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Gestão de contratos: O que é, importância e como fazer?

Gestão de contratos: O que é, importância e como fazer? Com a necessidade crescente de entregar trabalho com prazos mais curtos, ou serviços que podem ser muito longos, é imprescindível ter informações do que está sendo entregue e se está de acordo com o contrato, por isso a gestão de contratos entra nesse aspecto. Além disso, as empresas estão valorizando a segurança jurídica de serviços contratados ou prestados, para que os riscos envolvidos sejam reduzidos ou eliminados. Por esses e outros motivos, se faz cada vez mais indispensável ter uma gestão de contratos eficiente, que além de mitigar os riscos, gere valor agregado para a empresa. Ficou interessado? Então, siga com a gente e veja a importância da gestão de contratos, quais benefícios para sua empresa e o que ela pode estar perdendo com a falta da gestão de contratos. Mas, afinal, o que é Gestão de contratos? Ao contrário do que você pode estar pensando, a gestão de contratos vai muito além de gerar um contrato, assiná-lo e saber quando ele encerra. O contrato é um documento que consta tudo o que cada parte envolvida pode fazer de forma legal, com segurança jurídica, além de conter prazos de entrega e informações importantes. Então, a gestão de contrato envolve um processo global, que inicia na criação do contrato e só termina após o encerramento. Cabe à empresa, inclusive,  a tarefa de monitorar todas as atividades relativas ao serviço/produto negociado em contrato. Desde padronizar termos, atividades e procedimentos, além documentos correlatos estão englobados na gestão de contratos. E qual a importância da Gestão de Contrato? Você já teve algum prejuízo por cair em uma armadilha administrativa ou mesmo por deixar de fora uma regra de mercado para o setor que está atendendo? A gestão de contrato evita prejuízos de curto e longo prazo, garantindo a padronização de processos em todos os setores da empresa envolvidos na entrega. Além disso, o método de gerenciamento também permite alinhar procedimentos às regras de mercado, com o maior grau de segurança jurídica possível, com informações precisas e adequadas ao acordo entre as partes implicadas. Outro ponto importante da gestão de contrato é acordar formas claras de cobranças de valores devidos e penalidades claras em caso de desvios das cláusulas estabelecidas. Além disso, com a gestão de contrato, as relações de negócio ficam mais transparentes, tanto internamente quanto na interação com seus fornecedores e clientes. Como é feita a gestão de contratos? A gestão de contratos é mais complexa do que pode parecer. Afinal, essa abordagem não consiste apenas em arquivar documentos, vai muito além disso, uma vez que envolve todos os setores da empresa. Veja, a seguir, as principais etapas para fazer o gerenciamento de contratos.   Setores e serviços envolvidos O primeiro passo é levantar quais áreas da empresa estarão envolvidas no serviço que vai ser prestado ou contratado, bem como as atividades que devem ser realizadas. Com essa informação é possível estabelecer procedimentos, que irão nortear os processos internos e os recursos necessários, como tempo e recursos envolvidos. Essa etapa deve ser feita por profissionais qualificados e que compreendam e dominem os métodos da empresa. A correta realização reduz ao máximo os riscos envolvidos, viabilizando a conformidade  com aspectos internos de processos, bem como a segurança jurídica exigida pelo mercado.  Elaboração do contrato Aqui, com as informações em mãos, é hora de elaborar o contrato. Nessa etapa, é importante ter a orientação do  departamento jurídico interno ou contratar uma empresa terceirizada. A parte de elaboração deve ser feita com cuidado, pois envolve detalhar, de forma segura, o serviço envolvido no contrato, incluindo prazos, valores e até meios de reparação da parte prejudicada em caso de descumprimento de uma das cláusulas do serviço. Por ser um documento com validade jurídica, é importante revisar a gramática, a descrição dos processos realizados e a conformidade com leis e normas vigentes. Negociação Aqui, as partes envolvidas avaliam todas as cláusulas do contrato, para dar o parecer relativo aos termos contidos. Essa etapa costuma ser mais longa, já que ambos os envolvidos na negociação  devem avaliar atentamente todas as cláusulas, para não ter prejuízos decorrentes do próprio contrato. Nessa etapa, em caso de modificações, a parte contrária deve ser avisada e ter o direito de se manifestar sobre. Revisão e aprovação Após a negociação, é necessário revisar e adequar o contrato, se preciso, para que seja aprovado. Essa etapa garante que todos os envolvidos tenham ciência de tudo o que envolve o contrato, desde processos à prazos de execução e valores.  Assinatura e armazenamento Com o contrato aprovado, é hora de assinar, formalizando plenamente o acordado entre as partes envolvidas. Nessa etapa, você pode usar um sistema de assinatura com validade jurídica, coletando as assinaturas digitais. Além de facilitar a formalização do documento, essas ferramentas permitem manter o contrato guardado e acessível. Portanto, é necessário armazenar o documento para que se tenha um controle das revisões. Além disso, com o arquivo guardado é possível realizar consultas dos termos com facilidade de forma simples e ágil.  Execução e monitoramento Com o documento devidamente assinado, é necessário iniciar a execução das atividades envolvidas no contrato. Nesta etapa, é muito importante que  os processos sejam monitorados, garantindo que tudo esteja de acordo com o contrato, mantendo prazos e qualidade de entrega estipulados. Não descuide desta etapa, pois normalmente é aqui que você pode ter prejuízos de curto, médio e longo prazo. Gestão do contrato Aqui, com as informações provenientes do monitoramento da execução, é necessário fazer correr tudo de acordo com o contrato. Caso seja necessário, faça revisões em prazos, valores e processos, para que as obrigações contratuais sejam atendidas e tudo mantido dentro da segurança jurídica. Se for necessário, aditivos contratuais podem ser feitos e aprovados para serem incluídos junto ao arquivo de contrato. Encerramento Com todas as obrigações e processos relacionados no contrato e aditivos (se for o caso) concluídas e caso não exista necessidade de renovação de contrato, voltando à etapa de negociação. Em grande parte dos contratos,

