablets, smartphones ou laptops);
  • Gerenciamento de aplicativos;
  • Gestão de dados;
  • Estratégias de segurança em TI;
  • Suporte remoto para auxiliar os profissionais na execução das tarefas.

Todos esses serviços são fornecidos como parte das soluções de gerenciamento de mobilidade empresarial. Ou seja, para a inovação digital na saúde contar com um parceiro especialista neste tipo de estratégia pode fazer toda a diferença.

Como a digitalização está mudando o setor da saúde?

Com o avanço da pandemia do novo coronavírus e a necessidade de isolamento social como medida de prevenção, a estratégia de inovação digital na saúde foi acelerada. Especialmente no momento atual, o setor é um dos mais importantes do mundo e, por isso, requer o uso das melhores e mais eficientes ferramentas. 

Neste contexto, a tecnologia e os dispositivos móveis têm um papel importante. Isso porque, em alguns pontos, ela pode prover a informação de forma mais rápida em um momento de urgência, com uma quantidade de erros menor. 

Porém, para aproveitar todas as vantagens e benefícios da inovação digital na saúde, alguns aspectos precisam ser melhorados. Veja alguns deles: 

  • Armazenamento seguro dos dados: hoje muitas informações são armazenadas em papéis, aumentando os riscos de vazamento e perda da informação de dados pessoais e médicos;
  • Proteção extra para dispositivos móveis: com a inovação digital na saúde, muitos estabelecimentos já implementaram o prontuário médico digital. Contudo, é preciso garantir a segurança desses dados com uma camada de gestão e segurança para evitar o acesso de pessoas não autorizadas.
  • A atualização e disponibilidade desses aplicativos são críticas: por isso, precisam ser gerenciadas de maneira centralizada e com políticas predefinidas;
  • Manter conformidade com as regulamentações do setor: os estabelecimentos de saúde têm o desafio de atender às diretrizes definidas em lei sobre a confidencialidade, segurança e privacidade dos dados dos pacientes. Nos Estados Unidos, por exemplo, a HIPAA (Health Insurance Portability and Accountability Act) foi uma legislação construída para proteger a privacidade individual estabelecendo padrões na indústria americana para manter a informação de saúde do paciente e registros médicos. De outro modo, as clínicas e hospitais também precisam atender às exigências da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
  • Padronização de acompanhamento: a equipe médica usa smartphones e tablets de maneiras diferentes e não unificadas. Na prática, essa falta de padronização pode se tornar um grande desafio para os responsáveis pelas estratégias e regras para o seu uso na assistência hospitalar.

O fato é que a inovação digital na saúde está avançando. Contudo, o processo de modernização acontece aos poucos. Segundo o Journal of Medical Internet Research, os médicos ainda usam predominantemente computadores desktop durante o tempo de trabalho. 

Tempo de trabalho gasto em:

  • Computador desktop: 56,8%; 
  • Smartphone: 12,8%; 
  • Tablet: 3,6%.

A inovação digital na saúde na prática: a migração para o uso dos dispositivos móveis no setor

A boa notícia é que cada vez mais os dispositivos móveis são incorporados às rotinas dos hospitais e clínicas, digitalizando os processos de atendimento e facilitando a gestão de informações sobre o paciente e o tratamento ideal. 

São várias as razões que levam clínicas e hospitais a investirem na inovação digital na saúde. Veja três motivações:

  1. Eliminar o uso do prontuário em papel:  o controle das informações dos pacientes em documentos impressos dificulta a organização e o acesso aos dados. Sendo assim, usar um sistema disponível em smartphones e tablets facilita muito a gestão para a equipe médica e corporativa;
  2. Ampliar o uso do software de prontuário digital: muitas clínicas e hospitais investem neste tipo de sistema, que contém todo o fluxo de informações médicas, porém mantém o acesso somente em desktops ou notebooks, o que atrapalhava a mobilidade. 
  3. Acessibilidade: garantir a acessibilidade de todos os envolvidos ao sistema é uma decisão estratégica fundamental. Por isso, muitos estabelecimentos de saúde vêm investindo em dispositivos móveis e aplicativos institucionais, visando melhorar a dinâmica de trabalho e atendimento. Assim, a experiência do usuário também deve melhorar. 

Contudo, é preciso destacar que o uso de dispositivos móveis também requer maior controle na gestão dos dados. Por isso, o ideal é usar uma plataforma completa de Mobile Device Management (MDM), ou seja, voltada para a gestão de dispositivos móveis corporativos.

Esse tipo de solução traz uma série de vantagens, tais como:

  • Maior precisão na identificação do paciente;
  • Melhora na qualidade do atendimento;
  • Criação de fluxos de trabalhos compartilhados; 
  • Acesso a mais recursos de comunicação entre equipes;
  • Inventário on-line dos aparelhos;
  • Facilidade no atendimento das demandas de tecnologia dos profissionais;
  • Segurança da informação: dados de pacientes, procedimentos, colaboradores e outras informações sensíveis estão 100% protegidas em cloud computing (computação em nuvem).

