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Telegram X Fake News: Quais os perigos e como se proteger

Recentemente o Telegram apresentou um número significativo em relação a sua instalação em dispositivos celulares nacionais, cerca de 60% dos celulares têm o aplicativo instalado. Mas embora esteja no auge de sua fama o aplicativo corre alguns riscos, até mesmo a suspensão no país. Após o avanço do aplicativo nas redes e a chegada das eleições, consequentemente a segurança de entregar conteúdos coerentes e que condizem fielmente com as campanhas eleitorais foi algo abordado pelas autoridades. O Telegram sendo uma plataforma com grande alcance desse conteúdo, foi alvo de críticas por não terem um posicionamento em relação a publicações que violam as regras sobre a propagação de informações enganosas ou duvidosas, as conhecidas FAKE NEWS. Visto este cenário, buscar por alternativas que controlem a instalação e uso desses aplicativos é o ideal. Como se proteger Você sabia que a Navita pode ser um grande aliado para que isso não aconteça? Além de possibilitar o bloqueio dos aplicativos e sites que não condizem com seu ambiente corporativo, sabemos que essa situação também pode estar atrelada a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), tendo em vista que divulgação de dados funcionários não autorizados podem acarretar em multas chegando a R$ 50 milhões e, inclusive, processos trabalhistas em determinado momento, sendo de extrema importância que as empresas coloquem como objetivo ações que visem diminuir esse índice. 

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77% das empresas não dimensionam pacotes de dados e perdem dinheiro

Dispositivos móveis precisam de pacote de dados para realizar plenamente suas atividades de campo. Diversos pacotes de dados de diferentes valores e capacidades são amplamente ofertados pelas operadoras e é comum vermos pacotes bônus que oferecem o dobro da capacidade de comunicação pelo mesmo valor. O dimensionamento correto desses pacotes é fundamental para uma operação saudável. Aplicativos de e-mail, mensagem e vídeo conferência sãos os mais utilizados, seguidos de aplicativos internos específicos como aplicativos de vendas, de controles internos e produtividade. São poucos os usuários de marketing, mídias sociais, etc que precisam de grandes pacotes para streaming e/ou grandes downloads. Mas você sabe como dimensionar? As tarefas mais utilizadas nem sempre as que mais gastam dados, ou seja, seu negócio pode estar usando o seu investimento financeiro de forma errada. A percepção pode ser que envio de e-mails ou baixar aplicativos podem ocupar muito sua banda, mas a realidade é diferente. Aqui listamos uma média de gastos por atividades habituais. enviar um e-mail de texto: 5 KB; enviar uma mensagem de texto por WhatsApp: 5 KB; curtir, publicar ou visualizar texto no Facebook: 5 KB; acessar uma página de website: 300 KB; compartilhar uma foto no Instagram: 350 KB; enviar um e-mail com anexo: 350 KB; assistir 1 minuto de vídeo no YouTube: 2 MB; ouvir 5 minutos de música em streaming: 13 MB; baixar um aplicativo: 15 MB assistir a um episódio de 10 minutos no Netflix: 100MB. E o que isso significa? Não é uma das tarefas mais fáceis dimensionar e acompanhar os gastos, por isso apenas 23% dos pacotes contratados estão bem dimensionados nesse cenário e 28% dos pacotes contratados disponibilizam mais de 20gb. Entender a utilização e monitorar os aplicativos é fundamental para suprir a necessidade corporativa. Bloquear aplicativos não necessários para o desempenho das atividades laborais e acompanhar os horários de consumo dos dados podem gerar boas surpresas e economias!

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Qual o impacto do IPCA no orçamento de TI