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o que é finops

FinOps: O que é? Saiba como usar esse conceito na sua empresa

FinOps: O que é? Saiba como usar esse conceito na sua empresa A tecnologia vem avançando a um ritmo bastante acelerado e a cada ano que passa. Inovações são incorporadas a nossa rotina, seja pessoal ou profissional, e uma delas é o FinOps. Mas, você sabe o que ele é e como surgiu? Com a evolução dos serviços cloud para as empresas, um novo modelo de cobrança surgiu, o custo por uso. Nesse formato, seu negócio paga apenas o que consumir no mês, sem valor mínimo ou máximo de cobrança. Entretanto, isso acabou gerando um obstáculo financeiro – como realizar o gerenciamento desses custos? Como são variáveis, fica mais complexo ter valores fixos e manter o fluxo de caixa do setor estável. Por isso foi desenvolvido uma metodologia para agregar valor aos serviços em cloud e manter o grau de previsibilidade financeira, o qual foi denominado de FinOps. Contudo, para gerenciamento financeiro de operações na nuvem, ele é considerado uma cultura. Dessa forma, permitindo o uso colaborativo dos recursos, melhorando a previsibilidade e gestão dos custos em serviços Cloud. O gerenciamento adequado dos custos financeiros com FinOps, pode gerar uma redução de até 70% nos custos, de acordo com a Gartner. Isso pode ser a diferença entre manter e crescer seu negócio. Para você entender melhor o que é FinOps e como isso pode acelerar ou viabilizar suas operações cloud, preparamos esse artigo com tudo o que você precisa saber sobre o tema. Boa leitura! O que é FinOps, afinal? Com a introdução em 2006 da AWS e serviços em nuvem onde você paga apenas o valor utilizado, ficou mais complexo calcular os custos financeiros envolvendo servidores, sistemas e diversos outros tipos de produtos e serviços que utilizam Cloud Computing. Com isso se criou um modelo de operação na nuvem, com as melhores práticas de gestão de gastos variáveis, proveniente de serviços do tipo PAYG (pay-as-you-go em inglês), no qual você paga apenas pelo que consome. Aqui nasce o FinOps. Sendo assim, o FinOps deve estar alinhado à cultura da empresa para que possa funcionar desde o início dos serviços e durante todo o ciclo de vida dos negócios da empresa que utilizam soluções cloud.  Qual a utilidade do FinOps O FinOps permite estruturar melhor os recursos utilizados com serviços cloud, fazendo com que as limitações ou sobrecargas sejam reduzidas ou eliminadas. Além disso, você pode aproveitar para gerar uma cultura interna mais colaborativa entre os setores envolvidos, aumentando a transparência dos custos e investimentos realizados na nuvem, gerando mais engajamento dos colaboradores. Quais são os princípios do FinOps? O FinOps possui 6 princípios adotados e acordados entre os membros da FinOps Foundation, são eles: Dentre os princípios de FinOps não há uma ordem, no entanto devem ser tomados como um todo e colocados em prática para obter o melhor resultado. Como funciona o FinOps O modelo de gerenciamento de custos de nuvem possui 3 pilares para que possa funcionar de forma adequada. Cada um deles tem atividades que devem ser desenvolvidas para que o melhor resultado seja obtido e convertido em crescimento e redução de custos com serviços em nuvem. Informar Esse pilar se apoia na coleta e visualização dinâmica de dados preferencialmente em tempo real, pois muitos dos serviços são pagos por hora. Aqui são compreendidos todos os custos associados aos serviços para cruzá-los com dados de performance das máquinas em uma preparação para o próximo pilar. Otimizar Agora que as informações já estão com o time de FinOps, é hora de tomar as decisões para reduzir custos e maximizar performance das instâncias utilizadas, para que seja consumido o máximo possível do que se dispõe. Operar Pilar gerencial do FinOps no qual as estratégias são usadas de acordo com o negócio da empresa. Os responsáveis comunicam os donos dos recursos das ações propostas, alertam sobre desvios e dão sugestões de ajustes de licenciamentos, antecipações e outros. Benefícios de utilizar o FinOps nas empresas A metodologia de FinOps não se trata apenas de economizar e reduzir custos com operações em nuvem. Ela é uma cultura, que pode conduzir seu negócio ao crescimento, desde processos internos a colaboração entre setores diferentes. A transparência das atividades é muito maior, assim fica mais fácil tomar uma decisão de aumentar ou reduzir recursos de serviços cloud. Isso acaba melhorando a eficiência tanto para desenvolvimento de produtos, como na gestão financeira, facilitando inclusive a precificação. Além disso, com um processo bem definido, a integração de novos membros a equipe dedicada e aos departamentos interligados é mais simples, permitindo criação de novos produtos e processos internos mais rapidamente. Como aplicar FinOps no seu empreendimento A introdução do modelo FinOps é considerado um ponto crucial para que seja construído o melhor ambiente cloud possível, que gere lucro e com uma operação bem aproveitada. Para que isso seja mais do que apenas um modelo e vire uma cultura da empresa,  entregando os melhores resultados, é necessário que os executivos forneçam o  suporte adequado e viabilizem a ideia do FinOps. Desta forma é possível introduzi-lo na sua organização seguindo uma metodologia composta por 5 passos. Cada um deles exige processos cruciais para que o FinOps seja considerado uma cultura do negócio e possa gerar mais valor. Planejamento Essa etapa é essencial, pois é preciso obter informações a respeito dos setores que devem se envolver e serão afetados, quais recursos são necessários e estão em uso, entre outros pontos. Por isso, é importante que você: 1- Faça sua pesquisa Antes de pesquisar informações em diversos departamentos da empresa, procure pelos executivos que podem apoiar a transição, conversando pessoalmente com os potenciais padrinhos. Busque pelas dores de cada setor, como custos dos serviços clouds em uso, falhas de previsibilidade dos custos e brechas em relatórios de custos. Procure quais grupos/setores e indivíduos da sua empresa que são afetados por essas dores e explique que essa nova solução poderá eliminá-las. Crie um plano Coloque no papel o futuro, com um apelo comercial, com um discurso de acordo com as necessidades

