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ITEM

Conheça 5 aspectos relevantes sobre IT Expense management!

Com a adoção de diferentes ferramentas tecnológicas pelas empresas e também devido à importância crescente do setor de TI, a gestão da tecnologia da informação se torna mais relevante no contexto administrativo das corporações. Essa gestão tem como uma de suas finalidades a geração de mais valor ao negócio, fazendo uso adequado de tudo que a tecnologia dispõe, como é o caso da It Expense Management (ITEM). Nesse sentido, toda empresa reúne dados confidenciais que devem ser tratados com cuidado e protegidos por sistemas seguros. A segurança de dados é uma das principais preocupações da gestão da TI. Por isso, investe-se muito dinheiro para garantir que as informações fiquem bem guardadas e fora do alcance de hackers e vírus. Siga conosco, pois, neste post, falaremos sobre It Expense Management, uma dessas tecnologias avançadas que têm contribuído no gerenciamento de ativos e custos. Boa leitura! 1. O que é It Expense Management? It Expense Management é uma solução tecnológica para negócios que contribui para dar insights e facilitar a tomada de decisões, especialmente, no que se refere ao direcionamento de recursos, como investimentos. Essa solução gerencia custos e compras, analisa com facilidade os dados sobre TI, automatiza processos e realiza inventários. Assim, fornece clareza sobre as despesas com tecnologia, incoerências e potenciais economias de forma contínua. A Telecom Expense Management (TEM) A Telecom Expense Management também é uma solução de ITEM. Em português, significa Gestão de Despesas com Telecomunicações. Ela reúne métodos para organizar os serviços de telecomunicações. A TEM foi desenvolvida na década de 80, representando um inventário dos circuitos, equipamentos, faturas, contas, requerimentos e relatórios. O levantamento desses dados é feito com auxílio de softwares que diminuem as possibilidades de erros. Toda a gestão é realizada por meio de somente uma plataforma, que agrupa as despesas fixas de telefonia fixa e de telefonia móvel. Com a centralização dos gastos, fica mais fácil controlar os serviços de TI e de telecomunicações contratados, sendo possível identificar desperdícios e oportunidades de diminuir gastos. Também é facilitada a otimização da utilização dos serviços entregues pelo fornecedor. Os tipos de TEM A TEM apresenta duas principais subdivisões. MDM (Mobile Device Management) Essa categoria visa ao planejamento e ao controle na utilização de dispositivos móveis. É realizada, na maioria das vezes, por meio de um aplicativo especial, o qual permite a gestão de administração dos dados e a segurança dos endpoints, como tablets, smartphones e notebooks. WEN (Wireless Expense Management) Essa outra categoria visa ao planejamento e ao controle das atividades de telefonia móvel. Os serviços relacionados à telefonia e internet usados pelos dispositivos móveis são administrados para garantir um melhor controle desses gastos. 2. Qual a sua importância? É uma tendência atual a substituição de telefones fixos por aparelhos móveis. Isso acontece porque apenas a taxa da telefonia fixa já costuma ser muito alta, fato que não agrada muito aos gestores. Em empresas grandes, o telefone fixo permanece com seus ramais, mas algumas empresas menores ou empreendedores individuais adotam somente dois ou três aparelhos móveis para sustentarem o negócio, mantendo o relacionamento com clientes e fornecedores por meio de ligações ou aplicativos como o WhatsApp. Na verdade, a telefonia fixa não pode ser abolida em uma grande empresa. Deve ser bem gerenciada para não representar custos extravagantes. A móvel também precisa ser fiscalizada e seus recursos só devem ser utilizados para resolver negócios da empresa. Mesmo quando aplicada a técnica BYOD (Bring Your Own Device, ou Traga Seu Próprio Dispositivo, em português), a gestão de telefonia continua sendo necessária. Inclusive, porque o fato de trabalhar com seu próprio celular não dá ao funcionário o direito de fazer uso dele indiscriminadamente durante sua jornada, realizando ligações pessoais que interferem na produtividade da empresa. Vale a pena considerar alguns dados estatísticos que revelam como a falta de uma comunicação e de um controle eficientes podem se tornar nocivos para qualquer organização: os problemas de comunicação levam de um a três projetos a falir; as pequenas empresas (que têm até 100 funcionários) sofrem prejuízos de até R$ 1,64 milhão por ano em razão de comunicação deficiente; as grandes empresas perdem até R$ 244 milhões ao ano devido às dificuldades de comunicação; 48% dos funcionários não recebem orientações claras para desenvolverem seu trabalho; cada funcionário perde 40 minutos diários de produtividade por causa de falhas na comunicação (isso gera uma perda de mais de três horas semanais e mais de 13 horas mensais); anualmente, há um prejuízo de R$ 102 milhões provocado por problemas de comunicação nas empresas; as organizações com funcionários empenhados oferecem um desempenho 202% superior àquelas em que os colaboradores não estão efetivamente engajados; 67% dos funcionários em todo o mundo não são engajados em seu trabalho. A telefonia ainda é um dos principais meios de comunicação no mundo dos negócios. Isso significa que uma administração eficiente nessa área resultará em melhorias no nível de comunicabilidade das equipes. Uma boa comunicação garante um fluxo de informações mais rápido e confiável. É nesse sentido que a It Expense Management se apresenta como uma opção para aprimorar a gestão corporativa, inclusive, na área de telecomunicação com a Telecom Expense Management. 3. Como funciona na prática? Para implantar essa solução, é preciso a cooperação das equipes de Telecom, jurídica e financeira. Reunir esforços e trabalhar conjuntamente é o primeiro passo, devido à complexidade do processo. O setor financeiro é importante porque mostra o dinheiro disponível em caixa, enquanto o setor jurídico analisa contratos mais antigos, verificando eventuais abusos, como cobranças erradas e a infração de cláusulas. A equipe jurídica age quando a empresa pretende concluir negociações com fornecedores de fora. Para funcionar, a It Expense Management precisa contar com os seguintes requisitos. A assessoria especializada É recomendado contratar uma consultoria em gerenciamento de Telecom, pois a opinião de pessoas de fora é mais imparcial. Além disso, é importante também acompanhar o trabalho da empresa terceirizada, a fim de ter certeza de que todas as etapas seguintes serão cumpridas. O inventário de equipamentos Os equipamentos relacionados às telecomunicações envolvem telefones fixos, computadores desktop, circuitos, celulares, notebooks, softwares, hub, servidores,

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Gestão de inventário

Por que a gestão de inventário é a chave de sucesso para o TEM?