IPCA chega à 10%. Saiba como reduzir custos com os contratos

As empresas que desejam se manter competitivas, mesmo com aumentos do IPCA, tendo orçamentos de TI adequados, precisam superar os desafios de modernização da infraestrutura de tecnologia da informação (TI). Para crescer, o único caminho possível é investir continuamente em ferramentas inovadoras, avançando nas etapas da transformação digital. Contudo, esses investimentos podem se tornar mais difíceis diante dos altos custos com despesas fixas, incluindo os custos com contratos de telecom. É necessário consideramos, que os reajustes serão feitos anualmente. Segundo análise da Navita, plataforma de gestão de despesas de TI, 45% dos contratos de TI estão indexados por IPCA, ante 34% em IGP-DI, 13% IGP-M e 8% outros índices. Ou seja, é inevitável: os diferentes indicadores de mercado impactam no orçamento de TI, podendo limitar a margem de novos investimentos e melhorias. Contudo, neste artigo, apresentaremos os índices que o gestor de TI  deve acompanhar. Uma vez, que eles influenciam o custo total das despesas com os contratos de serviços do setor. Continue lendo o artigo e saiba mais! O impacto do IPCA no orçamento de TI Para gerenciar com sucesso os recursos e as finanças do setor de tecnologia, o gestor de TI precisa conhecer os indicadores que impactam no custo das despesas e investimentos da gestão de TI. Na prática, muitas vezes, os líderes se deparam com os gastos excessivos que tendem a comprometer as finanças empresariais. Em contrapartida, a falta de investimentos também não é admissível, uma vez que impede e dificulta o crescimento e o avanço da organização.  Sendo assim, os gestores de TI precisam saber como equilibrar os recursos para despesas e investimentos em novas tecnologias, viabilizando a modernização da infraestrutura e a execução dos projetos de digitalização do negócio. A seguir, listamos os índices que variam conforme a movimentação do mercado financeiro e, por isso, podem impactar na gestão e no orçamento de TI. Investimentos em TI: o que esperar para 2022 e qual o impacto dos indicadores financeiros De acordo com dados do Gartner, os gastos corporativos com TI devem chegar a US$ 4,5 trilhões em 2022. O número indica um crescimento de 5,5% em relação a 2021, que tem projeção para movimentar US$ 4,2 trilhões.  Na visão de John-David Lovelock, vice-presidente de Pesquisa do Gartner, “o que mudou em 2020 e 2021 não foi realmente a tecnologia em si, mas a vontade e o desejo das pessoas em adotá-la e usá-la de maneiras diferentes”.  Segundo ele, a expectativa para o próximo ano é que os CIOs se preocupem em “reconfigurar o modo como os processos são feitos, adotando a composição de negócios e as tecnologias que acomodam fluxos de trabalho assíncronos”. Contudo, sabemos que para dar conta de todos esses desafios, a área de TI precisa criar e manter uma boa infraestrutura. Para tanto, ter uma gestão eficaz, focada no acompanhamento dos indicadores de mercado e nas oscilações da economia, é fundamental. Isso porque tais índices orientam e definem, de maneira expressiva, a atualização dos custos de serviços de TI. Dessa forma, as decisões relacionadas às aquisições de equipamentos e softwares, por exemplo, são tomadas tendo como base o custo total da operação do setor, considerando a inflação e os ajustes de índices como IPCA, IGPM e IST. Com essa visão, os gestores podem analisar, por exemplo, se esse é, de fato, o melhor momento para dar continuidade aos projetos que requerem investimentos altos, como compra de hardware.  As empresas que constroem um planejamento de TI sólido e completo, acompanhando as variáveis de mercado, como índice IPCA e IGPM, conseguem realizar investimentos bem direcionados. Com essa abordagem, elas se tornam menos vulneráveis a problemas pontuais que poderiam impactar o setor financeiro de forma negativa. Na prática, quando o gestor de TI analisa o cenário econômico, a inflação e os indicadores de mercado, ele tem condições de planejar os investimentos de maneira detalhada e consistente. Assim, ele garante para a empresa ganho de capacidade produtiva, aumento na lucratividade e conquista de diferenciais competitivos relevantes no mercado. O que é o IPCA e qual seu impacto É importante o conceito de IPCA ser compreendido que, aliás é mais simples do que parece, para ter melhor entendimento em como o índice irá impactar nos orçamentos de TI. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é o principal indicador que proporciona a medição da taxa de inflação (ou deflação) dos produtos e serviços consumidos no País. Em outras palavras, o IPCA é o índice oficial da variação de preços do varejo relacionados aos produtos consumidos pelas famílias com renda entre 1 e 40 salários mínimos. Esse grupo representa cerca de 90% dos consumidores brasileiros que vivem em áreas urbanas no Brasil. O cálculo do IPCA é feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) desde 1979, tomando como base a variação de preço de um conjunto de mais de 400 produtos e serviços. Para compor o IPCA, o IBGE pesquisa várias categorias de produtos: Alimentação; Habitação; Vestuário; Transportes; Despesas pessoais; Educação; Comunicação; Entre outras. Para fins de cálculo do IPCA, o IBGE coleta os preços dos itens consumidos mensalmente, levando em conta o peso de cada categoria no orçamento das famílias brasileiras. Com esse acompanhamento, é possível entender se os preços aumentaram, gerando uma taxa de inflação, ou diminuíram, resultando em deflação.  Afinal, como anda o índice IPCA?  Em uma das análises mais recentes, o Ministério da Economia revisou para cima sua projeção para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2021.  Segundo a nova grade de parâmetros macroeconômicos do órgão, a estimativa para a alta de preços neste ano saltou de 7,90% para 9,70%. Já para 2022, a projeção avançou da casa de 3,75% para 4,70%. De olho no futuro, a Secretaria de Política Econômica (SPE) apresentou, inclusive, uma avaliação prévia para os anos seguintes. Para 2023, a meta do IPCA é 3,25% e 3,0% de 2024 em diante. Os dados do relatório Focus de Dezembro apresentam uma estimativa de acúmulo de alta do IPCA de

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Tecnologia e inovação Gartner

O que é Gartner? Saiba sua importância no mundo corporativo!

O mundo da tecnologia é imparável, inabalável e acelerado. As inovações acontecem de forma ininterrupta, portanto, para conseguir acompanhar o movimento do mercado, é preciso ter uma “bússola” para se guiar. Dentro do universo tecnológico, o nome dado a essa bússola é Gartner. Não é nenhum tipo de equipamento ou software, é evidente, mas sua atuação é tão importante e relevante quanto a mais útil das ferramentas.  Se você faz parte do mundo tecnológico e sabe o que é Gartner, então de fato, você está muito bem engajado em seu ramo. Do contrário, fique tranquilo, este post foi preparado exatamente para você. Confira!  O que é o Gartner? O Gartner nada mais é do que uma empresa de TI, mas, não uma empresa comum, afinal, seu objetivo é servir de norte para as outras empresas de tecnologia presentes no mundo todo.  Dentre as suas participações, destacam-se as pesquisas, consultorias, eventos e as prospecções que envolvem o mercado de TI.  Além de trazer estudos muito ricos em informações a respeito dos caminhos da tecnologia no mundo, o Gartner também certifica as companhias de tecnologia, para que elas possam mostrar ao mercado seus valores como empresas.  Já deu para perceber o quanto o Gartner é importante para o meio tecnológico, não é? Mas, não para por aí! Você vai conhecer agora um pouco mais sobre essa empresa e o que ela pode fazer para o seu negócio!  Para que serve o Gartner? Qual sua origem? A história do Gartner teve início em 1979, criada por Gideon Gartner (1935-2020), um empreendedor e filantropo, conhecido por ser um patriarca da indústria de TI. Ideais que foram levados adiante com a fundação do Gartner Group. O objetivo do Gartner sempre foi trazer o conhecimento da tecnologia disruptiva para as empresas que querem abraçar a inovação, e que observam nela, a chance real de um progresso sustentável.  Esse ideal segue presente nos dias atuais, com a sua consultoria especializada, que possui aproximadamente 10 mil clientes no mundo todo e que são atendidos por mais de 4 mil consultores. O Gartner está na linha de frente na realização de estudos avançados de mercado, que apresentam para o mundo, as tendências tecnológicas para o futuro próximo. Uma outra importante frente da empresa é a da certificação das companhias de TI. Estudos de mercado O Gartner é muito famoso pelos seus estudos de mercado que demonstram os impactos das novas tecnologias no mundo corporativo. Entretanto, existe um estudo que se destaca dentre os demais, ele é chamado de Cool Vendors (Vendedores Legais).  O estudo foi iniciado em 2013 e desde então, é apresentado no início de cada ano, no mês de janeiro. O estudo elege as empresas que se destacaram pela utilização de tecnologias inovadoras.  Esses Cool Vendors precisam se destacar por conta da utilização de tecnologias que compõem um tripé fundamental para a classificação. 1 – Inovadoras: Tecnologias que criam o que antes não era possível; 2 – Impactantes: São aquelas que após serem implantadas, tiveram impacto direto na maximização dos lucros;  3 – Intrigantes: São as que já são vistas como promissoras pelo Gartner desde o ano anterior.  A importância do Gartner para o mundo da tecnologia Como você pode perceber, o Gartner é como uma bússola para o mercado de TI, demonstrando para as empresas o cenário da tecnologia global.  As empresas de TI podem e devem acompanhar os trabalhos do Gartner porque, assim, elas poderão se localizar dentro do mercado, conhecerão as tecnologias mais impactantes e terão o respaldo necessário para dar grandes passos.  Com base no relatório Cool Vendors, o Gartner classifica as empresas dentro de um “Quadrante Mágico”, apresentando quais são os pontos fortes (e a melhorar) das empresas mais ativas no mercado.  Esse quadrante é uma peça chave para que as empresas possam acompanhar o andamento do mercado, se equiparando às organizações que atuam em um nicho semelhante.  O Quadrante Mágico é constituído pelos seguintes pontos:  1 – Líderes: As principais companhias do mercado, são aquelas que já atuam com o que há de mais inovador e ditam as tendências; 2 – Desafiadores: São aquelas que ainda não são consideradas líderes, entretanto, sempre abraçam o que é novo e possuem facilidade em lidar com a inovação; 3 – Visionários: Atuam diretamente com pesquisa e desenvolvimento, mas ainda não possuem grandes mudanças em suas infraestruturas;  4 – Concorrentes de nicho: Empresas que fazem o básico do que se dispõem a fazer, sem necessariamente buscar ir além, com tecnologias disruptivas.  Abraçando o novo Não há dúvidas, o Gartner é mesmo um divisor de águas dentro do mercado tecnológico. Além de atuar como a principal referência do mercado, a empresa também pode certificar aquelas que buscam se adequar ao novo.  O mercado evolui de uma forma incrivelmente rápida, as empresas que hoje não buscam abraçar a inovação com certeza ficarão para trás em pouquíssimo tempo.  A certificação Gartner é uma referência de peso para qualquer empresa que a possuir. É um diferencial de mercado que apresenta aos clientes o quanto aquela organização está empenhada em fazer o novo, em buscar ir sempre além.  De uma forma rápida, é possível dizer que: as empresas que acompanham os rumos do Gartner são aquelas que irão se destacar e prosperar, já as que buscam fazer mais do mesmo, certamente, muito em breve, não mais o farão.  Acompanhe a inovação Agora que você entendeu em detalhes o que é e para que serve o Gartner, não há a menor dúvida de que sua mente se abriu para as possibilidades de abraçar a inovação!  Assim como o Gartner, a Navita tem como objetivo levar até você o conhecimento da tecnologia para fazer com que seus negócios possam crescer por meio da adoção de ferramentas disruptivas e de grande potencial.  Continue acompanhando o blog da Navita e fique por dentro das principais dicas e novidades a respeito das inovações do mundo da tecnologia corporativa. 