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Solução de Nuvem

Solução de Nuvem: saiba por que é preciso gerenciar seus custos

O uso de serviços em nuvem deixou de ser uma tendência, para se tornar uma solução tecnológica para o mundo corporativo. De acordo com a CIO FROM IDG, os gastos globais em infraestrutura de TI em nuvem vão atingir 150 bilhões de dólares até 2022. Os serviços de soluções de nuvem, foram impulsionados nos últimos 2 anos, devido aos acontecimentos da pandemia e consequentemente tivemos o trabalho remoto. Porém, você está ciente de todos os gastos referentes a nuvem? Você utiliza estes serviços em sua totalidade? Após ler o artigo, você irá saber como controlar ou reduzir os custos através das melhores práticas com o uso da tecnologia. Antes, saiba o conceito de gestão de custos na nuvem e FinOps. O que é gestão de custos em Cloud? – Soluções de Nuvem Nesse caso, gestão de custos em nuvem, é você ter o controle dos gastos através de processos e práticas de gerenciamento seguindo as etapas abaixo: Entendendo o uso e o custo Acompanhando o desempenho Dados para tomar decisão Otimização dos serviços e gastos Alinhamento organizacional e operação Por isso é essencial consolidar em um único local as informações de gastos dos serviços em nuvem como faturas, logs das provedoras de serviços em nuvem (como a AWS, por exemplo), custos de fornecedores de softwares SaaS etc. Ao longo do período de contrato. Com estas informações dispostas de forma clara e ampla (incluindo data de vencimento, vigência de contrato, índices de reajustes e câmbio), você consegue ter previsibilidade e visibilidade de onde cortar custos que não são mais necessários com a solução de nuvem. Assim, com a organização estabelecida e uma solução de nuvem auxiliando, as possibilidades para futuros investimentos e projetos aumentam. Em suma, se distanciando de problemas financeiros e facilitando a parte orçamentaria na hora de fazer o planejamento. Saiba os benefícios que uma solução de nuvem oferece para gerenciar custos É possível consolidar todas estas informações de nuvem, provedores e softwares as a service (SaaS), assim como todos os seus serviços associados e a partir destas informações obter insights estratégicos. Sem uma plataforma de software de solução de nuvem pode ser um trabalho árduo. Mas do que você pode se beneficiar com uma gestão de gastos em nuvem através de uma plataforma dedicada para isso? Listamos alguns dos benefícios, que você irá encontrar logo de cara, veja: Com soluções de nuvem é possível ter visibilidade de qualquer lugar: Uma vez que você tenha todas as informações de custo em uma plataforma SaaS e não estes dados em planilhas armazenados em pastas na rede, desktop ou notebook, você está em vantagem. Pois podemos acessar essa evolução de custos de qualquer lugar, a qualquer momento. É necessário apenas ter uma conexão com a internet. Com isso, ganhando enorme mobilidade. Mais segurança com solução de nuvem: Uma plataforma de gestão de custos SaaS precisa ser segura com acesso criptografado com padrões internacionais (como SSL), hospedados em ambientes de alta disponibilidade e integridade. Assim, reduzindo chances de dano, violação ou vazamento de informações sensíveis. Outro ponto que podemos