A gestão de inventário é um dos aspectos mais importantes em qualquer negócio. Ela garante o controle de todos os ativos do empreendimento — o que melhora o entendimento sobre o aproveitamento financeiro. Também é essencial para evitar compras repetidas ou um subaproveitamento do que está disponível. Quando é executada corretamente, a tarefa serve ao ramo de telecomunicações por meio do TEM. Afinal, esse é um dos principais gastos do empreendimento e deve que ser controlado da melhor maneira. Para entender como agir da forma adequada, veja algumas dicas para ter uma gestão de inventário de sucesso e capaz de ajudar o ambiente de telecomunicações. Como fazer o melhor gerenciamento? Para que a atenção com o inventário traga os impactos esperados, ele deve ser colocado em prática adequadamente. Para tanto, há alguns passos a serem seguidos e que ajudam na organização. A seguir, veja quais são os pontos necessários para obter bons resultados. Padronize e organize as atividades O planejamento, na verdade, é o passo inicial da gestão de inventário. Antes de colocar a mão na massa, é recomendado pensar em como tudo vai acontecer para chegar ao sucesso. O melhor jeito de ter dados sempre confiáveis e comparáveis é por meio da padronização. Estabeleça como cada operação deve ser executada, com regras claras e que podem ser repetidas. Além de tudo, defina como as tarefas devem se desencadear. Assim, fica mais simples entender quais são as ordens principais das ações. Determine o dia adequado Cuidar do inventário exige bastante dedicação da equipe. Quando é feito com elementos que entram e saem o tempo todo, é ainda mais complexo. Então, o ideal é escolher o dia certo. Separar um período exclusivo para a gestão de inventário é o melhor jeito de otimizar o desempenho. Com foco total nessa tarefa, é possível ter mais segurança nos dados que são encontrados. Separe e codifique as mercadorias Em seguida, é o momento de separar e codificar todos os ativos, como as mercadorias. Na área de telecomunicações, pode ser o caso de dar atenção aos serviços. É importante que cada tipo tenha um código, pois isso favorece o registro e o acompanhamento. Se possível, divida os elementos em grupos menores — como pela função ou situação atual de uso. Quanto melhor for a classificação, maior é o volume gerado de informações. Faça a contagem Depois, é o momento de realizar a contagem. Essa parte exige visualizar, por exemplo, quantos telefones estão à disposição da empresa e quantos estão no estoque. O mesmo vale para outros elementos, como periféricos, acessórios e componentes destinados às equipes externas. Dependendo do tamanho do negócio, o cálculo é extenso. Se for o caso, é recomendado que mais de uma pessoa faça a contagem, de modo que os números devem bater. Atualize as informações Após chegar a um resultado final, é a hora de fazer uma atualização dos dados que já foram previamente consolidados. É preciso registrar se o número de ativos cresceu, diminuiu ou se manteve estável, pois isso melhora a visualização e a tomada de decisão. Os dados têm que ser atualizados periodicamente e devem ser consultados antes da próxima contagem. Com esses registros, há um entendimento completo sobre o que está disponível no inventário, quais são as necessidades e o que merece uma atenção extra. Qual é a ligação entre gestão de inventário e TEM? Basicamente, TEM é a sigla para Telecom Expense Management — ou Gerenciamento de Custos com Telecomunicações. Esse programa visa conhecer melhor os recursos de telefonia de uma empresa para evitar perdas, gastos desnecessários ou subutilização. Para conquistar esses resultados, a gestão de inventário pode ajudar. Frequentemente, ela é associada a lojas e outros elementos do varejo, por causa do estoque. No entanto, também é positiva para chegar ao sucesso com o TEM. Essa técnica é fundamental, principalmente, na hora de fazer um acompanhamento dos equipamentos, como telefones e acessórios: dá para entender o que tem funcionado e o que precisa de um cuidado extra. Também é possível partir para softwares e soluções. Elencar todos os elementos contratados, por exemplo, permite que a empresa saiba quais são os recursos disponíveis para o setor de telecomunicação. A partir do uso dessa ferramenta, é possível diminuir os desperdícios e os custos com compras ou contratos repetidos. Também é um meio de aproveitar melhor os recursos disponíveis e de maximizar a capacidade de gerar bons resultados. Outro ponto importante é que essa gestão auxilia a realização de auditorias. Ao verificar as condições de certos contratos, a base de dados construída ajuda a definir quais são as alternativas realmente interessantes. Principalmente, é um meio de tomar decisões melhores. Isso porque o setor de telecomunicações passa por uma verificação total, então os decisores conseguem definir qual é o caminho ideal a seguir. A gestão de inventário, portanto, viabiliza a execução do TEM de forma completa, robusta e personalizada. No final, há o máximo aproveitamento dos recursos. Qual é o papel da tecnologia? Um número maior de ativos leva a um gerenciamento mais complexo de inventário. Isso não pode ser motivo para não realizá-lo, já que é essencial para o sucesso do TEM. Então, o melhor é buscar soluções que automatizem e viabilizem o processo. O papel da tecnologia é especialmente importante, já que os recursos auxiliam a fazer todo o acompanhamento necessário para tomar boas decisões. Em primeiro lugar, poder contar com a tecnologia na telecomunicação já é de grande ajuda, pois favorece e simplifica o controle. Isso leva a uma necessidade menor de contabilização, por exemplo, o que facilita o processo. Também é muito importante adotar plataformas gerenciais. Por meio de um software, é possível fazer a gestão de contratos, de fatura e, é claro, de inventário. Desse modo, dá para saber quantos são os aparelhos distribuídos entre a equipe, os chamados de substituição e assim por diante. Automatizar as tarefas melhora a produtividade e, principalmente, amplia a confiança sobre o processo. Desse jeito, os dados oferecem uma abordagem realmente útil. A gestão de inventário é essencial para o sucesso do TEM. Ao cumprir as etapas e incluir a tecnologia na