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Inovação digital na saúde: saiba tudo sobre o tema e como a Navita pode ajudar

Cada vez mais, o desafio da digitalização dos negócios se intensifica em todos os setores. Com o avanço da tecnologia, a inovação digital na saúde é uma das prioridades das clínicas e hospitais. Contudo, essa estratégia precisa ser muito bem elaborada e conduzida.  Com os avanços nas tecnologias móveis e o amplo uso desses dispositivos, a inovação digital na saúde precisa ser orientada pelas melhores práticas de mercado. Uma das preocupações é atender às exigências e diretrizes de privacidade e segurança de forma eficaz.  Neste cenário, são vários os fatores que têm impulsionado a digitalização dos processos na saúde. Os dispositivos móveis como meio preferido de acesso à internet, a necessidade da gestão de dados corporativos, a pressão contínua para reduzir custos e a tendência crescente de BYOD (Bring Your Own Device) são apenas algumas das tendências que estão potencializando o crescimento do mercado. De acordo com o estudo Enterprise Mobility in Healthcare – Growth, Trends, and Forecast (2020 – 2025), a mobilidade empresarial no mercado de saúde foi avaliada em US$ 607,6 milhões em 2019, e está estimada em US$ 1.159,3 milhão até 2025. Sendo assim, a taxa de crescimento anual composta (CAGR) está estimada em 11,37% no período 2020-2025. A verdade é que a digitalização na saúde é uma estratégia prioritária para organizações que desejam se destacar e crescer, oferecendo o melhor atendimento aos pacientes.   Neste post, apresentamos um conteúdo completo sobre inovação digital, mostrando como a Navita pode oferecer suporte neste desafio. Continue lendo o artigo! A necessidade da inovação digital na saúde e os desafios do momento No cenário atual, os provedores de saúde conduzem seus negócios do dia a dia com dispositivos móveis ou acessando serviços em nuvem. A mudança nos negócios em direção à mobilidade empresarial resultou no aumento da produtividade dos funcionários, já que eles usam seus próprios dispositivos. Na prática, os smartphones permitem avaliações rápidas e fáceis de pacientes devido à presença de diferentes tipos de sensores embutidos. Por exemplo, os provedores de saúde podem acessar os dados dos smartphones dos pacientes com aplicativos de saúde para medir a frequência cardíaca, pressão arterial, níveis de glicose e muito mais. Além disso, os aplicativos móveis de saúde eliminam a necessidade de visitar um médico durante o período da doença. Com a inovação digital na saúde e o uso de soluções EMM (Enterprise Mobility Management, em português Gerenciamento de Mobilidade Empresarial ), os estabelecimentos de saúde podem oferecer uma maneira conveniente de acessar o atendimento remotamente por meio de bate-papo, mensagens e videochamada.  Além disso, outras ferramentas têm sido fundamentais para a digitalização na saúde. Aplicativos móveis, dispositivos IoT, dispositivos vestíveis usam APIs para interagir com outros aplicativos e sistemas são algumas delas. Com integração orientada por API em tempo real, é possível desenvolver aplicativos que monitoram localização, velocidade e outros parâmetros em movimento. A integração de aplicativos em tempo real ajuda não apenas o fluxo de dados entre aplicativos, mas também a sincronização de dados em várias plataformas, como PCs, laptops e outros dispositivos portáteis. Essa é uma tendência crescente. A Cisco estima que 500 bilhões de dispositivos devem estar conectados à Internet até 2030. Neste contexto, com o avanço da tecnologia, são vários os desafios que as organizações enfrentam atualmente na inovação digital na saúde. Veja alguns deles:   Aprimoramento e agilidade no processo de tomada de decisão; Maior produtividade dos colaboradores; Melhor controle dos processos e maior precisão dos dados; Economia de tempo e custos. Para vencer todos esses desafios, a inovação digital na saúde é a chave. Dessa maneira, é possível otimizar continuamente os processos e atender às novas demandas que surgem a cada dia, melhorando a experiência do usuário. Sendo assim, a estratégia de gestão da tecnologia da informação deve contemplar algumas ações e serviços essenciais, como: Gestão dos dispositivos móveis (tablets, smartphones ou laptops); Gerenciamento de aplicativos; Gestão de dados; Estratégias de segurança em TI; Suporte remoto para auxiliar os profissionais na execução das tarefas. Todos esses serviços são fornecidos como parte das soluções de gerenciamento de mobilidade empresarial. Ou seja, para a inovação digital na saúde contar com um parceiro especialista neste tipo de estratégia pode fazer toda a diferença. Como a digitalização está mudando o setor da saúde? Com o avanço da pandemia do novo coronavírus e a necessidade de isolamento social como medida de prevenção, a estratégia de inovação digital na saúde foi acelerada. Especialmente no momento atual, o setor é um dos mais importantes do mundo e, por isso, requer o uso das melhores e mais eficientes ferramentas.  Neste contexto, a tecnologia e os dispositivos móveis têm um papel importante. Isso porque, em alguns pontos, ela pode prover a informação de forma mais rápida em um momento de urgência, com uma quantidade de erros menor.  Porém, para aproveitar todas as vantagens e benefícios da inovação digital na saúde, alguns aspectos precisam ser melhorados. Veja alguns deles:  Armazenamento seguro dos dados: hoje muitas informações são armazenadas em papéis, aumentando os riscos de vazamento e perda da informação de dados pessoais e médicos; Proteção extra para dispositivos móveis: com a inovação digital na saúde, muitos estabelecimentos já implementaram o prontuário médico digital. Contudo, é preciso garantir a segurança desses dados com uma camada de gestão e segurança para evitar o acesso de pessoas não autorizadas. A atualização e disponibilidade desses aplicativos são críticas: por isso, precisam ser gerenciadas de maneira centralizada e com políticas predefinidas; Manter conformidade com as regulamentações do setor: os estabelecimentos de saúde têm o desafio de atender às diretrizes definidas em lei sobre a confidencialidade, segurança e privacidade dos dados dos pacientes. Nos Estados Unidos, por exemplo, a HIPAA (Health Insurance Portability and Accountability Act) foi uma legislação construída para proteger a privacidade individual estabelecendo padrões na indústria americana para manter a informação de saúde do paciente e registros médicos. De outro modo, as clínicas e hospitais também precisam atender às exigências da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Padronização de acompanhamento: a equipe médica usa smartphones e tablets de maneiras