citar, é que o backup acontece de forma automática no sistema de CLOUD por meio de espelhamento. Provendo uma disponibilidade muito maior destes dados, já que, caso aconteça algum imprevisto, eles estarão em outro servidor ou até mesmo em outro datacenter em outro país. Maior visibilidade para controle e redução de custos: Com o conhecimento de seus fornecedores, contratos e seus gastos associados, é possível identificar oportunidades para otimizar custos. Essa visão gerencial permite que você gaste apenas com o serviço que é realmente utilizado, acompanhando as necessidades atuais da empresa e o potencial de investimento. O que é FINOPS? FinOps é a abreviatura de “Cloud Financial Operations” (Operação Financeira em Nuvem), “Cloud Financial Management” (Gestão Financeira em Nuvem) ou “Cloud Cost Management” (Gestão de Custos em Nuvem). No caso, FinOps é um conceito que serve para trazer responsabilidade financeira em CLOUD.  Uma das etapas para se ter sucesso na aplicação de FinOps, é ter os colaboradores dos setores de TI, Finanças e Produtos etc bem distribuídos, mas, ao mesmo tempo, obter um trabalho em conjunto entre essas áreas, a fim de tornar a metodologia de FinOps uma prática para que cada área gerencie seus custos em nuvem, para que dessa forma, a empresa tenha maior controle financeiro e previsibilidade. Essa metodologia contém 3 pilares, considerados importantes para os serviços de soluções em nuvem, que são: #1. Informar Essa etapa é para ter visibilidade dos custos, obter métricas e alinhar todos os envolvidos com as prioridades do negócio. É aqui que as soluções de gestão de custos em cloud (como o Navita Cloud) entram em ação. Alguns pontos dessa etapa são: Consolidação das informações de gastos dos fornecedores de Cloud Dashboards e Relatórios para entender as principais métricas Planos de orçamento bem estruturados para impulsionar o ROI Previsão de custos para evitar surpresas no final do mês, final de contratos e auxiliando na tomada de decisão. #2. Otimizar Nessa fase a intenção é capacitar as equipes para identificar e executar oportunidades para ter alto desempenho na CLOUD. Para ficar mais claro, separamos aqui algumas situações de otimizações para você: Desligar recursos que não são mais utilizados. Expandir ou diminuir corretamente os serviços de acordo com as necessidades de desempenho #3. Operar A terceira fase não é a última e sim um lembrete de que nessa etapa é uma atividade contínua. Com o intuito dessa metodologia ser integrada, mantida e aplicada diariamente nas operações. Contudo, há processos para alinhar e melhorar.  rotineiramente o gerenciamento e otimização dos custos em cloud, que são eles: Acompanhamento em relatórios de uso; Fazer revisão de forma contínua, com melhorias de otimização de custos Implementar políticas no ambiente de nuvem Essas são algumas das funcionalidades que você enxergar dentro de uma ferramenta de soluções em nuvem. Como soluções de nuvem são a melhor opção para otimizar gastos? Como já citamos, a migração para a nuvem, tem sido a melhor opção para aqueles que desejam elasticidade da infraestrutura (aumentar

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Gerenciamento da nuvem

O que é AWS e quais os desafios no gerenciamento de custos da nuvem?