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Faturas telefônicas

Contestação de faturas telefônicas? Saiba como proceder

Apesar de toda a tecnologia disponível, erros ainda acontecem em diferentes processos nas empresas. É comum, por exemplo, faturas telefônicas apresentarem erros, envolvendo ligações que não foram feitas. Quando se trata de pessoa jurídica, essa falha ainda é mais comum, considerando o volume de telefonemas que uma empresa pode fazer durante um dia e os diferentes locais para onde ela pode ligar (incluindo ligações interestaduais e internacionais). É importante sempre analisar as faturas de telefone da empresa e confirmar se está tudo certo e se as ligações registradas foram efetivamente realizadas. Em caso contrário, convém tomar uma atitude. A seguir, veja como proceder para efetuar a contestação de faturas telefônicas! Entre em contato com a operadora O primeiro passo é entrar em contato com a operadora e procurar resolver o problema por meio do diálogo. Pessoas mais ansiosas ou nervosas geralmente desejam logo partir para um processo judicial, só que nem sempre isso é bom. Tente, primeiramente, resolver as coisas de forma amigável. Faça assim principalmente se é a primeira vez que estão vindo cobranças indevidas. Quando essas cobranças tornam-se recorrentes, a situação é diferente. Toda operadora de telefonia disponibiliza um ramal específico para solucionar esses problemas, para atender às queixas do cliente. Ligue e converse com o atendente, explicando a situação e, se possível, apontando cada uma das ligações que não foram realizadas ou recebidas (no caso de chamadas a cobrar). Para esse procedimento, é importante manter o CNPJ da empresa nas mãos ou o CPF do responsável. Será dado também um número de protocolo, que é importante anotar. Reclame na Anatel A Anatel é a Agência Nacional de Telecomunicações, sendo a entidade responsável pela regulamentação e fiscalização da telefonia no Brasil. Trata-se de uma agência reguladora, a primeira que foi criada no país. A Anatel, por meio do número 1331, presta atendimento a todos os consumidores que se sentirem insatisfeitos com os serviços de telecomunicações, ou com cobranças indevidas, da parte de qualquer operadora. A quantidade de queixas que ela recebe são tantas que, em 10 de março de 2014, a agência publicou no Diário Oficial, o Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações (RGC). Por meio desse regulamento, a Anatel amplia a transparência nas relações de consumo e os direitos de quem usa telefone fixo e móvel, internet e outros serviços. Conforme o regulamento, depois da contestação de faturas telefônicas, a operadora terá até 30 dias para dar uma resposta. Se não responder dentro do prazo, deverá retificar automaticamente o valor na conta (caso ela não tenha sido paga ainda) ou devolver o valor que já foi pago em dobro. É direito do consumidor questionar faturas que tenham até três anos de emissão. Procure o Procon Procurar o Procon é outra opção. Esse órgão protege os direitos dos consumidores e, nessa situação, atende queixas de diferentes setores, como energia elétrica, água, telefonia, compras no varejo, serviços prestados de forma privada e assim por diante. Cada estado tem sua sede do Procon, podendo ter filiais na capital e em outras cidades. O registro da reclamação deve ser feito presencialmente. A documentação necessária envolve: as cópias da fatura da operadora de telefonia, cujos valores estão sendo questionados; da carteira de identidade; do CPF e do comprovante de residência (que pode ser a própria conta de telefone). O órgão entrará em contato com a operadora para que se defenda, corrija os valores ou restitua o total que foi pago pelo consumidor. Entre com uma ação judicial Esse é um recurso extremo na contestação de faturas telefônicas. Nesse caso, a operadora de telefonia poderá até pagar em dobro, caso tenha agido de má-fé, ou seja, incluídos valores a mais propositadamente visando extorquir mais dinheiro do cliente. Isso realmente não é tão difícil de acontecer. Infelizmente, algumas operadoras podem se aproveitar e lançar ligações ou chamadas a cobrar não efetuadas pelo consumidor, na expectativa de que ele pague o valor total sem questionar. A contestação só acontecerá se a pessoa consultar o registro de ligações e confirmar ou não sua existência. Em alguns casos, mesmo verificando o registro das chamadas na fatura e confirmando que existe irregularidade na cobrança, o consumidor poderá não fazer nada e simplesmente pagar o que está sendo cobrado. Para entrar com ação judicial, o consumidor deverá procurar um advogado levando toda a documentação que tiver, como faturas, contratos e protocolos. A ação pode ser proposta nos juizados cíveis especiais, que trabalham com mais rapidez e aceitam ações equivalentes a até 40 salários-mínimos. Se o valor for inferior a 20 salários, o consumidor não precisa constituir um advogado. Contrate uma empresa de gestão de telefonia O consumidor lesado também pode recorrer a uma empresa especialista em gerir gastos com telefonia. Essa empresa terceirizada se encarregará, a partir de sua contratação, de gerenciar todos os assuntos relativos ao uso dos telefones corporativos. No caso de cobranças indevidas, é essa empresa de gestão que tomará as devidas providências para sanar o problema. Cancele os serviços de telefonia Caso as cobranças indevidas sejam recorrentes ou a operadora não esteja disposta a assumir seus erros e negociar, é possível cancelar os serviços com essa operadora. É direito do consumidor o cancelamento automático, seja de telefonia fixa ou móvel. Ele pode fazer isso usando a internet ou o menu na Central de Atendimento Telefônico da operadora. Assim, o cancelamento pode ser realizado sem a necessidade de conversar com um atendente. Os cancelamentos feitos de forma automática passam a valer, no máximo, em dois dias úteis após o registro. Se for feito com a ajuda de um atendente, ele é imediato, valendo logo depois de realizado o pedido. A empresa poderá contratar os serviços de outra operadora. Quando se tratam de telefones móveis, as companhias geralmente mantêm planos com diferentes operadoras, considerando a quantidade de celulares usados e a possibilidade de um mesmo aparelho ter mais de um chip. A contestação de faturas telefônicas pode ser realizada de diferentes maneiras. A empresa deve ficar ciente que, na condição de consumidor, ela tem direitos garantidos. As reclamações contra