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Licença de softwares

Quais os tipos de licença de softwares? Conheça elas aqui!

Quais os tipos de licença de softwares? Conheça elas aqui! Você provavelmente já sabe que qualquer programa para computador tem sua licença de uso. Mas, você conhece os tipos de licença de software? Uma licença é a autorização (ou restrição) de determinadas ações de uso, definidas pelo desenvolvedor do sistema. As licenças podem ser gratuitas, mas, quando falamos em recursos digitais para empresas, normalmente são disponibilizadas ao usuário mediante pagamento. O licenciamento tem regras definidas pelo desenvolvedor e é preciso que o gestor conheça suas limitações e aplicações. O que se pode ou não fazer utilizando o programa contratado? São questões que devem ser consideradas antes de optar pelo serviço. Em pesquisa recente, a consultoria norte-americana Gartner levantou que, até o fim de 2019, o custo anual de licenças de softwares corporativos será reduzido em até 30%. Essa é a hora é perfeita para apostar nessa solução. Para ajudar você a escolher entre os tipos de licença de softwares, listamos os principais. Acompanhe!   O que é uma licença de software? O licenciamento é um documento contratual usado por desenvolvedores de programas digitais. Ele serve para definir se o aplicativo tem domínio público ou se está bloqueado por copyright, além de determinar como pode ser utilizado o código-fonte. Apesar dos vários tipos de licença de softwares, o princípio é semelhante: o licenciamento cede ou limita o direito ao uso de determinado programa ao consumidor final, que pode ser uma organização, uma entidade do governo ou até uma pessoa que fará uso doméstico. As regras são estabelecidas no contrato da aplicação, definindo como serão tratadas as cópias e as modificações no código do programa, além de possíveis penalidades em caso de descumprimento dos termos citados. As licenças ainda servem para traçar o suporte ao usuário, tratar das políticas de atualização e da lista de serviços prestados. Quais os tipos de licença de softwares disponíveis? Ao escolher um software para seu negócio, o gestor pode optar por um dos vários tipos de licença de softwares. Para uma decisão adequada, listamos os principais modelos que estão à disposição no mercado, citando as características de cada um. End User License Agreement (EULA) EULA é a sigla para End User License Agreement, nome dado ao tipo de contrato que abrange a maior parte dos sistemas vendidos no mercado atualmente. Uma possível tradução para esse tipo de licença é “acordo de licença com o usuário final“. Esse acordo serve para limitar a redistribuição e as modificações no sistema, impondo regras ao suporte e dando garantias ao usuário e também à empresa desenvolvedora do programa. Normalmente, o EULA aparece na instalação, solicitando que o usuário que está realizando o processo aceite os termos do contrato. Alguns desenvolvedores incluem no texto artigos para se isentar ou reduzir algumas responsabilidades caso o software interfira no funcionamento da máquina em que será armazenado. A EULA também delimita as punições e ações legais tomadas em relação ao usuário que desrespeitar algum dos termos expostos no texto. Software proprietário Quando a licença é do tipo de software proprietário, qualquer cópia, redistribuição ou alteração é proibida. Caso descumpridos os termos impostos no contrato aceito pelo usuário, a desenvolvedora pode tomar medidas judiciais. Para contornar as limitações, é preciso contatar o desenvolvedor e solicitar novas permissões, ou adquirir licenças que incluam mais funcionalidades. O modelo de software proprietário é aplicado por alguns dos principais programas utilizados diariamente nas empresas, como Photoshop, Windows, Microsoft Office, Mac OS, entre outros. Software livre Oposto ao modelo anterior, esse tipo de software refere-se ao programa que pode ser usado, copiado, alterado e repassado sem restrições pelos usuários. Ele não se difere completamente do software comercial, e também não impõe ao usuário que suas modificações sejam regidas pelo modelo de GNU GPL, que será explicado adiante. Software comercial Esse tipo de licença de software é desenvolvida com fins lucrativos. No entanto, os programas do tipo comercial não são idênticos ao do tipo proprietário. Existem softwares comerciais que também são softwares livres. Código aberto A diferença desse software — chamado em inglês de open source — para o software livre está no discurso. O termo software livre serve para questões éticas, enquanto o código aberto é somente técnico, sem levar em consideração os aspectos éticos. GNU General Public License (GNU GPL) No Brasil, a licença se popularizou pela alcunha de licença de uso geral. É o principal modelo de licenciamento de código aberto, assegurando ao usuário o direito de rodar o sistema em suas máquinas, estudar e modificar o código-fonte e redistribuir o programa. Todo trabalho desenvolvido sob um código GNU GPL pode ser compartilhado livremente. Uma cláusula nesse tipo de software determina que o usuário pode optar por manter o licenciamento original ou optar para novas versões do mesmo, caso tenham sido lançadas. Software gratuito Conhecido como freeware, esse é um programa cuja utilização não exige o pagamento de licenças. O utilizador, ainda assim, deve aceitar um contrato, em que podem ser impostas limitações, como restrições do ambiente de uso. Ser freeware não significa que a aplicação possa ser utilizada indiscriminadamente. Qual o risco de utilizar softwares não licenciados? Abrir mão da contratação de um software ou “burlar” o contrato, baixando a aplicação de maneira ilegal, pode sair muito mais caro. Para começar, os dados do usuário se tornam vulneráveis, especialmente por conta do phishing (roubo de dados comum em softwares piratas). Com esse rombo na segurança, suas informações sigilosas podem ser acessadas por usuários maliciosos, facilitando práticas criminosas. A exposição aos vírus e malwares está no pacote, o que pode causar danos irreparáveis às suas informações e gerar prejuízos gravíssimos. As instabilidades são outro problema em programas pirateados. Elas se tornam ainda mais prejudiciais pela ausência de suporte técnico, que é um benefício de que apenas os usuários regularizados podem usufruir. Além das exposições a esses inúmeros riscos, a credibilidade da empresa fica comprometida. Seus processos podem sofrer danos e atrasos que prejudicarão a relação com seu consumidor. E a gestão de software? Não se esqueça de que, além de pagar pela licença do software, é importante gerenciar o