Apesar de fundamental para qualquer estratégia de transformação digital, os gastos com nuvem pública, como a AWS, são uma grande dor de cabeça para os departamentos de TI.  De acordo com a pesquisa State of the Cloud 2020, desenvolvida pela Flexera a partir da opinião de 750 tomadores de decisão globais, 82% dos entrevistados afirmou encontrar dificuldades no gerenciamento de gastos com cloud.  E esta má administração se deve por motivos diferentes, como sobrecarga da equipe de TI, análises manuais de fatura, falta de visibilidade dos investimentos em nuvem, entre outros. Se você quer entender melhor sobre nuvens públicas, descobrir por que a Amazon Web Service é a mais escolhida entre a concorrência e como garantir uma gestão de faturas mais eficiente, continue a leitura deste post! O que é nuvem pública? O termo cloud computing, ou computação em nuvem em português, envolve três tecnologias diferentes: a nuvem pública, a nuvem privada e a nuvem híbrida.  Enquanto a nuvem privada é oferecida pela Internet ou por uma rede interna privada exclusiva para usuários selecionados, a nuvem pública é o serviço gratuito ou pago sob demanda oferecido por provedores terceirizados. A AWS, ou Amazon Web Service, é um exemplo de nuvem pública.  O acesso à nuvem pública pode ser feito por conexões de rede públicas ou dedicadas e, como diz o nome, é aberta ao público. Qualquer usuário pode ter acesso a ela, desde que tenha se registrado em uma conta do provedor do serviço.  Já a nuvem híbrida é um ambiente misto de cloud computing, ou seja, um serviço de nuvem que é composto tanto por nuvem privada quanto por nuvem pública e funciona a partir da orquestração entre plataformas. Importância da nuvem pública Como dissemos na introdução, a computação em nuvem, seja ela pública como a AWS ou privada, é fundamental para o sucesso de qualquer iniciativa de transformação digital.  O principal benefício desta tecnologia é a flexibilidade de uso que ela permite – é possível aumentar ou diminuir a demanda de infraestrutura no momento em que for preciso, pagando apenas pelos serviços qu e realmente são usados. Frente a situações nas quais as estratégias digitais precisam ser aceleradas em um orçamento de TI limitado, a nuvem pública aparece como peça principal, porque permite uma migração rápida, segura e eficiente. Além disso seu uso é muito amplo, e possibilita desde um simples acesso a plataformas on-premise até a migração de grandes cargas de trabalho. O cenário de instabilidade que começou no início da pandemia do novo coronavírus impulsionou a adoção da computação em nuvem como forma de otimizar o trabalho a distância e permitir a criação de novos modelos de trabalho que se adaptassem às condições impostas.  Vamos entender melhor sobre o crescimento da adoção da nuvem em números.  Crescimento e adoção da AWS e demais nuvens públicas  Apesar do crescimento da cloud computing durante a pandemia, pesquisas mostram que a escolha pelos benefícios da computação em nuvem não são passageiros. Segundo o relatório IDC Predictions, os gastos com IaaS (Infrastructure as a Service), PaaS (Platform as a Service) e nuvem pública no Brasil atingirão US$ 3 bilhões em 2021, uma alta de 46,5% em comparação ao mesmo período de 2020.  Já esta publicação do ComputerWorld, baseada nos dados mostrados por várias empresas relevantes no mercado de TI, afirmou que “Em 2024, a expectativa é que os gastos com nuvem representem 14,2% do mercado de TI, ante 9,1% em 2020”. Sobre o percentual de adoção nas organizações, a pesquisa da Flexera citada durante a introdução deste texto afirma que, dentre a concorrência, a principal escolha de provedor de nuvem pública tem sido a AWS. Confira o ranking: AWS – 76%   Azure – 69% Google Cloud – 34% Oracle Infrastructure Cloud – 20% VMware Cloud on AWS – 19% IBM Public Cloud – 15% Alibaba Cloud – 7%  Vale lembrar que, apesar do amplo crescimento que o mercado de nuvem como um todo vem mostrando, e ainda que o investimento nesta tecnologia traga benefícios indiscutíveis às empresas, a gestão de custos não é uma tarefa simples. E, se mal administrada, pode trazer mais prejuízos do que vantagens. Vamos abordar este tema com profundidade a seguir. Conheça a AWS (Amazon Web Services) Na contextualização da nuvem pública nós citamos a AWS, ou Amazon Web Service, a nuvem pública da Amazon e mostramos que ela é a primeira escolha entre as demais provedoras do mercado. Agora vamos explicar sobre quem é esta provedora de cloud computing, mostrando um pouco mais sobre sua importância no mercado de tecnologia.  Quem é a AWS, afinal?  De acordo com o site da própria Amazon Web Service, a AWS é a plataforma de armazenamento em nuvem mais adotada e mais abrangente do mundo. Lançada em 2006, seu marketplace de serviços oferece opções para todos os tamanhos de organizações e possui mais de 200 datacenters completos espalhados ao redor do mundo.  Em agosto de 2020 a AWS foi eleita como líder pelo décimo ano seguido no Quadrante Mágico do Gartner no segmento de serviços de infraestrutura e plataforma de nuvem. Mas o que faz da Amazon Web Service tão superior à concorrência?  Desde o princípio a empresa ofereceu seus serviços no modelo IaaS, ou Infraestrutura como um Serviço. Ou seja, criada sob o modelo de assinaturas, os usuários da AWS só precisavam pagar pelo que utilizassem, sem contratos fixos. Este modelo de negócios se mostrou muito benéfico para empresas de tecnologia, pois permite que recursos sejam adicionados e retirados sempre que necessário, sendo uma ótima opção para o controle de custos. É claro que, apesar de todas as vantagens que a AWS oferece para empresas e usuários que a utilizam, a descentralização de faturas e custos relacionados aos serviços em nuvem pode gerar uma grande dor de cabeça.  A seguir, vamos mostrar quais os principais desafios da computação em nuvem quando o assunto é gerenciamento de faturas e pagamentos e qual a melhor forma de aproveitar as vantagens da tecnologia com uma gestão mais eficiente.  Desafios do