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Gestão de TI

Gestão de despesas de TI – Guia Definitivo

Gestão de despesas de TI – Guia Definitivo Conforme o setor de TI foi crescendo e ganhando importância dentro das empresas digitais, a gestão de orçamentos e a gestão de despesas de TI tornaram-se muito mais complicadas.   Alguns anos atrás, quando nós pensávamos na equipe de TI (Tecnologia da Informação), logo vinham à mente aqueles colaboradores que eram chamados sempre que algum problema de infraestrutura tecnológica acontecia. Impressora parou de funcionar? Notebook não acessa a internet? Funcionário precisa fazer visita externa e não tem celular?  O tempo foi passando e a necessidade crescente de investir em tecnologia para manter a empresa competitiva no mercado acabou transformando a área de TI em um dos setores mais estratégicos da empresa.  Enquanto antigamente este setor era um centro de custos que pagava por todos os serviços de tecnologia da empresa, agora ele se tornou muito mais abrangente e envolve contratação e manutenção de diversos fornecedores e inúmeros serviços diferentes, desde telefonia e dispositivos móveis à IoT e computação em nuvem. Mas a boa notícia é que já existem empresas que oferecem soluções e serviços criados exclusivamente para auxiliar parceiros no gerenciamento de gastos de TI. Se esta é uma das dores da sua organização, continue lendo este post!  A trajetória da gestão de orçamentos: a história do TEM Há alguns anos todas as necessidades relacionadas à telecomunicação das empresas eram bastante simples. Só existia uma empresa fornecedora do serviço, a norte-americana AT&T, os gastos com serviços telefônicos não eram exorbitantes e podiam ser auditados manualmente por algum funcionário disposto. No Brasil, a primeira empresa de telecomunicações foi criada por Dom Pedro II em 1879 e se chamava Telephone Company of Brazil. Por muitos anos, a telefonia era privada e era necessário pedir para um terceiro conectar duas ligações para que as pessoas pudessem conversar.   Apenas em 1972 os orelhões públicos se popularizaram, aumentando a procura por este tipo de serviço.  Mas o tempo passou e as telecomunicações também foram se aprimorando. Os primeiros provedores de internet surgiram no Brasil em 1995 e logo depois os celulares, computadores, as redes móveis, entre outros. E se antes os cálculos podiam ser feitos manualmente e por qualquer funcionário, conforme o tempo passava a imprecisão destes processos começou a se mostrar cara. Além disso, o aumento da concorrência entre empresas de Telecom acabou criando mais planos, novos serviços e diversos benefícios diferentes.  Era necessário entender melhor o que cada fornecedora de telecomunicações oferecia para saber quais serviços entregariam a mesma qualidade, mas com um menor custo.    Foi nesta época que surgiu uma nova necessidade: empresas especializadas em telecomunicações que terceirizavam seus conhecimentos e soluções para ajudar outras a fazerem uma gestão mais eficiente.  O setor de TEM, ou Telecom Expense Management, surgiu nos Estados Unidos e logo se popularizou para os demais países.   Qual a diferença entre TEM e a gestão de despesas de TI? A modernização da área de Tecnologia da Informação se desenvolveu quase da mesma forma que as telecomunicações.   Como dissemos na introdução deste post, a área de TI não era nada parecida com a que conhecemos hoje. Nos anos 60, começou a ser empregada nas empresas para processar dados em mainframes e, assim, alimentar os sistemas operacionais da época. Entre os dados processados estavam faturamento, estoque e contabilidade, entre outros. Com a modernização da informática e da internet, esta área das empresas se desenvolveu também, passando pela criação de pacotes de software capazes de processar inúmeras tarefas para vários usuários ao mesmo tempo. Apenas a partir da década de 1990 é que a TI se tornou realmente uma área de conhecimento, capaz de auxiliar líderes a analisar dados e criar oportunidades a partir deles. Sem contar com a capacidade de criar soluções, integrar diferentes tecnologias e facilitar a comunicação como forma de aumentar a eficiência e ampliar resultados. Da mesma forma que aconteceu com as telecomunicações, conforme a Tecnologia da Informação foi ganhando importância e notoriedade, começou a aumentar também as dificuldades em relação à gestão de orçamentos. E foi então que um novo mercado foi criado e se tornou muito importante nas empresas: a IT Expense Management ou, em português, gestão de despesas de TI. Que tipos de empresas podem se beneficiar da gestão de despesas de TI?  Apesar da importância das empresas utilizarem os diferentes tipos de tecnologia presentes no mercado para se tornarem digitais, nem todas elas lidam com IoT, inteligência artificial ou outros tipos de tecnologias muitas vezes complexas.  Contudo, se você faz parte deste grupo de companhias e está se perguntando se, então, a gestão de despesas de TI é destinada às suas necessidades, a resposta é sim.  Muitas fornecedoras de soluções de ITEM dividem sua prestação de serviços em módulos, que podem ser destinados a todos os tamanhos de empresas. Existem módulos restritos apenas à gestão de orçamentos de Telecom, outros para a gestão de licenças e assim por diante.  Ao escolher esta forma de gestão, as pequenas e médias empresas acabam fazendo um controle de investimentos mais eficiente. Sem contar que uma gestão de despesas de TI mais simples reduz a sobrecarga relacionada ao gerenciamento destas questões, permitindo uma melhor otimização operacional e adequação de recursos.  Agora, para as grandes corporações, que lidam com sistemas e softwares robustos, o ITEM acaba sendo mais do que uma escolha, tornando-se uma tomada de decisão estratégica.  A gestão de despesas de TI mais eficiente permite um melhor gerenciamento de uso de cada licença, ferramenta e dispositivo. Essa visualização mais precisa acaba contribuindo para uma melhor realocação dos recursos, controle mais preciso dos gastos e licenças, mais assertividade nas tomadas de decisão relacionadas a troca de fornecedores ou suspensão de contratos, entre tantas outras vantagens.  Qual o papel da gestão de despesas de TI no pós-pandemia?  Para termos uma ideia, há uma enorme expectativa em relação aos gastos mundiais com TI. A projeção já estima US$ 3,9 trilhões em 2021, um aumento de 6,2% em relação ao ano anterior.  No início da pandemia do novo coronavírus, as empresas

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Telecom: O que é?

Telecom: o que é? Saiba tudo sobre o setor de telecomunicações.

A inovação faz o mundo girar e algumas indústrias estão mais expostas a esse fato do que outras. Sendo assim, o setor de Telecom é um exemplo claro de um setor para o qual a inovação é uma questão de vida ou morte. As mudanças acontecem de forma tão rápida quanto profunda. Por isso, as telecomunicações são a base de um setor com crescimento acelerado. De acordo com a Insight Research, a receita de serviços de telecomunicações em todo o mundo aumentou de US $ 2,2 trilhões em 2015 para US $ 2,4 trilhões em 2019. Devido à expressividade que estas tecnologias ganham a cada dia, é importante estar por dentro de tudo o que acontece neste mercado. Afinal, já parou para pensar como teríamos enfrentado o período de isolamento social provocado pela pandemia do Covid-19 em todo o mundo sem as telecomunicações? O que é Telecom? As telecomunicações, ou Telecom, são o nome do sistema que permite a troca de informações por distâncias significativas através de meios eletrônicos e pode se referir a todos os tipos de transmissão de voz, dados e vídeo. Esse é um termo amplo que inclui uma extensa gama de tecnologias de transmissão de informações. Desta forma, Telecom pode referir-se a telefones (com e sem fio), fibra ótica, satélites, transmissão de rádio e televisão, internet e até os antigos telégrafos. Apesar das chamadas telefônicas tradicionais serem a tecnologia mais facilmente associada a este mercado, o Telecom atualmente pode ter muito mais a ver com a transmissão de dados do que com voz. Portanto, mensagens de texto, e-mails, streaming de vídeos e até o acesso à internet de alta velocidade para aplicativos de dados, como serviços de informações em banda larga e entretenimento interativo são difundidos através de redes de telecomunicações. A história dos serviços de Telecom – como as tecnologias de comunicação surgiram e evoluíram? Para entender as telecomunicações e quais rumos seu futuro poderá tomar, é preciso ter um breve histórico de como tudo começou. A história das telecomunicações traça um paralelo à história da própria comunicação humana. Por isso, métodos não eletrônicos como os próprios sinais de fumaça ou até mesmo os pombos correio podem ser inseridos nesta linha do tempo. Isto acontece porque o conceito central das telecomunicações – comunicação à longa distância – sempre foi um interesse da humanidade. Em Ilíada, de Homero, o autor chega a descrever como os gregos antigos utilizavam o fogo e a fumaça para se comunicar com vizinhanças próximas. Na África e Ásia, tambores marcaram o princípio dos métodos de comunicação auditiva a longa distância. Todos estes métodos eram baseados em comunicação codificada, ou seja, o soar dos tambores ou padrões de fumaça precisavam ser decodificados para que a mensagem pudesse ser compreendida pelo receptor. Mas a verdadeira ruptura ocorreu em 1451, com o advento da comunicação de massa. Johann Gutenberg, um alemão, inventou a prensa de impressão. Esta tecnologia introduziu conceitos que nós associamos com a internet hoje: a comunicação de um para muitos, a facilidade na reprodução de discursos e a mobilidade da informação. A história das telecomunicações é uma história sobre evolução, e muitas vezes, em outras indústrias, o processo era incremental. Em 1790, o engenheiro francês Claude Chappe construiu o primeiro sistema ótico de comunicação, e este meio tornou-se muito popular até que o advento da eletricidade mudasse todo o jogo. Então, 50 anos após a invenção de Chappe, Samuel Morse e seus colegas criaram o telégrafo, que transmitia impulsos elétricos. Logo, em meados de 1857, o Código Morse e os fios de telégrafo se espalharam pelos Estados Unidos e até pelo oceano. Nesta altura, a comunicação a distância em tempo real finalmente havia se tornado uma realidade. Em decorrência disso, surgiu o telefone, em 1876; mas só nos anos 1940 ele se tornou um dispositivo doméstico. Este acontecimento tornou as telecomunicações pessoais. A invenção de Alexander Graham Bell finalmente transmitia a voz humana! A jornada das telecomunicações modernas é traçada não somente por grandes marcos principais, mas também por ideias que estavam a frente de seu tempo. A primeira chamada sem fio, por exemplo, aconteceu em 1880. Entretanto, esse avanço não se popularizou instantaneamente. Por fim, de os primeiros 40 mil anos foram uma caminhada metódica, os últimos 30 anos foram uma arrancada veloz no setor. Da internet aos smartphones, dos smartwatches aos e-mails, das mensagens de texto às chamadas de vídeo, todos conhecemos este capítulo mais recente porque fizemos parte dele. O que pode ter fugido a nossos olhos, contudo, é que as telecomunicações já mudaram novamente: da comunicação entre humanos à comunicação entre máquinas. Vivemos em um mundo onde dispositivos conectados a internet estão constantemente se comunicando uns com os outros. Inclusive, frequentemente, estão falando sobre nós. A revolução constante na indústria de Telecom Historicamente, os serviços de Telecom lucravam vendendo comunicação de voz por minuto, depois viabilizavam o acesso às redes através da comunicação multicanal (a comunicação de voz se tornava gratuita), e hoje são provedores de conteúdo. Então, o que vem a seguir? Que nova tecnologia transformará esse modelo de negócio? No setor de Telecom, onde o ciclo de vida do produto é extremamente curto, a inovação se tornou uma necessidade e não uma opção. As empresas de telecomunicações precisam desenvolver tecnologias de ponta para sustentar a organização, sistematização e eficiência. Eles precisam ser altamente reativos, e cada tecnologia em potencial deve ser avaliada, discutida e integrada o mais rápido possível. Além disso, toda a economia depende da criação de uma infraestrutura de telecomunicações dinâmica, competitiva e inovadora. Neste contexto, ficar parado significa recuar. Por isso, existem grandes dificuldades e desafios neste cenário. Mesmo que telecomunicações estejam constantemente inovando e transformando a maneira como trabalhamos e os produtos oferecidos, a principal preocupação é como manter-se um passo à frente dos concorrentes em um ambiente estridente. A inovação, portanto, desafia a convergência tecnológica e possui as chaves para o crescimento futuro dos negócios neste setor. De acordo com o estudo “O paradoxo da inovação no setor de