Em síntese, o uso de uma solução MDM, como o Navita EMM, viabiliza redução de custos, maior controle dos processos e atendimento de qualidade aos pacientes.

Isso porque o software fornece todas as informações necessárias para tornar a telemedicina uma alternativa viável e segura. A partir da gestão do ambiente em uma única plataforma, como a Navita EMM, o gestor de TI tem a certeza de que os usuários atuam em conformidade com o que foi definido na concepção do projeto.

Assim, além de manter os dados sobre medicamentos, estoque e demais informações cruciais seguros na nuvem, o sistema permite oferecer aos profissionais dispositivos móveis e ferramentas adequadas. Esses recursos podem aumentar em até 40% a produtividade e performance de trabalho. 

Inovação digital na saúde: desafios que precisam ser superados

A saúde está se tornando móvel e os médicos estão utilizando dispositivos mais avançados e sem fio. Porém, à medida que os profissionais de saúde se movimentam com mais liberdade, a questão é: como os provedores podem garantir que as informações de saúde de seus pacientes permaneçam seguras?

Proteger esses dispositivos – e os dados que eles acessam – por meio de ferramentas seguras de gerenciamento de mobilidade empresarial (EMM) é uma estratégia vital para as organizações que atuam na saúde.

Especialmente porque é preciso considerar os riscos associados aos dispositivos móveis, especialmente com aplicativos móveis que acessam registros eletrônicos de saúde. 

Na prática, à medida que a inovação digital na saúde avança, os riscos de segurança em torno desses conjuntos de dados aumentam. Portanto, o desafio das empresas provedoras de saúde é acompanhar a evolução das ameaças e buscar soluções que sejam capazes de responder de maneira preventiva e proativa aos riscos.

Neste sentido, o gerenciamento de mobilidade empresarial é uma abordagem que tem sido buscada pelos estabelecimentos de saúde. Na prática, uma solução MDM  (Mobile Device Management) permite:

  • Garantir a configuração geral da comunicação via Wi-fi;
  • Manter os aplicativos instalados e atualizados nos aparelhos;
  • Acompanhar a atualização do sistema operacional, para que não atrapalhe o funcionamento do aplicativo;
  • Garantir que as políticas de segurança sejam aplicadas para evitar vazamento de informações;
  • Manter acessíveis e em funcionamento somente os aplicativos autorizados.

Cada vez mais fica claro que os smartphones e tablets serão adotados como ferramentas oficiais de trabalho quando se trata de cuidados médicos.

O papel da Navita na inovação digital na saúde

Um dos critérios que exige máxima atenção na jornada de digitalização dos serviços de saúde é a segurança dos sistemas. Isso porque o valor dos registros de saúde é muito alto. Afinal, é possível obter muitas informações pessoais a partir de um único registro de saúde. 

Quando os usuários acessam dados de saúde em um dispositivo não seguro, a organização corre sérios riscos. Se um smartphone corporativo é perdido ou roubado, por exemplo, esse é um grande risco de segurança para a organização de saúde e pode resultar em multas significativas e danos à reputação.

Por isso, implementar uma solução EMM completa é tão importante: o sistema cobre um grande volume de dispositivos.

Investir e implantar uma solução EMM é uma das melhores maneiras de garantir uma estratégia de gerenciamento móvel forte. A  plataforma Navita EMM assegura o correto funcionamento de todos os dispositivos móveis. Além disso, a solução também detecta um comportamento anormal que pode ser um sinal de um ataque potencial.

Para a sua estratégia de inovação digital na saúde, você pode contar com a ajuda da Navita. Somos especialistas na gestão de dispositivos móveis para empresas. 

Com a Navita, você garante o gerenciamento de smartphones e tablets e o controle de aplicativos de forma simples e fácil, garantindo máxima segurança e compliance com as diretrizes da  Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)

O Navita EMM é um console de gestão, um ambiente web, que pode ser acessado por meio de uma URL de qualquer navegador e faz parte do Navita Connect. Sendo responsivo e multiplataforma, o sistema permite a gestão a partir de qualquer computador, smartphone ou tablet. 

Com uma solução de gerenciamento de mobilidade empresarial segura, como a Navita EMM, as organizações de saúde têm condições de fazer o controle dos equipamentos, distribuir aplicativos e controlar o inventário sem complicações e dores de cabeça. 

Assim, é possível ficar por dentro das ameaças externas e internas mais recentes, evitando incidentes de segurança da informação, como vazamento de dados e outras situações, como o uso inadequado dos dispositivos. 

Em síntese, o Navita EMM é a solução perfeita para orientar a inovação digital na saúde. 

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