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13 erros em cloud computing: saiba como evitá-los com a Navita!

Você sabia que, até 2022, 69% da infraestrutura das empresas de TI no Brasil estará na nuvem? Apesar dos erros em cloud computing, que continuam afetando e prejudicando empresas, este número só tende a aumentar. Segundo esta publicação da IT Forum, é esperado que, ainda em 2021, empresas provedoras de serviços na nuvem notem um crescimento de 30%.   O motivo é que, quase um ano e meio depois do início da pandemia do novo coronavírus, não há como estimar por quanto tempo os desafios ainda serão sentidos. E todo este cenário de receio da contaminação e novas ondas continuam levando os olhos dos gestores de TI para a cloud computing, principalmente por conta da questão do home office.  Já se perguntou como os colaboradores conseguiriam trabalhar sem os sistemas estarem na nuvem? Esta é a questão. No post a seguir, mostraremos como estava e como está o mercado global de nuvem e mostrar que, apesar de fundamental no dias de hoje, erros em cloud computing continuam acontecendo e prejudicando negócios. É preciso conhecê-los para saber como evitá-los. Boa leitura! O cenário da cloud computing no Brasil e no mundo Como dissemos na introdução, ainda que muitos erros em cloud computing impeçam organizações de alcançarem todo o seu potencial, de acordo com o Gartner, os gastos globais dos end users em serviços de nuvem pública devem crescer 18,4% em 2021, totalizando US $ 304,9 bilhões, ante US $ 257,5 bilhões em 2020.  Além disso, a proporção dos gastos com migração de infraestrutura de TI para a nuvem terá uma aceleração após a crise do COVID-19. Estima-se que a tecnologia represente 14,2% do mercado total de gastos corporativos com TI em 2024. Apesar do grande movimento de adoção da computação em nuvem, este gasto chegou apenas a 9,1% em 2020. Já esta publicação do Markets and Markets diz que o mercado global de computação em nuvem deve crescer de US $ 371,4 bilhões em 2020 para US $ 832,1 bilhões em 2025, a uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 17,5%.  Dentre os países da América Latina, o Brasil é o primeiro do ranking entre os maiores investidores em serviços de armazenamento em nuvem. Em 2019, o investimento em computação em nuvem atingiu 13,5%, um percentual bastante inferior ao 35,5% atingido no final de 2020. Mas, independente de ser o primeiro entre os países que mais apostam na tecnologia, as empresas do país ainda têm pouco aproveitamento dos benefícios da nuvem, principalmente em relação à escalabilidade e disponibilidade da tecnologia. Ou seja, quando o assunto é gestão na nuvem, o brasileiro ainda tem muito chão até desenvolver todo seu potencial. Agora que ficou claro que a computação em nuvem veio para ficar e ainda poderá causar muita disrupção no mercado, vamos entender como esta tecnologia chegou no Brasil e quais os principais erros em cloud computing que atingem muitas empresas até hoje.  O início da computação em nuvem no Brasil Segundo o iMonitorIT – Estudo do mercado Brasileiro de TI, a popularização da migração de negócios para a nuvem começou em meados de 2016. Naquela época, empresas desenvolvedoras de software começaram a mudar seus sistemas para um novo formato, SaaS. Enquanto isso, as empresas de hardware incluíram em suas ofertas serviços em cloud.  O estudo ainda diz que, apesar de muitas empresas começarem a considerar a migração para a computação em nuvem em 2016 e esta estratégia começar a ficar mais comum no Brasil, tudo ainda era novo, e a aceleração da adoção só começou a crescer realmente em 2018. Mas quem pensa que o início da computação em nuvem aconteceu na mesma época em todos os lugares, está muito enganado. Acompanhe a história da computação em nuvem a seguir.  O início da computação em nuvem De acordo com esta publicação da IBM, os conceitos de nuvem existem há muitos anos. Na década de 1950 vários usuários eram capazes de acessar um computador central por meio de terminais cuja única função era fornecer acesso ao mainframe.  O que acontecia é que os custos de compra e manutenção de computadores mainframe eram exorbitantes, e por isso era impossível comprar e manter um para cada funcionário. Além disso, os usuários não precisavam de uma grande capacidade de armazenamento e poder de processamento, o que tornava desnecessária a aquisição de muitos mainframes. A melhor solução da época era fornecer acesso compartilhado a um único recurso. Mais tarde, em 1970, as máquinas virtuais foram criadas. O sistema operacional da máquina virtual levou o mainframe de acesso compartilhado dos anos 1950 para o próximo nível, permitindo que vários ambientes de computação distintos residirem em um ambiente físico. A virtualização veio para impulsionar a tecnologia e foi um importante catalisador na evolução da comunicação e da informação. Já na década de 1990, as empresas de telecomunicações começaram a oferecer conexões de rede privada virtualizada. Estas conexões tinham a mesma qualidade de seus serviços dedicados, porém a um custo reduzido.  Em vez de construir uma infraestrutura física para permitir que mais usuários tivessem suas próprias conexões, as empresas de telecomunicações forneciam aos usuários acesso compartilhado à mesma infraestrutura física. Mais parecido com a relação entre provedores de nuvem e usuários, não é mesmo? E o que podemos esperar do futuro da nuvem?  Em sua publicação Gartner predicts the future of cloud computing and Edge Infrastructure, o Gartner afirma que, num futuro próximo, gestores e líderes de TI precisam planejar uma estratégia de nuvem coesa, expansiva e segura. Além disso, apenas as empresas que elaborarem um planejamento eficiente e meticuloso realmente poderão colher os frutos prometidos desta tecnologia. A publicação aponta duas tendências que deverão ser observadas nos próximos anos: aumento dos investimentos em segurança cibernética, sobretudo em relação ao uso de dispositivos móveis e IoT, e a aceleração de projetos em nuvem durante e no pós-pandemia. Vamos abordar estas duas questões agora. A importância da segurança móvel Conforme o tempo passa e o número de dispositivos móveis e IoT cresce – aproximadamente o dobro de unidades a