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Telecom Expense Management (TEM) – Você sabe o que é?

A comunicação, mobilidade e tecnologia são características que todos os negócios têm em comum. Qualquer empresa usa a tecnologia para auxiliar o seu negócio, a telefonia para a comunicação e consequentemente os dispositivos móveis como um híbrido de ambos. O telefone celular revolucionou a indústria mesclando o melhor da telecomunicação, com a tecnologia, tudo isso de forma móvel. Mas há um questionamento recorrente entre muitas organizações:  como gerenciar para atingir uma marca de redução dos custos de Telecom? O grande volume de linhas contratadas e a complexidade de decifrar as faturas telefônicas das operadoras, fazem com que as empresas deixem de economizar valores significativos mensalmente em suas contas. Além disso, deve-se levar em consideração que as necessidades de consumo podem variar ao longo do tempo. Isso significa que os planos contratados podem ficar obsoletos ou até mesmo causar um custo extra mensal a ser pago na fatura. Entretanto, estes problemas começaram muito antes do surgimento da tecnologia e celulares. Empresas no mundo todo precisavam lidar com os diferentes tipos de planos, cláusulas contraditórias em seus contratos, falta de visibilidade nas faturas e a redução de custos em sua telefonia. Foi então, que os primeiros passos para o Telecom Expense Management, começaram a surgir. Mas afinal, o que é TEM – Telecom Expense Management? Conheça a história do Telecom Expense Management (TEM) Agora que já sabemos o que é Telecom Expense Management e sua importância dentro do mundo corporativo, vamos conhecer a sua história. Tudo começou nos Estados Unidos, com a American Telephone & Telegraph Company (AT&T), que detinha o monopólio no fornecimento de serviços de telecomunicações. Isso significava que pessoas e empresas tinham somente uma escolha, usar a AT&T como fornecedora dos seus serviços de telefonia. A pergunta que fica é: Como as empresas reduziam seus custos com a utilização de telefones? Simples, não reduziam, ou, poderiam optar por uma segunda opção, usar menos os aparelhos para conseguir economizar, por mais que precisassem. Foi no final da década de 80 que esse panorama começou a mudar. Várias outras empresas de telefonia surgiram, gerando concorrência no mercado, então essas novas empresas começaram a criar seus próprios pacotes de negócios, para atender as necessidades dos consumidores. Com o aumento no número de empresas que prestavam serviços de telecomunicações, mais flexibilidade e opções na escolha de pacotes, fez o cenário mudar radicalmente. Todas essas mudanças ocasionaram um novo dilema. Qual o melhor prestador de serviço? Que pacote devo escolher? Qual solução é mais econômica? Como reduzir ainda mais os custos com telefonia? A realidade se mostrava contrária as necessidades, ninguém estava preparado para lidar com esse tipo de situação, foi então que as empresas tiveram que dar aos seus próprios funcionários a missão de negociar esses contratos ou uma forma de reduzir ainda mais seus custos. Porém, as auditorias e revisões eram feitas de forma manual e sempre estavam cheias de erros, pois ninguém tinha conhecimento suficiente para fazer esse tipo de negociação, o pouco resultado que conseguiam, era apenas reduções nada significativas nos gastos das empresas. Foi então que surgiu uma nova oportunidade no mercado. E se fosse possível especializar certos indivíduos para gerenciar despesas de Telecom? A partir desse momento, um grupo pequeno de pessoas começou a ganhar experiência e criar formas de reduzir custos com telefonia. Mas esse tipo de solução só ganhou notoriedade em 1997, quando algumas empresas conseguiram atingir alta maturidade e desenvolver metodologias que traziam resultados. Contudo, com o surgimento dos telefones celulares e internet, fez com que as empresas repensassem a forma em como lidar com esses custos. O mundo não era mais analógico, era digital, além disso, a mobilidade surgiu e entrou na vida das pessoas e empresas, o que fez mudar completamente o cenário novamente. No passado, as despesas eram restritas as ligações telefônicas, mas agora, com a internet e a utilização dos celulares, a complexidade em como lidar com as faturas aumentou. Voz, vídeo e dados, faziam parte da nova realidade. Então, era necessário ter soluções com alto nível de maturidade para gerenciar todas essas opções.  Ou seja, fazer a Gestão e Gerenciamento de Custos em Telecom se tornou ainda mais difícil, foi nesse ponto, que a terceirização desse tipo de serviço começou a se tornar popular. As empresas não queriam mais dispor do seu próprio pessoal e perder tempo com esse tipo de problema, a ideia era contratar empresas especializadas, com alto nível de maturidade para resolver essa situação. Novas tecnologias continuavam aparecendo, evoluindo e começaram a ser direcionadas para o Gerenciamento de Custos em Telecom. Foi então que surgiu o termo TEM – Telecom Expense Management. Dentre os principais pilares dessas soluções, podemos destacar: Auditoria e Contestação, Gestão de Faturas, Gestão de Contratos, Controle de Inventário e Redução de Custos. Para se ter uma ideia da importância do TEM – Telecom Expense Management, segundo o Gartner, 80% das empresas são atingidas por erros de cobrança em telefonia que podem adicionar grandes quantias em seus gastos totais. Embora o setor de Gerenciamento de Custos de Telecom tenha surgido nos Estados Unidos, com a alta demanda e a popularização através da internet, fez com que organizações do mundo todo adotassem essa metodologia. Assim, ao longo dos anos, o setor de Telecom Expense Management de inexistente, passou por um enorme crescimento, cujo a alta demanda, grande número de serviços e adoção de boa parte das empresas fez com que se tornasse bem-sucedido. O TEM agora está presente em diversos países da Europa, Ásia, África e América Latina. Telecom Expense Management: O que é? Essencialmente, a sigla TEM – Telecom Expense Management significa gerenciamento de despesas de telecomunicações com o uso de tecnologia. Isto é, gerenciar uma estrutura corporativa de telecomunicações, voz e dados, com o objetivo de redução de custos. O TEM pode ser aplicado por meio de softwares de gestão e outras ferramentas, que permitam o acompanhamento das atividades de telecomunicação. Esses programas possibilitam que sejam identificados gargalos e que possam ser tomadas decisões estratégicas para diminuir os custos nas organizações. De