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Tecnologia 5G

5G: tudo o que você precisa saber sobre a tecnologia

5G: tudo o que você precisa saber sobre a tecnologia O futuro depende da conectividade. De inteligência artificial (IA) e carros autônomos ao 5G e telemedicina, uma mistura de realidade com tecnologias ainda não sonhadas. E todas as tecnologias que esperamos que tornem nossas vidas mais fáceis, seguras e saudáveis ​​exigirão conexões de internet de alta velocidade sempre ativas. Para acompanhar a explosão de novos dispositivos e veículos conectados, sem mencionar o crescimento do streaming de vídeo, a indústria introduziu algo chamado 5G – que recebeu esse nome porque é a quinta geração de tecnologia de rede sem fio. Conheça, neste post, tudo sobre esta nova tecnologia. A evolução de 1G para 5G A primeira geração de redes sem fio móveis, construída no final dos anos 1970 e 1980, era analógica. A voz era transmitida por ondas de rádio não criptografadas e qualquer pessoa podia ouvir conversas usando componentes prontos para uso.  A segunda geração, construída na década de 1990, era digital – o que tornou possível criptografar chamadas, fazer uso mais eficiente do espectro sem fio e entregar transferências de dados no mesmo nível da Internet discada ou, posteriormente, dos primeiros serviços DSL.  A terceira geração deu às redes digitais um aumento de largura de banda e iniciou a revolução dos smartphones. As primeiras redes 3G foram construídas no início dos anos 2000, mas demoraram a se espalhar. É fácil esquecer que, quando o iPhone original foi lançado em 2007, ele nem mesmo suportava velocidades 3G, muito menos 4G. Na época, a finlandesa Nokia ainda era a maior fabricante de aparelhos do mundo, em grande parte graças à liderança da Europa na implantação e adoção de 2G. Enquanto isso, o Japão estava bem à frente dos EUA em cobertura 3G e uso de internet móvel. Mas não muito depois que os primeiros iPhones com capacidade 3G foram lançados, em 2008, a era dos aplicativos começou de verdade. A Apple lançou a App Store e os primeiros telefones usando o sistema operacional Android, do Google, começaram a ser vendidos.  Logo os smartphones, antes vistos como itens de luxo, passaram a ser considerados necessidades. À medida que a Apple e o Google popularizaram os gadgets, o Facebook deu às pessoas um motivo para ficarem grudadas em seus dispositivos.  Impulsionados pela Apple, Google e aplicativos como o Facebook, os Estados Unidos lideraram a mudança para 4G, levando a um enorme crescimento de empregos e inovação à medida que as operadoras expandiram e atualizaram suas redes. Entenda a tecnologia utilizada em uma rede móvel A verdadeira inteligência por trás dos smartphones é a rede móvel que os mantém conectados. Todas as redes móveis, independente da geração de tecnologia, usam os mesmos princípios básicos de funcionamento. As redes móveis consistem em três partes. Em primeiro lugar, temos a Rede de Acesso por Rádio, à qual o seu telefone se conecta. Suas antenas podem frequentemente ser vistas instaladas no topo de prédios. Depois, temos a Rede Principal – a parte central da rede móvel – que, por exemplo, conecta sua chamada à pessoa certa ou conecta você ao serviço de Internet que deseja usar. Por fim, temos a Rede de Transporte que conecta a Rede de Acesso Rádio e o Núcleo.  O que é a tecnologia 5G A promessa é que o 5G traga velocidades de cerca de 10 gigabits por segundo para o seu telefone. Isso é mais de 600 vezes mais rápido do que o 4G típico dos smartphones de hoje. Rápido o suficiente para baixar um filme de alta definição 4K em 25 segundos ou para fazer várias lives ao mesmo tempo.  No caso de smartphones, só é possível aproveitar essas velocidades com um aparelho “pronto para 5G”, ou seja, que já seja compatível com a nova tecnologia. Fabricantes como a Apple, Samsung, LG e Motorola, entre outras, já disponibilizam diversas opções. Como funciona o 5G? Os sistemas de comunicação sem fio usam frequências de rádio (também conhecidas como espectro) para transportar informações pelo ar. O 5G opera da mesma maneira, mas usa frequências de rádio mais altas, que são menos confusas. Isso permite carregar mais informações em um ritmo muito mais rápido. Essas bandas mais altas são chamadas de ‘ondas milimétricas’ (ondas mm).  Embora as bandas mais altas sejam mais rápidas no transporte de informações, pode haver problemas com o envio a grandes distâncias. O sinal é facilmente bloqueado por objetos físicos, como árvores e edifícios. Para contornar esse desafio, o 5G utilizará várias antenas para aumentar os sinais e a capacidade da rede sem fio. A tecnologia 5G também será capaz de ‘dividir’ uma rede física em várias redes virtuais. Isso significa que as operadoras serão capazes de fornecer a fatia certa de rede, dependendo de como ela é usada e, assim, fazer um melhor gerenciamento da banda.  Por exemplo, um operador será capaz de usar diferentes fatias dependendo da importância. Portanto, um único usuário transmitindo um vídeo usaria uma parte diferente para um negócio, enquanto dispositivos mais simples poderiam ser separados de aplicativos mais complexos e exigentes, como o controle de veículos autônomos. As tecnologias que constituem o 5G O 5G é baseado em OFDM (multiplexação por divisão de frequência ortogonal), um método de modulação de um sinal digital em vários canais diferentes que visam reduzir a interferência. O 5G usa uma interface ao lado dos princípios OFDM, como também utiliza tecnologias de largura de banda mais ampla, como sub-6 GHz e mmWave. Como o 4G LTE, o 5G OFDM opera com base nos mesmos princípios de rede móvel. No entanto, a nova interface 5G NR pode aprimorar ainda mais o OFDM para oferecer um grau maior de flexibilidade e escalabilidade. Isso poderia aumentar o fornecimento da tecnologia a pessoas para uma variedade de casos de uso diferentes. O 5G trará larguras de banda mais amplas, expandindo o uso de recursos de espectro, de sub-3 GHz usado em 4G a 100 GHz e além. Ele pode operar em ambas as bandas mais baixas (por exemplo, sub-6 GHz), bem