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Saas

SaaS: tudo o que você precisa saber sobre Software as a Service

SaaS, em inglês software as a service ou software como serviço, é um modelo de entrega e distribuição de software, em que o programa é disponibilizado através da Internet, ou seja, como um serviço. Dessa forma, os usuários não precisam baixar o software para executá-lo localmente em seus PCs; eles podem simplesmente acessá-lo por meio de um navegador da web. Isso abre um mundo de possibilidades para as empresas aumentarem e acelerar seu tempo de entrada no mercado. Portanto, não é surpreendente que o SaaS tenha se popularizado mais rápido que os vídeos de gatos no Youtube. Nas últimas projeções do Gartner sobre a receita do serviço de nuvem pública, o SaaS continua a representar o maior mercado de nuvem, com expectativa de atingir US$143,7 bilhões em 2022. E o motivo é simples: SaaS é uma opção econômica e prática para todos os tipos de negócios, especialmente em uma era em que as necessidades digitais e as expectativas dos clientes mudam a todo instante e a entrega a partir da nuvem permite agilidade para responder rapidamente. Como resposta a isto, atualmente mais 38% das empresas trabalham quase inteiramente em SaaS. O SaaS oferece uma oportunidade de negócios incrível. A adoção do modelo de software como serviço continua crescendo rapidamente. No entanto, com alta demanda e competição, é preciso entender qual é a dinâmica do mercado e o que deve ser feito para se destacar, fornecendo soluções exclusivas e imenso valor para os usuários. À medida que você continua a explorar o SaaS e faz sua introdução nesta indústria multibilionária, lembre-se de manter essas metas no centro de sua oferta. No entanto, embora SaaS seja muito popular, ainda existem preocupações, riscos e equívocos. Principalmente porque esse tipo de serviço em nuvem implica em contar com uma fonte externa para armazenamento de dados e as funções e recursos disponíveis fornecidos pela solução. Neste artigo, você entenderá os benefícios e riscos das soluções SaaS, mas também vamos discutir opções para aproveitar ao máximo todas as vantagens desse modelo de software sob serviço. Antes de entrar em detalhes, ainda existe muita confusão na indústria sobre os diferentes modelos de serviço em nuvem. Eles podem ser plataforma como serviço, software como serviço e infraestrutura como serviço. Portanto, para garantir que estamos todos na mesma página, vamos primeiro passear pela nuvem. O que é Software as a Service (SaaS)? Software como serviço (SaaS) é um modelo de entrega de software licenciado por assinatura e hospedado centralmente. O fornecedor fornece uma única cópia projetada especificamente para distribuição SaaS, na maioria das vezes em uma arquitetura multi tenant, para todos os clientes. Dessa forma, o código-fonte é o mesmo para todos os usuários finais e, quando novos recursos são adicionados, eles ficam automaticamente disponíveis para todos os clientes. Exemplos de SaaS são Sales Force, Pipedrive, RD Station, ContaAzul etc. Tudo isto é muito diferente de infraestrutura como serviço (IaaS) ou plataforma como serviço (PaaS). IaaS é pré-pago para serviços como servidores, armazenamento, rede e sistemas operacionais. Dependendo de qual