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O TEM Morreu! E agora?

Qual o novo modelo de gestão de custos de TI? Com a mudança no cenário corporativo e os avanços tecnológicos, as dores e necessidades do mercado foram se modificando, com isso, a gestão de TI passou a estar cada vez mais alinhada a estratégia do negócio e a olhar para outras áreas da empresa. Para atender a demanda de todas as áreas e fazer a gestão de redução de custos de tecnologia de forma completa, surgiu o ITEM.   E você já conhece o ITEM? O ITEM – Information Technology Expense Management ou Gestão dos Custos de Tecnologia da Informação, em português, é uma evolução do TEM (prática usada há anos para reduzir os custos em telefonia). Considerado uma nova abordagem de fazer a gestão de custos de TI, o ITEM aplica uma visão ainda mais estratégica do negócio e, diferente do TEM, neste cenário mais moderno, a gestão não é focada somente no rateio de custos de Telecom, mas em todos os recursos que são providos por TI. Reduzir os custos é importante, mas, para isso, é preciso analisar quais são de fato esses custos e porque eles existem. Neste modelo, é levado em consideração a visibilidade dos gastos: Onde estão sendo alocados os recursos contratados? Será que está sendo feito o gerenciamento de softwares e licenças? Estou gastando mais do que deveria com telefonia? Existe um controle de gastos com impressão? E o armazenamento de cloud, tem como fazer essa gestão? E quem está olhando para os contratos de BPO (Business Processo Outsourcing, ou terceirização de processos de negócios)? Todas essas perguntas e problemas são solucionados com o ITEM, que analisa a segurança, os serviços, os acessos, organiza e otimiza os processos operacionais, ao mesmo tempo em que impacta diretamente (e de maneira positiva) no bolso de sua empresa. Outra questão que deve ser levada em conta é a fragmentação de custos. Neste cenário onde a área de TI passa a atender diversas áreas, o controle dos gastos se torna algo ainda mais complexo e que precisa de organização. Nesta nova realidade, um aliado é o “outsourcing” ou terceirização, em português. Com a terceirização, o método e rotina de trabalho também é modificado! O controle dos custos passa a ser feito pelo prestador de serviços, que dá todo o suporte para a empresa que, automaticamente, otimiza sua operação e tem menos dor de cabeça ao tentar entender quais custos precisam ser analisados com mais cuidado. Para isso, é importante que a empresa entenda quais são suas necessidades e ficar atenta ao mercado para escolher um serviço que a atenda com eficiência. Quer saber mais sobre o ITEM? Assine nossa newsletter e baixe o conteúdo completo. Conheça também nossa plataforma Connect ITEM

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Aprenda a controlar as despesas com tecnologia em sua empresa

Administrar bem as finanças é um desafio para as empresas e é bastante comum que o setor financeiro disponibilize verbas restritas para cada área da organização. Assim, não são raras as situações em que o gerente de TI se vê obrigado a trabalhar com orçamentos mais enxutos e até mesmo cortar verbas para poder seguir com a execução das atividades do departamento com qualidade. Controlar as despesas com tecnologia, no entanto, não é uma tarefa das mais fáceis. Isso se justifica porque os investimentos em equipamentos, softwares e infraestrutura tidos nessa área são muitos. Desse modo, é preciso ter uma visão ampla sobre tudo o que se passa no setor para saber se as despesas estão ou não fora de controle. Também é necessário buscar os melhores meios para controlá-las. Quer obter todas essas informações e aprender, de uma vez por todas, como controlar as despesas referentes a essa área na sua empresa? Então basta continuar a leitura e ficar atento aos tópicos a seguir! Como saber se as despesas com tecnologia estão fora de controle? O primeiro passo para saber se uma empresa está com as despesas na área de tecnologia fora de controle é listar todos os gastos existentes. Feito isso, é necessário observar o planejamento de orçamento de TI daquele ano. Geralmente, as empresas fazem um planejamento anual no último mês de cada ano com todos os gastos de cada setor e os valores que serão destinados a eles. Caso isso não seja feito em sua organização, convém conversar com o setor financeiro. Em resumo, para saber se as despesas com tecnologia estão fora de controle, é preciso analisar se os custos estão acima do planejamento, se a empresa paga valores elevados para um único sistema e se os contratos de telefonia, internet e outros serviços de Telecom estão otimizados. Quais são os melhores meios para controlar as despesas com tecnologia? Depois de observar que o setor de TI da sua empresa está gastando mais do que deveria, é preciso buscar meios para controlar essas despesas. Cabe ressaltar que essas medidas também podem ser tomadas de forma preventiva e não apenas quando a organização já estiver no vermelho. Na sequência, veja quais são as melhores práticas para controlar as despesas! Acompanhe os investimentos realizados No decorrer do ano, é fundamental que você acompanhe e faça o registro de todos os investimentos realizados no setor de TI. Para isso, devem ser listados os valores pagos por novos softwares, contratação de pessoal, investimento em cursos de capacitação etc. A ideia é que cada investimento tenha uma meta e que ela seja numérica. Ao contratar um novo software, por exemplo, a meta pode ser agilizar os trabalhos relacionados a ele em 20%. Assim, o gestor saberá se um investimento realizado valeu ou não a pena e poderá projetar melhor outros similares no futuro. Informe a equipe sobre recursos disponíveis É interessante que você aja com transparência ao se comunicar com a sua equipe. Eles não precisam saber sobre o orçamento de tecnologia com detalhes, mas podem ser informados sobre a possibilidade ou não de fazer novos investimentos. Assim, os colaboradores poderão buscar por soluções para otimizar os gastos, como fazer videoconferências com clientes em vez de chamadas telefônicas de longa distância, que costumam ser bastante caras. Verifique o desempenho da equipe Também é importante que a equipe de TI seja constantemente acompanhada. É preciso verificar quantos colaboradores se dedicam a cada atividade da área por exemplo. Assim, é possível fazer adequações no time se for necessário. Outro ponto relevante é sempre incentivar a boa produtividade no setor. Funcionários improdutivos trazem menos resultados para os trabalhos de TI — logo, podem representar uma despesa alta com tecnologia. Invista em recursos que trazem resultados Antes de investir em novos recursos, é preciso avaliar se eles realmente trazem resultados para a organização. Nunca dê um passo maior do que a perna e faça investimentos por impulso. É preciso orçar tudo, comparar preços e falar com mais de um fornecedor ou prestador de serviços antes de fechar um negócio. Apenas dessa forma você conseguirá investir em recursos que trazer resultados para a área de tecnologia da empresa. Tenha um ERP de telefonia Os telefones são fundamentais para a boa comunicação de uma empresa com seus clientes, fornecedores e outros públicos. No entanto, podem representar um gasto exorbitante se um controle não for feito. Investir em um ERP de telefonia, portanto, pode ser uma boa alternativa para controlar gastos. Isso se justifica porque esse software faz uma auditoria completa das faturas telefônicas. Com as linhas auditadas, você evitará pagar faturas indevidas. Utilize um gerenciador de dispositivos móveis Outro software que pode fazer a diferença para controlar as despesas com tecnologia é o gerenciador de dispositivos móveis. Trata-se de um programa que gerencia à distância as configurações de smartphones e outros equipamentos utilizados pelos colaboradores da empresa. Com essa possibilidade, um trabalho que antes demandava muito tempo para ser feito de forma presencial poderá ser feito automaticamente. Logo, investir nesse sistema liberará os profissionais da área de tecnologia que realizavam essa atividade para que contribuam com outras tarefas do departamento. Faça manutenções periódicas Além de todas as dicas citadas, é fundamental que você faça manutenções periódicas em todos os softwares e hardwares da empresa. Nesses processos, conseguirá identificar se algum equipamento ou programa precisa ser descartado por estar obsoleto ou então se vale a pena repará-lo. As manutenções também são importantes para fazer varreduras com antivírus em todas as máquinas, bem como um backup completo de tudo. Assim, é possível evitar a perda de dados ou que seja necessário fazer pagamentos emergenciais para corrigir falhas que poderiam ser previamente identificadas. Se você seguir a todas essas orientações, não terá problemas para controlar as despesas com tecnologia na sua empresa. Então, pratique-as o quanto antes e evite estourar o orçamento repassado pela direção. E aí, gostou do post? Ficou com alguma dúvida? Tem alguma outra dica ou gostaria de compartilhar alguma situação referente ao assunto? Então