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Indústria 4.0: saiba quais são seus impactos no mercado!

Você já ouviu falar na 4ª Revolução Industrial, ou Indústria 4.0? Para entender este conceito, é preciso lembrar-se das Revoluções Industriais que já marcaram a história. Todas elas quebraram algum paradigma nos modelos de produção da época nas quais elas aconteceram. Conheça a história das Revoluções Industriais Para entender como a Indústria 4.0 ganhou a dimensão que tem hoje, uma olhada em seus antecessores pode nos dar uma perspectiva de como essa revolução, em particular, é diferente. A primeira Revolução Industrial foi mecânica e sua maior colaboração para a produção em massa foi a máquina a vapor. Ela aconteceu entre os anos de 1760 e 1840 no Reino Unido e foi um marco para o fim da manufatura e disseminação da maquinofatura, isto é, a produção industrial propriamente dita. Isso ajudou muito a agricultura e o termo “fábrica” ​​se tornou bastante popular. Uma das indústrias que se beneficiaram muito com essas mudanças é a indústria têxtil e foi a primeira a adotar esses métodos. Constituiu também uma grande parte da economia britânica na época. A segunda Revolução Industrial, por sua vez, foi elétrica e incrementou as máquinas, equipamentos e aparelhos eletrônicos à manufatura. Ela se estendeu desde a segunda metade do século XIX até meados do período da Segunda Guerra Mundial. O petróleo, o aço e uma série de desenvolvimentos da indústria química também impactaram este período. A “eletrificação” das fábricas contribuiu bastante para o aumento de suas taxas de produção. Já quando mencionamos a terceira Revolução Industrial, estamos falando sobre um período que vivemos na pele. Por isso, é um conceito bastante familiar. Este fenômeno aconteceu em meados do século XX até os anos 2000, quando o auge da bolha da internet, a automação e a tecnologia da informação assumiram posições de destaque. É frequentemente chamada de Revolução Digital, ou Era da Informação, e surgiu da mudança de sistemas analógicos e mecânicos para sistemas digitais. A terceira revolução foi, e ainda é, um resultado direto do enorme desenvolvimento em computadores e tecnologia da informação e comunicação. O que é a indústria 4.0, ou 4ª Revolução Industrial? A Revolução Industrial na era digital é definida por uma fase de mudanças rápidas e radicais. A atenção não é mais voltada para a massa de consumidores, mas para o comprador individual, que determina a dinâmica da produção com suas escolhas. A 4ª Revolução Industrial leva a automação dos processos de fabricação a um novo nível, introduzindo tecnologias de produção que, mesmo em massa, sejam personalizadas e flexíveis. Isso significa que as máquinas operarão de forma autônoma, ou cooperarão com os humanos na criação de sistemas orientados ao cliente, que trabalhem constantemente para sua automanutenção. A ideia é fomentar tecnologias que tornem a máquina uma entidade independente, capaz de coletas e analisar dados por si só. Isso se torna possível com a introdução de auto otimização no setor. Desta forma, os usuários podem se comunicar com os computadores em vez de operá-los. Por isso, é comum dizermos que a 4ª Revolução Industrial ou Indústria 4.0 se refere a cooperação entre os meios físico, digital e biológico. Princípios da Industria 4.0 Alguns princípios são responsáveis por caracterizar os projetos da Indústria 4.0. Estas características foram colocadas em pauta pelo Dr. Siegfried Dais e pelo Prof. Dr. Henning Kagermann. Estes estudiosos alemães presidiram um grupo de trabalho após a apresentação do relatório de recomendações para a implementação da iniciativa estratégica chamada, a partir de então, de Indústria 4.0. Os princípios são: Descentralização Com a tomada de decisão estando sob a responsabilidade da própria máquina, os sistemas desenvolvem a habilidade de agir sem que haja dependência da intervenção humana. Eles se auto ajustam e avaliam as necessidades da fábrica por conta própria. Interoperabilidade É a ideia da comunicação entre os sistemas, pegando emprestados conceitos dos Sistemas Ciber-físicos e da Internet das Coisas (IoT). Neste princípio, humanos e fábricas inteligentes utilizam a internet e a computação em nuvem para realizar a troca de informações de forma dinâmica. Virtualização A virtualização propõe que as fábricas inteligentes possuam uma cópia virtual criada por sensores de dados interconectados, que monitoram processos físicos. Além disso, modelos de plantas virtuais podem otimizar processos através de simulações que são realizadas antes da implementação deles, já aplicando o melhor cenário. Orientação a serviços De acordo com este princípio, softwares são orientados a disponibilizarem soluções como serviços, conectados com toda a indústria através da computação em nuvem. Tempo real A capacidade de coletar e analisar dados em tempo real permite a tomada de decisão instantânea, tendo em vista a entrega do conhecimento derivado destas análises de forma imediata. Modularidade Este princípio prevê a capacidade de acoplar e desacoplar módulos de acordo com a necessidade da fábrica. A adaptação flexível decorrente desta iniciativa permite a otimização da infraestrutura e dos custos da fábrica inteligente. Quais são as principais tecnologias da indústria 4.0? A Indústria 4.0 é baseada nas tecnologias por trás da manufatura digital, que devem ser adotadas pelas empresas para obter todas as vantagens desse fenômeno. Vamos lembrar, por exemplo, tecnologias digitais, Internet das Coisas (IoT), Big Data, computação em nuvem e robótica. Sistemas ciber-físicos, Internet das coisas, Smart Factory e Internet de serviços são os quatro termos mais comuns citados em publicações de pesquisa acadêmica relacionadas ao setor. Sistemas ciber-físicos Você consegue imaginar uma fábrica onde robôs, veículos guiados automatizados, sensores, controladores, matérias-primas, produtos e bancos de dados se comuniquem? Estes são os sistemas ciber-físicos no contexto da Indústria 4.0. Além dessa conexão, eles são orquestrados automaticamente através de uma inteligência central, que monitora e controla as operações em todos os níveis. Também conhecidos como CPSs (uma abreviação para o termo em inglês, cyber psysical systems), estes sistemas estão transformando a maneira como os humanos interagem com os sistemas de engenharia, assim como a Internet transformou a maneira como as pessoas interagem com as informações. Internet das Coisas (IoT) A Internet das Coisas é o que permite que objetos e máquinas, como telefones celulares e sensores, “se comuniquem” entre si, assim como seres