modelo de contratação foi escolhido, podem existir diferentes modelos de cobrança, por exemplo, pelos servidores utilizados, pela quantidade de dados de armazenamento ou até mesmo pelos dados trafegados. PaaS, como o nome revela, é um provedor de plataforma que fornece as ferramentas para criar, modificar e gerenciar softwares ou aplicações. O time de devs da sua empresa tem uma infraestrutura completa à disposição. Para simplificar, podemos colocar da seguinte forma: SaaS é destinado aos usuários finais; PaaS é destinada aos desenvolvedores de software; IaaS é destinada aos administradores de TI. Todos eles são camadas da adaptação do mercado aos serviços em nuvem, mas não devem ser confundidos. Quais são os benefícios do SaaS? O maior benefício de usar softwares SaaS é que você não precisa instalar e executar aplicativos em seus dispositivos, como faz com soluções locais. Dessa forma, você pode cortar custos iniciais relacionados à aquisição e manutenção de hardware. Além disso, o provedor de SaaS gerencia tudo relacionado à segurança, disponibilidade e desempenho, ajudando assim a reduzir os custos associados ao licenciamento, instalação e suporte de software. Aqui estão mais algumas vantagens do SaaS: Flexibilidade de pagamento O SaaS é um modelo de assinatura com pagamento conforme o uso. Os clientes podem gerenciar melhor seus orçamentos porque podem escolher o melhor licenciamento que se adapta às suas necessidades e fazer os pagamentos de acordo. Os modelos SaaS também oferecem a flexibilidade de rescindir o contrato a qualquer momento, eliminando os custos recorrentes. Escalabilidade Os clientes sempre podem revisitar seu modelo de licenciamento e acessar mais ou menos serviços, dependendo de suas necessidades de negócios naquele momento. Upgrades mais simples Com SaaS, os departamentos de TI não precisam se preocupar com upgrades dolorosos. O provedor cuida disso para eles. Os usuários sempre têm acesso à versão mais recente do serviço. Quando o SaaS é fornecido a partir de uma arquitetura multi tenant, o provedor de software também se beneficia, porque novas atualizações e upgrades estão automaticamente disponíveis para todos os usuários em todas as empresas que o assinam. Acessibilidade Os clientes podem acessar o SaaS em qualquer lugar e a qualquer momento, desde que tenham uma conexão com a Internet e um navegador da web. Personalização fácil Apesar da arquitetura multi tenant, a maioria dos aplicativos SaaS pode ser facilmente personalizada para atender às necessidades de negócios de cada cliente. Essas personalizações não afetam a infraestrutura comum e são sempre preservadas quando uma atualização é realizada. O que é uma empresa SaaS? Uma empresa SaaS é um tipo de negócio que se concentra na criação, desenvolvimento, hospedagem e manutenção de um produto ou produtos de Software como um Serviço proprietário. Os principais benefícios de administrar uma empresa de SaaS incluem acesso instantâneo a um mercado global irrestrito e a capacidade de escalar sem ter que aumentar o custo de entrega do produto proporcionalmente. Uma empresa SaaS típica desenvolve e mantém seu produto. Grande parte de suas operações, no entanto, também gira em torno de vendas, marketing e

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