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Quando contratar uma consultoria em telecom? A gente explica!

As telecomunicações são essenciais para praticamente todas as empresas. Esses serviços envolvem a telefonia e a informática, como banda larga, linhas de telefone fixo e móvel etc. Apesar de o gerenciamento desses recursos parecer simples em um primeiro momento, nem sempre essa atividade é tão fácil como parece, sobretudo para as grandes empresas. É nesse momento que entra a consultoria em telecom, que conta com especialistas que podem ajudar nessa gestão. O objetivo deste post é mostrar qual é o papel da consultoria em telecom para as empresas, quais são os motivos que as organizações têm para investir nesses serviços e quando se deve contratar esse tipo de assessoria. Acompanhe nos tópicos a seguir! O que é uma consultoria em telecom? A consultoria em telecom é um serviço responsável por atuar como gerenciador e orientador para que as empresas otimizem os gastos e tenham um melhor aproveitamento de seus serviços de telecomunicação. Os profissionais podem fazer estudos para adotar políticas de uso de dispositivos móveis, orientar sobre segurança da informação, verificar se o BYOD é uma boa alternativa ou não para a empresa etc. Quais são os motivos que uma empresa tem para investir em uma consultoria em telecom? O serviço de consultoria em telecom gera muitos benefícios para as organizações. Eles revelam os motivos para que seja feito o investimento nesse tipo de assessoria. Veja, na sequência, os principais deles! Otimização dos serviços de telecomunicação Será que todos os serviços de telecomunicação que a sua empresa tem contratado estão sendo utilizados? Há pouco tempo, por exemplo, era necessário que as organizações tivessem várias linhas telefônicas para atender a toda a sua demanda de clientes. No entanto, com a popularização do uso de aplicativos para troca de mensagens e até mesmo das chamadas de áudio, essa necessidade deixou de ser tão presente. Logo, vale a pena fazer um estudo para verificar o que você utiliza ou não dos serviços contratados. Esse trabalho de pesquisa e análise para que os serviços de telecomunicação sejam otimizados pode ser feito com o auxílio de uma boa empresa de consultoria em telecom. Realização de uma revisão de tecnologia A tecnologia evolui a tal ponto que não seria exagero dizer que novos recursos surgem diariamente e que eles podem ser implementados nas empresas. Porém, a imensa maioria das organizações não têm um setor responsável pelo acompanhamento dos recursos tecnológicos para identificar novas soluções para os empreendimentos. A consultoria de telecom pode fazer uma análise geral de todos os serviços de tecnologia que a sua organização adota. Assim, caso encontre algo obsoleto ou que possa ser melhorado, proporá alterações. Negociação de contrato de telecomunicação Explicamos anteriormente que nem sempre todos os serviços de telecomunicações são utilizados. Nesse caso, quando identificar algo que não está em uso ou que pode ser diminuído, como a quantidade de minutos para falar mensalmente por telefone, deve-se negociar os contratos com as operadoras contratadas. Os consultores de telecom têm a expertise necessária para analisar detalhadamente todos os contratos e negociar as melhores opções com as operadoras. Assim, gastos exorbitantes poderão ser cortados, gerando mais lucros no fluxo de caixa da empresa. Suporte para tomada de decisões Será que vale a pena contratar um ERP para telefonia? Será uma boa ideia permitir que os colaboradores levem seus próprios equipamentos para o trabalho, adotando assim o método BYOD? Todas essas questões não têm uma resposta única, pois cada empresa está envolta em uma realidade diferente. O consultor poderá analisar os cenários e propor o melhor suporte para as tomadas de decisão que envolvam a área de telecom na sua empresa. Tudo será feito com planejamento e com base em estudos, sem que você corra o risco de investir em algo que não trará resultados positivos. Melhoria do desempenho As empresas têm objetivos em curto, médio e longo prazo. Isso significa que as metas e caminhos não são os mesmos para cada um deles. Os serviços de telecom têm um papel importante nesse sentido, pois podem contribuir diretamente para o cumprimento de objetivos. Se você não utiliza um canal para comunicação por mensagens via aplicativo, por exemplo, e as pessoas preferirem esse modo para entrar em contato do que por ligações telefônicas, poderá perder clientes. A assessoria em telecom também ajuda nesse sentido. Novos conhecimentos para a empresa Os consultores de telecom estão sempre se especializando e buscando novidades em sua área de atuação. Afinal, eles têm o desejo e a necessidade de oferecer sempre o melhor serviço para os clientes. Logo, ao contar com uma consultoria de telecom, você terá a certeza de que sempre vai trazer novos conhecimentos para a empresa. Assim, você poderá estar um passo à frente da concorrência, investindo nos recursos mais modernos. Implementações complexas ERPs de telefonia, gerenciadores de dispositivos móveis, entre outros sistemas podem ter uma implementação complexa se não for oferecido o suporte necessário. Essa atividade também pode ser terceirizada para a empresa de consultoria telecom contratada para prestar serviços ao seu negócio. Afinal, quando contar com uma consultoria em telecom? Recomenda-se que uma consultoria em telecom seja contratada quando você perceber que está pagando muito pelos serviços de telefonia e internet da sua empresa. Além disso, o serviço também é recomendado para quem está sentindo que seus recursos tecnológicos utilizados para comunicação já estão ultrapassados e que chegou o momento de inovar. Nem sempre, no entanto, são apenas empresas que já detectaram problemas que podem contratar uma consultoria em telecom. O serviço também é recomendado para as organizações que querem agir de forma preventiva ou estratégica para ter sempre os melhores recursos de tecnologia. Esperamos que tenhamos conseguido explicar para você quando é necessário contratar uma consultoria em telecom e os benefícios que terá se apostar nesse serviço. Portanto, considere essa opção para ter mais sucesso no seu negócio e potencializar os lucros. Gostou do nosso artigo? Mais informações relevantes sobre TI e telecom podem ser encontradas em nossas redes sociais. Estamos no Facebook, LinkedIn e Twitter. Não deixe de nos seguir!