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Machine Learning: O que é? E por que é tão importante?

Machine Learning: O que é? E por que é tão importante? Nós sabemos que os humanos aprendem através de suas experiências passadas, e que máquinas seguem as instruções que recebem de humanos. Mas e se os humanos pudessem treinar as máquinas para aprender através de dados do passado e fazer o que os humanos podem fazer, mas com mais rapidez? Bom, isso é chamado Machine Learning. Apesar de a tradução do termo ser, praticamente, “aprendizado de máquinas”, o conceito é muito mais profundo do que simplesmente aprendizado. O Machine Learning também engloba que uma máquina entenda e raciocine. Existe uma nuvem de conhecimento acerca do Machine Learning e seu surgimento, dado que esta tecnologia foi fundamental para o surgimento da inteligência artificial, por exemplo. Hoje, vamos explorar este universo! Conheça a história do Machine Learning Arthur Samuel (1901-1990) foi pioneiro na pesquisa em inteligência artificial. De 1949 até o final da década de 1960, ele se destacou fazendo com que computadores pudessem aprender com suas próprias experiências. Seu veículo para isso era o jogo de damas. Isso ocorreu porque, para Samuel, os jogadores de damas tinham um alto volume de possibilidades, tendo que tomar uma série de decisões entre boas jogadas e ruins. Para isso, Samuel usou o programa Guia de Damas de Lee para a escolha de jogadas, desta forma, o programa escolheria rapidamente quais eram consideradas as melhores, de acordo com critérios de especialistas em damas. Em 1961, Ed Feigenbaum e Julian Feldman estavam aprofundando suas pesquisas sobre inteligência artificial e pediram para Samuel informações sobre a melhor jogada do seu programa, como apêndice do artigo que estava sendo formulado por eles. Samuel usou essa solicitação como uma oportunidade para desafiar o campeão estadual de damas de Connecticut, quarto melhor jogador do país. E o programa de Samuel venceu! Como este havia sido um dos primeiros exemplos de computação não numérica, as ideias e cadeias de instruções de Samuel, foram utilizadas para o surgimento dos primeiros computadores IBM. As instruções lógicas desses computadores foram desenvolvidas graças a sua iniciativa pioneira. Rapidamente, este modelo foi adotado por todos os projetistas de computadores, por ser útil para a maioria dos cálculos não numéricos. A importância do trabalho de Samuel foi amplamente reconhecida somente após sua aposentadoria da IBM, em 1966. Isso ocorreu, em parte, porque ele não gostava das políticas necessárias para que sua pesquisa fosse seguida com mais vigor. Ele também foi realista sobre a grande diferença entre o que foi realizado na compreensão dos mecanismos intelectuais e o que será necessário para alcançar a inteligência no nível humano. Antes de seu trabalho de Machine Learning, Samuel era engenheiro elétrico e, simultaneamente, trabalhava na IBM como engenheiro e gerente de pesquisa em engenharia e ciência. Entretanto, seu nome é reconhecido pelo seu pioneirismo em Machine Learning. Em 1959, o engenheiro e pesquisador introduziu o conceito na comunidade científica como “um campo de estudo que dá aos computadores a habilidade de aprender sem terem sido programados para tal”. Contudo, foi a partir do advento da internet que o Machine Learning passou a tomar forma. Isto foi possível devido a alta quantidade de informações coletadas e armazenadas na web, uma vez que foi preciso criar meios para organizar todo este conteúdo de forma automatizada. E claro, um dos pilares do Machine Learning é justamente a análise de dados em busca da detecção de padrões. Como o Spotify usou machine learning para se diferenciar? Para exemplificar o Machine Learning na prática, podemos falar um pouco sobre o algoritmo do Spotify! Já reparou como o app tem deixado de ser uma simples ferramenta de streaming e vem se tornando uma espécie de DJ pessoal? O Spotify é um excelente exemplo do uso de Machine Learning como forma de se diferenciar no mercado, atendendo expectativas cada vez mais altas dos seus consumidores. Playlists personalizadas, como “suas descobertas da semana”, “seu radar de novidades” e os “Daily Mixes” ajudam a personalizar a experiência de ouvir música de acordo com o que você gosta. Mas como a plataforma consegue prever o que você está querendo escutar? Como aplicar um algoritmo de Machine Learning? Através de técnicas de Machine Learning, é possível saber o que o usuário está ouvindo e determinar quais músicas podem ser de sua preferência. Essa decisão pode ser tomada com base em algumas características da música, como seu tempo, gênero, intensidade e o timbre da voz de quem a canta, por exemplo. Para simplificar o exemplo, podemos usar apenas a relação entre tempo e intensidade, onde “tempo” fica no eixo X e “intensidade”, no eixo Y. As variações de tempo oscilam entre “calmo” e “acelerado”, enquanto as variações de intensidade oscilam entre “suave” e “crescente”. De acordo com as preferências do ouvinte, vamos supor que ele prefere as músicas com o tempo acelerado e a intensidade crescente, enquanto tende a pular ou dar dislike em músicas com o tempo calmo e a intensidade suave. Agora, depois de analisar as escolhas do ouvinte, já conhecemos o que ele gosta. Com o algoritmo treinado, vamos supor que o ouvinte foi exposto a uma nova música: um rock and roll! Esta música tem o tempo acelerado e a intensidade crescente, então fica no grupo de preferências do ouvinte. Olhando para os dados pré-coletados, você consegue adivinhar se o ouvinte vai gostar da música ou não? Exatamente: ele amou a nova música. Então, observando as escolhas passadas do ouvinte, o algoritmo foi capaz de classificar a música inédita com muita facilidade. Entretanto, vamos expor o ouvinte a uma música neutra: nem tão suave, não crescente; nem tão calma, nem tão acelerada. Aqui é onde o algoritmo vai começar a brilhar. Exposto a esta situação, o mecanismo de machine learning será responsável por classificar a música combinando a variação de tempo e intensidade, mesmo que mínima, com a variação entre músicas que o ouvinte gostou ou não. Este é um mecanismo básico de Machine Learning chamado KNN – K nearest neighbors e é apenas um pequeno exemplo

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Vazamento de dados: Entenda como proteger e ter mais segurança nos dados corporativos

No mundo em que vivemos, cada dia mais digital, os dados são parte essencial da vida, a todo o momento estamos criando e fornecendo dados para os mais variados veículos e entidades. Cadastros, criação de documentos, logins realizados, posts em redes sociais, envio de vídeos em plataformas de streaming, transações bancárias etc. Deixamos rastros por toda parte! Estes rastros podem ser monitorados, cruzados e combinados de forma com que esbocem um retrato bem preciso de quem somos, onde estamos e do que gostamos ou não. O costume de clicar em “eu aceito e concordo com os termos de uso e política de privacidade” sem sequer ler, nos leva a acreditar que nossos dados nem valem tanto assim. Afinal, a quem eles interessariam? Entretanto, escândalos relacionados a vazamentos de dados a até mesmo falta de transparência quanto ao uso de dados pessoais por parte de empresas públicas e privadas geraram reflexos. Por esse motivo, pessoas do mundo todo, têm se conscientizado quanto à falta de privacidade e segurança. Esse medo pelo suposto fim da privacidade é tão grande que foi iniciada uma corrida, em todo o mundo, para criar e aprovar leis que coloquem algum controle sobre a forma como dados são coletados, armazenados e utilizados pelas companhias. No Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais nº 13.709/2018, também conhecida como LGPD, tornou-se agenda de discussão para executivos de empresas de todos os portes. Na União Europeia, a legislação aprovada também tem confortado muitos cidadãos. Dados no meio corporativo: coleta e utilização Para entender qual a importância dos dados, como são transformados em informação e como são utilizados estrategicamente, precisamos entender a base de tudo: Como eles são armazenados e tratados. Os dados se não forem tratados, são elementos desconexos sem nenhuma serventia, porém, quando tratados, são convertidos em informações úteis através de processos e atividades de inteligência, auxiliando departamentos, gestores e organizações em sua tomada de decisão. A coleta destes dados pode ser realizada de várias formas. Cadastros realizados em troca de algum material gratuito, dados de uso de um produto online, informações de sistemas de CRM, ERP e departamentos internos são apenas alguns exemplos. O diferencial competitivo está na utilização desses dados, para isso é feito um processo de extração e consolidação, os transformando em informações uteis. Depois de tratados, eles são armazenados em bases de dados com foco em análise. Existem alguns formatos para estas bases, tudo depende do tipo de estratégia adotada pela organização. Alguns exemplos: Data Warehouse: armazena apenas dados que já foram tratados ou modelados; Data Mart: enquanto o data warehouse é usado para múltiplas finalidades, o data mart funciona como uma subseção do data warehouse, formulada especificamente para um departamento ou função; Data Lake: armazena todos os dados, estruturados ou não, que são gerados através de diferentes processos e podem ser estruturados para o uso futuro. A utilização destes dados pode gerar novas estratégias, inovações em produtos e inteligência de negócios. A metodologia que coleta e analisa estes dados é o BI, ou Business Intelligence. Como um grande aliado das organizações na era digital, o Gartner estima que o mercado de BI e Business Analytics deve atingir a marca de US$ 22,8 bilhões ainda em 2020. Isso mostra como, cada vez mais, grandes corporações têm tomado suas decisões com base em dados coletados ao longo de sua existência. Portanto, a coleta de determinadas informações enriquece o negócio e o cruzamento delas pode traçar retratos trazer diversos tipos de insights, como por exemplo: dados de faturas, valores de contestações retroativas, o volume de multas por atraso no pagamento de faturas etc. De quem são os dados coletados? — O princípio do titular dos dados. Qual o critério do consumidor ao fornecer seus dados no decorrer do dia? Cadastros em troca de benefícios gratuitos não são analisados, termos de uso e políticas de privacidade recebem um “check” sem que sejam lidos. A persistência deste tipo de comportamento colocou em risco a privacidade de muitos cidadãos em escândalos envolvendo o uso de dados, como o caso Cambridge Analytica e o Brexit. Os acontecimentos chamaram a atenção da forma como nossos dados são tratados e processados sem transparência. O fornecimento de dados é subestimado pelo consumidor que acredita que, ao serem usados para fins publicitários, apenas recomendarão alguns produtos e serviços que, de fato, o interessarão. Será que é apenas isso? Você se lembra a última vez em que foi à farmácia, mas, para poder comprar os seus remédios, a instituição pediu seu CPF ou até te ofereceu um desconto em troca disso? Mediante o discurso de que é uma burocracia do sistema você fornece o CPF e leva os medicamentos para casa. Parece simples, mas essa situação pode se transformar em uma bola de neve complicada. Quais ações podem ser tomadas por uma indústria a partir do momento em que ela sabe, precisamente, qual tipo de medicamento você precisa? Além disso, ela pode cruzar este dado e entender com qual frequência você compra este medicamento e em qual região, por exemplo. A partir deste cruzamento, uma organização pode entender que você provavelmente tem uma doença relacionada ao tipo de medicamento que está adquirindo, portanto, aquele produto é uma de suas necessidades básicas. Muitos consumidores se sentem desconfortáveis diante desta situação. No exemplo, foram utilizados dados relacionados à saúde. Estas informações são consideradas dados sensíveis dentro do conjunto de dados pessoais, ou seja, podem gerar algum tipo de discriminação em caso de vazamento, portanto devem ser tratados de forma especial. Para a Lei Geral de Proteção de Dados, a LGPD, os dados sensíveis e que estão sujeitos a condições de tratamento específicas são: Dados pessoais que revelem a origem racial ou étnica, opiniões políticas e convicções religiosas ou filosóficas; Filiação sindical; Dados genéticos e dados biométricos tratados simplesmente para identificar um ser humano; Dados relacionados com a saúde; Dados relativos à vida sexual ou orientação sexual de uma pessoa. Claro que, para a LGPD, um dado pessoal só pode ser tratado se seguir um ou

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