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Afinal, como o TEM simplifica as comunicações? Saiba mais!

A tecnologia fez com que as empresas passassem por uma verdadeira revolução e novidades surgem quase que diariamente, com novas formas de se comunicar com clientes, fornecedores e, até mesmo, com os colegas de trabalho. O problema é que isso tem feito com que os gastos com linhas de telefone, planos de Internet, gerenciamento de dispositivos, entre outros serviços que envolvem a área de TI aumentem muito. É por esse motivo que convém compreender como o TEM simplifica as comunicações. Este post, dentro desse contexto, pretende explicar o que é TEM, quais são as suas vantagens, e como ele simplifica as ações, diminuindo, assim, os gastos com telefonia e informática. Siga a leitura e informe-se! O que é Telecom Expense Management? O Telecom Expense Management, ou simplesmente TEM, é um termo utilizado na área de TI e que significa “gestão de despesas em telecom”. Trata-se de uma metodologia que foi desenvolvida ainda na década de 1980 e que reúne um conjunto de ferramentas e processos, cujo objetivo é otimizar recursos e, assim, diminuir os custos que as empresas têm com a telecom. O TEM pode ser aplicado por meio de softwares de gestão e outras ferramentas, que permitam o acompanhamento das atividades de telecomunicação. Esses programas possibilitam que sejam identificados gargalos e que possam ser tomadas decisões estratégicas para diminuir os custos nas organizações. De maneira geral, o TEM é embasado em três princípios básicos: economizar dinheiro e recursos; economizar tempo; gerenciar com precisão um inventário de telecom das empresas. Existem empresas que você pode contratar para que prestem consultoria para a sua organização nesse sentido. Dessa forma, são implementados programas e técnicas que garantem a correta execução do TEM, possibilitando os melhores resultados em telecom. Quais são as vantagens e como o TEM simplifica as comunicações? A prática do TEM possibilita que os processos de telecom sejam simplificados nas organizações. Tal afirmativa encontra justificativa nas diversas vantagens que são possibilitadas a quem desenvolve esse método de trabalho. Veja, a seguir, as principais delas. Centralização O TEM possibilita a centralização de todas as atividades de telecom em um mesmo local. Desse modo, fica mais fácil acompanhar os valores pagos para faturas telefônicas, contas de Internet, valores investidos em novos equipamentos e reparos etc. Essa centralização é importante para que tudo possa ser analisado de forma ampla, o que possibilita maior facilidade para identificar o que está gerando mais gastos para a empresa. Monitoramento correto Praticar o TEM também possibilita um melhor monitoramento das atividades de telecom da organização. É possível, além de ter visibilidade e controle sobre os gastos, desenvolver políticas de uso de dispositivos, ter um controle orçamentário, desenvolver um planejamento estratégico com base em dados concretos etc. Esse monitoramento deve ser constante e é de responsabilidade do gestor de TI da empresa, que deve orientar os CEOs ou diretores para que tomem as melhores medidas para a organização no que se refere ao seu setor. Updates automáticos A aplicação do TEM pode apontar a necessidade de a empresa utilizar um gerenciador de dispositivos móveis, por exemplo. Com esse tipo de programa, o gestor de TI terá mais facilidade para controlar os equipamentos de telecom utilizados pela organização. Os celulares corporativos que necessitam ter um aplicativo padrão, desse modo, podem ter os updates automatizados, de forma que todos os colaboradores utilizem a mesma versão do programa, evitando problemas de compatibilidade. Desenvolvimento de inventário Fazer um inventário de TI é algo sempre muito recomendado, pois você pode identificar determinadas questões, como linhas fixas e móveis que estão inutilizadas, licenças de softwares que estão sendo pagas e não utilizadas, usuários inativos em programas de gestão etc. As técnicas de TEM, desse modo, permitem um maior controle de todos os itens e equipamentos de telecom que uma empresa mantém. O desenvolvimento do inventário é uma etapa importante desse processo e que deve ser considerada pelas organizações. Análise dos serviços contratados com as operadoras de telefonia Outro ponto que faz parte do TEM e que efetiva uma vantagem desse conjunto de atividades é a análise dos serviços contratados com as operadoras de telefonia. A ideia é que seja verificado se tudo o que é pago está em utilização. Se você identificar que a empresa tem contrato com a companhia de telefone para fazer uma quantidade X de horas de chamadas, mas que utiliza apenas Y, poderá renegociar e, assim, abaixar os custos. Contestação de faturas indevidas Ao identificar que alguma fatura dos serviços de telecom que a sua empresa tem contratado está sendo cobrada de forma indevida, pode solicitar a contestação desses documentos. Assim, após fazer essa constatação por meio das atividades de TEM, você deve entrar em contato com as operadoras e questionar os valores que estão sendo cobrados. Isso otimiza os gastos e evita que o dinheiro da empresa, que poderia ser investido em outras áreas, perca-se com valores indevidos. Por que é importante investir em boas práticas na gestão de telefonia? A gestão inteligente e eficiente em telefonia é quesito obrigatório para todas as empresas que querem manter a sua lucratividade, cortando gastos, sem que isso afete a qualidade dos serviços prestados aos seus clientes. É com base nesse trabalho que se descobre os perfis de consumo da organização, que se desenvolve as coletas de informações, que se faz a gestão de tarifas e que se tem um controle de contratos. Tudo isso justifica o investimento em boas práticas na gestão de telefonia. De maneira geral, entender como o TEM simplifica as comunicações nas empresas digitais, dentro dessa realidade, facilita a tomada de medidas de maneira mais adequada possível. Isso otimiza a gestão de telecom, que apresentará resultados mais positivos para a organização. Gostou do nosso artigo e quer continuar aprendendo sobre o assunto? Que tal, então, baixar o nosso guia de boas práticas para gestão de telefonia”? Ele apresenta uma série de dicas para que os gestores coloquem em prática e consigam, efetivamente, reduzir custos nessa área. Não deixe de fazer essa leitura!

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